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 A Volta de Rudamon

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Quiof
Tia do Batemá
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MensagemAssunto: A Volta de Rudamon   Ter 4 Mar - 23:55

Citação :
Após a morte de Osorkon, o planeta Terra passou a viver na mais absoluta paz. Personagem principal nessa trama, Hor, filho de Osorkon, nasce órfão de pai e mãe, e passa a ser criado por doutor Carlos(melhor amigo do seu pai) que o adotou como se fosse o seu próprio filho. Enquanto Hor crescia, durante um longo tempo, ninguém imaginou que Rudamon estivesse morto. Todos faziam o possível para não praticar o mal. Mas as forças malignas do universo passaram a se incomodar com toda aquela paz que reinava sobre o mundo

. Apóphis enviou o seu filho Serpentus ao planeta Terra, para encarnar como humano e realizar um sórdido plano de dominar o mundo. A maligna serpente, também encontrou uma maneira de trazer o super vilão Disebek de volta. Ao perceber o perigo, doutor Carlos teve que se mudar de cidade com o pequeno Hor, a fim de protegê-lo. Com o passar dos anos, todos perceberam que Rudamon não aparecia mais. O mal voltou a se instalar lentamente sobre o planeta.

O personagem Hor passou uma vida inteira buscando explicações sobre o porquê de ele ser diferente dos outros garotos. No dia em que foi dar o seu primeiro salto de paraquedas, Hor descobre que seu pai foi o super herói Rudamon.

A partir daí muita coisa começa a mudar em sua vida. Como ele usaria seus poderes? As coisas ficam mais complicadas quando Hor recebeu a máscara de Osíris e um manuscrito egípcio, revelando como utilizar seus poderes. Tudo seria perfeito, se eles não fossem falsos, e os piores super vilões do planeta não estivessem em ação...

Na história anterior, além dos poderes que lhe foram transmitidos pelo semideus Disebek, Osorkon também recebeu o poder de evocar os deuses elementais (que lhe foi conferido individualmente pela máscara de Osíris) Qual será o poder que Hor receberá da verdadeira máscara de Osíris, caso ela venha a chegar em suas mãos?

O perigoso L\'os Seth, começou a atacar o mundo com toda a sua fúria, aliando-se à malvada bruxa egípcia Asru. Doutor Manfred, um cientista neonazista, montou uma estratégia em nível mundial, para conseguir o domínio definitivo dos neonazistas sobre o planeta. Em contrapartida, doutor Berg, um cientista judeu criou uma fórmula química para conseguir super poderes e dominar o mundo.

Durante as perseguições nazistas, um cigano e um pesquisador negro receberam poderes sobrenaturais que não esperavam. A guerra racial estava instalada no planeta. Derramamento de sangue, preconceito e intolerância passaram a dominar o mundo. O planeta precisava novamente de um herói. Quando todos festejavam a volta de Rudamon, algo muito estranho aconteceu... Rudamon não era mais o mesmo...

https://clubedeautores.com.br/book/148059--RUDAMON_II#.UxaRxD9dXLk
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Qua 5 Mar - 9:12

Laughing A volta dos mortos vivos.

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Quiof
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Sab 15 Mar - 23:38

Citação :
Rudamon, um novo héroi. Não quero fazer uma crítica mas eu tenho vontade. É uma farsa ele não vai para os cinemas foi uma história criada pelo próprio autor me intusiasmei nem o acessor de inprenssa era verda uma FARSA isso deixa triste. Divulguei todo o mateirla, fiz entrevista. O infoblog é um blog digamos famosinho nesse vasto mundo. Fiquei bem triste essa noticia me chocou completamente. A história simplesmente se resume em Farsa eu gostei de tudo, fui insensato acreditei.

Não gostei, foi triste. A carta que mandou por e-mail que já excluiu reproduzida abaixo:


Eu preciso muito me desabafar com você, e mais alguns amigos que fiz no skoob, pessoas que eu realmente confio.Na verdade, amigos eu fiz muitos, mas você está entre aqueles que eu aprendi a amar.Eu lhe digo isso por causa de sua simpatia, boa vontade e boa fé que você demonstrou comigo desde o início.Estou enviando este anexo como despedida.Eu não gosto de despedidas, mas devido ao fato das coisas que aconteceram e que deram errado, aliados ao meu problema de saúde e problemas pessoais muito chatos, eu cancelei todos os meus perfis sociais, e desisti completamente de ser escritor.Eu vou lhe explicar o que aconteceu, resumidamente:
Em 2007, eu estava embalado pelos DVDS e filmes de super-heróis que eu assistia. Resolvi criar o meu próprio super-herói. Depois que eu decidi o estilo do herói, eu comprei métodos de desenho, aprendi a desenhar um pouco e criei o meu super-herói.Daí foi escrever a história, e na empolgação, procurar uma editora para publicar o meu livro. Para fazer isso, emprestei dinheiro do meu pai e do banco. O livro demorou um ano pra ficar pronto.
A diretora da escola em que eu trabalhava na cidade de Sumaré foi muito legal comigo e fez questão de fazer uma noite de autógrafos. Eu tinha ficado muito feliz, pois, dos mil livros que eu vendi, no dia em que eu coloquei os mesmos na sala dos professores, eu vendi mais ou menos uns 70 livros entre alunos e professores. Na noite de autógrafos mesmo, eu vendi poucos, pois das pessoas que ali estavam quase todas já haviam comprado o livro, e, diga-se de passagem, minha noite de autógrafos foi bem vazia. Isso foi no final de 2008.
No início de 2009, eu resolvi divulgar o meu trabalho no fórum MBB, de super heróis, e a maioria das pessoas já sabem o que aconteceu. Fui humilhado, ridicularizado, enfim, virei chacota. Eu também fiz propaganda em quase todos os sites de relacionamento que eu participava, e não vendia nenhum livro. Em junho de 2009 eu apelei. Eu ofereci o livro aos meus alunos por dez reais, e vendi uma boa quantidade de livros, obtendo um lucro de apenas dois reais por livro. Naquele instante, o que eu mais queria era me desfazer dos livros e esquecer-se da história. Eu havia sumido da internet. A partir daí, eu fiquei revoltado e só pensava em botar fogo nesses malditos livros.
Em meados de 2010, eu fui procurado por uma moça que tinha um blog literário, que pediu o meu livro para resenhar e divulgar. Minha esperança reacendeu, eu enviei o livro a ela e voltei a divulgar o meu trabalho, “ressuscitando” o meu blog que estava parado há mais de um ano. Eu resolvi encarar todos os demônios de frente, e fiz da polêmica minha ferramenta de marketing. Ressuscitei a história do MBB, e de forma infantil, mas divertida, acabei confrontando os meus algozes.
Eu não consegui vender nenhum livro pela internet. Eu precisava fazer alguma coisa. Foi quando eu decidi escolher os 60 amigos do skoob que eu considerava mais bacanas, e dei de presente um exemplar pra cada um, na esperança que eles achassem o meu trabalho bom, e divulgassem.
Foi depois disso que o meu mundo caiu. Eu percebi que o meu livro era uma porcaria. As notas ruins e os comentários contra o meu livro me deixaram muito chateado. Não é fácil perceber que aquilo que você achava que estava bom, não estava. Erros de português e gramática passaram batidos pela revisora da editora, aliados ao modo errado que eu narrei a história. Isso foi um golpe muito duro pra mim. Eu entrei em desespero, pois, as sessenta pessoas que eu achava que iam me ajudar, quase todas elas passariam a me destruir.
Eu já estava exposto, sentindo-me mais humilhado do que na época do MBB. No desespero, eu decidi fazer uma estratégia de marketing utilizando um boato. Eu decidi espalhar que o meu livro iria ao cinema. Eu era a única pessoa que sabia disso, pois eu menti inclusive pra minha esposa e para os meus familiares. Minha idéia é que todos ficassem empolgados e espalhassem essa história. Minha certeza de que eu venderia os livros fazendo isso era quase que absoluta.
Eu viajava!Eu criava banners de patrocinadores, fazia vídeos e tudo mais. Depois dessa loucura toda, fui convidado para participar do bate papo da FANTÁSTICA e sustentei a história. Nesse ínterim, eu acabei apostando naquela frase do Hitler que “Uma mentira dita milhares de vezes se torna verdade”. Era o que estava acontecendo, alguns duvidavam, outros acreditavam, as discussões aconteciam o tempo todo e o meu livro estava sendo divulgado.
A partir daí, eu resolvi sonhar mais alto e apostar na ousadia. Tinha tanta gente botando energia positiva para que o meu livro fosse ao cinema, por que não apostar nessa energia?Eu comecei a procurar produtoras de cinema e enviar um exemplar do meu livro, apostando que elas pesquisariam na internet e constataria a polêmica sobre o meu livro ir para o cinema. Nenhuma delas me retornou. Quando tudo parecia perdido, o cineasta alemão Hank Levine, que produziu o filme “Cidade de L\'os” entre outros, enviou-me um e-mail dizendo que adorou o meu trabalho, e que ele tinha potencial para se transformar num filme hollywoodiano. Foi o dia mais feliz da minha vida! Eu tive a sensação de ter marcado um gol.
Depois do elogio, marcamos uma reunião em São Paulo para tratarmos sobre o filme. Após constatar que não havia nenhum patrocinador, Hank disse que eu não devia desistir do projeto e me aconselhou a abrir uma produtora e ir atrás de captação de recursos. O Hank também me disse que a produtora devia gravar alguns curtas metragens para ganhar pontos na ANCINE. Empolgado, eu fiz tudo o que ele me aconselhou. Abri uma produtora e fiz minha inscrição na Ancine.Adquiri o domínio rudamon.com.br e estava feliz, pois o que inicialmente foi um boato, iria se transformar em verdade.Eu calaria a boca dos meus críticos e daria um prêmio a quem acreditou em mim.
Antes disso, tudo foi estratégia de marketing: Programa do Jô, Pedro Alcântara, Fakes, etc. Eu quero muito pedir perdão a você, e a todos que acreditaram em mim, pelas mentiras que eu achei necessárias. O bom de utilizar fakes, foi que eu pude perceber quem realmente era amigo, e quem era falso e estava contra mim. Felizmente, você estava entre os amigos de verdade, e por isso que eu estou lhe escrevendo essa carta. A você eu reforço o meu pedido de desculpas.
Voltando ao assunto do filme, eu nunca havia trabalhado com cinema antes. Eu nem imaginava como correr atrás de patrocínio, e muito menos tinha dinheiro pra pagar alguém pra fazer isso. Até que surgiu uma ótima oportunidade. Parecia que desta vez os astros estariam ao meu favor. Na semana de cinema, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2010, o Hank me deu um convite para ir até lá. Essa foi a grande oportunidade da minha vida!Mas só daria certo se eu tivesse um assessor de imprensa, e o Pedro Alcântara não existia!O que eu deveria fazer? Fui procurar uma empresa de assessoria de imprensa, passei toda a situação. Seria um furo de reportagem, que se aparecesse na televisão “O Primeiro Super Herói Brasileiro do cinema!”, seria um arraso. Conseqüentemente isso me faria vender muitos livros e conseguir patrocínios para gravar alguns curtas, e conseqüentemente, patrocínios para o filme “Rudamon”. Eu não tinha dinheiro para pagar a empresa de Assessoria de Imprensa, então combinamos uma porcentagem das vendas dos livros que seriam vendidos a partir de nossa aparição.
Eu estava tão feliz que L\'os me ajudou, que eu queria ajudar novos escritores. Como precisávamos fazer um curta metragem, eu sugeri ao Hank que fizéssemos um documentário sobre novos escritores. Deste modo, eu estaria ajudando alguns colegas que eu achei que mereciam. Eu entrei em contato com eles para que enviassem um livro pra mim e outro para o Hank.Fiz a escolha, comuniquei-os e eles ficaram felizes.Eu também quero me desculpar com eles, pois minha intenção realmente era boa e eu queria ajudá-los.
Um dia antes de ir para o Rio de Janeiro, fui fazer o meu Release, reservei hotel e comprei passagem de buzão pro Rio de Janeiro. Eu estava vivendo um conto de fadas. O cineasta alemão, conceituado, iria apresentar o meu trabalho à imprensa! Até que, à tarde, o meu mundo caiu. O Hank me telefonou comunicando-me que uma de suas filhas estava muito doente e que ele não iria mais ao Rio de Janeiro. Minhas pernas ficaram bambas. A imagem de todo mundo me chamando de mentiroso veio à minha mente. A sensação de angustia que eu senti foi a mesma quando o Marcelinho Carioca perdeu o pênalti contra o palmeiras, na Libertadores de 2000.Minha única chance real de ver meus livros saírem de cima do guarda-roupa, e do meu novo projeto de vida, que estava voltado ao cinema, foi por água abaixo. Eu não tive alternativa a não ser desistir. Fechei a empresa, cancelei o domínio, excluí todos os blogs, enfim, aceitei a derrota.
Dos mil livros que eu mandei fazer, hoje eu tenho 600 livros no meu guarda-roupa. Dos quatrocentos livros que saíram de cima do meu guarda-roupas, somente 70 exemplares foram vendidos a preço de capa.Quase todos eles foram vendidos a alunos por dez reais, e o restante foram dados como cortesia.Pela internet,mesmo com todo esse escândalo, eu só consegui vender três livros. Vou doar esses 600 livros que estão empacados, a uma instituição de caridade, para que os mesmos sejam dados de brinde às pessoas que fazem doações. Eu desisti completamente de ser escritor. Estou lhe dando essa satisfação porque eu acho que você merece muito. Esse também é o último e-mail que estou enviando, pois também irei excluí-lo como eu fiz com os demais. Eu gostaria muito de saber sua opinião sobre isso, mas estou muito machucado e prefiro me despedir por aqui. Meu cargo de funcionário público foi transferido e eu mudei de cidade e telefone. Quero começar uma vida nova, no anonimato. Sem nenhuma pretensão de ficar famoso ou ganhando dinheiro fácil com vendas. Eu caí na real. Vou continuar levando minha vidinha de pobre, pagando aluguel e financiando carro semi novo. Eu desejo tudo de bom pra você, e espero que você realmente me perdoe.


Eu acreditava nele sério, fui um burro.

Citação :
a época o meu primeiro trabalho foi publicado pela Editora Livre Expressão. A tiragem da 1ª edição foi de mil exemplares. Foi muito difícil conseguir vender os livros, mas vendi o suficiente para quitar esses empréstimos ( bem menos de 50% do total dos exemplares). O restante dos livros foram doados. Alguns, para leitores que demonstraram interesse em ler o meu trabalho. Mas a maior porcentagem dos exemplares foi doada para uma instituição de caridade, que repassou parte dos mesmos para um projeto de incentivo à leitura na cidade de Rio Claro-SP. Hoje em dia meus livros são vendidos sob demanda, no site Clube de autores.

http://letrasdanana.blogspot.com.br/2014/01/entrevista-com-o-autor-demetrio.html
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Seg 17 Mar - 23:32

Tenho um pouco de pena desse cara do Rudamon. Ao contrário de um Blenq, que tem sérios transtornos mentais que não o eximem da picaretice desavergonhada.

Todos estão atrás da sobrevivência e do sonho, e nessa corrida muitas vezes vale de “quase” tudo. Centenas de livros e biografias motivacionais mostram que às vezes é preciso blefar, como no pôquer, para continuar na estrada do ideal. Muitos atores conseguiram papéis mentindo sobre esta ou aquela habilidade: “ Sim, eu sei nadar !” “ É claro que eu sei andar à cavalo”.

Quem nunca “esticou “o currículo, omitiu informações desabonadoras em entrevistas, ou exagerou qualidades, experiências e acontecimentos talvez não saiba o que é querer ou precisar muito de uma coisa,

É claro que para tudo tem um limite. O ator que se disse um exímio nadador ,ou cavaleiro, para angariar um papel irá se esfalfar em aulas intensivas de equitação e natação, para tornar o simplesmente induzido, ou inventado em realidade. Ou então compensará em interpretação tão primorosa que o diretor não se sentirá lesado em reescrever cenas , ou contratar um dublê para a produção. O mesmo serve para todas as áreas.

O duro é quando não se tem talento, trabalho, compensação, ou este algo a mais para redimir esta mentira inicial , tendo que cobrir esta lorota com outras mentiras, num circulo vicioso.

Aí se ultrapassa aquela tênue linha da ética, adentrando um terreno pantanoso que facilmente descamba para a patifaria, estelionato e trapaça.
Muitas pessoas tem a habilidade latente, a vontade, o conhecimento e possibilidade de fazer aquele

“Algo mais”, mas por não ter o currículo e o acesso, acabam driblando as dificuldades, usando até de malandragem , para que o ideal se torne em real.
Alguns possuem só o desejo ...mas o desejo não é suficiente.

No fundo é triste, pois aquele que não tem as manhas /talento sofre tanto ou mais do que aqueles que o tem, por não conseguir chegar lá... :/
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Ter 18 Mar - 16:49

Dr-Peste escreveu:
Tenho um pouco  de pena desse cara do Rudamon. Ao contrário de um Blenq, que tem sérios transtornos mentais  que não o eximem da picaretice  desavergonhada.

Todos estão atrás da  sobrevivência e do  sonho, e nessa corrida muitas vezes vale de “quase” tudo.  Centenas de livros e biografias motivacionais mostram que às vezes é preciso blefar, como no pôquer, para continuar na estrada do ideal. Muitos atores conseguiram papéis mentindo sobre esta ou aquela habilidade: “ Sim, eu sei nadar !” “ É claro que eu sei andar à cavalo”.

Quem nunca “esticou “o currículo, omitiu informações desabonadoras em entrevistas, ou exagerou qualidades, experiências e acontecimentos talvez não saiba o que é querer ou precisar muito de uma coisa,

É claro que para tudo tem um limite. O ator que se disse um exímio nadador ,ou cavaleiro, para angariar um papel  irá se esfalfar em aulas intensivas de equitação e natação, para tornar o simplesmente induzido, ou inventado em realidade. Ou então compensará em interpretação tão primorosa que o diretor não se sentirá lesado em reescrever cenas , ou contratar um dublê para a produção. O mesmo serve para todas as áreas.

O duro é quando não se tem talento, trabalho, compensação, ou este algo a mais  para redimir esta mentira inicial , tendo que cobrir esta lorota com outras mentiras, num  circulo vicioso.

Aí se ultrapassa aquela tênue linha  da ética, adentrando um terreno pantanoso que facilmente descamba para a patifaria, estelionato e trapaça.
Muitas pessoas tem a habilidade latente, a vontade, o conhecimento e possibilidade de fazer aquele

“Algo mais”, mas por não ter o currículo e o acesso, acabam driblando as dificuldades, usando até de malandragem , para que o ideal se torne em real.
Alguns possuem só o desejo ...mas o desejo não é suficiente.

No fundo é triste, pois aquele que não tem as manhas /talento sofre tanto ou mais do que aqueles que o tem, por não conseguir chegar lá... :/

Resumindo tudo que você falou: é preciso ter TALENTO acima de tudo, e só se consegue com prática e com ajuda de aptidão pra aquilo que você se destina.

Eu fico com pena do cara, até porque tive momentos que pensei como ele. Só que me apareceu pessoas e minha auto crítica para ser mais pé no chão.
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leonelr
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Ter 25 Mar - 22:41

acho que o cara não merece pena, ele fez o livro na porra louquice, escreveu de qualquer jeito, tacou o foda-se e mandou imprimir vários. óbvio que não vendeu. porque pra ser escritor ele precisaria escrever de verdade, trabalhar mesmo, e não só escrever qualquer merda, mandar imprimir e pensar que vai vender feito mágica. o fato de ter desistido já demonstra o quanto ele queria mesmo a coisa.
discordo de que é preciso talento, grandes vencedores como o paulo coelho, sidney sheldon e james clavell não tem talento algum, só trabalharam mesmo. o nosso escritor nacional dos 7 vampiros também, apesar de que aí já não sei se é grande sucesso. mas trabalhar é difícil, dá trabalho. mais fácil escrever qualquer merda meia boca e mandar imprimir.
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Dr.John
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Qui 22 Maio - 13:15

Pior que lendo o leonelr escreveu, tem até razão e me fez lembrar isto:

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leonelr
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Sex 23 Maio - 18:48

Aí o edir vende mais baseado no carisma dele.
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Sab 31 Maio - 19:52

Mas é a prova de que a maioria não tem senso crítico. Infelizmente o mundo é feito mais da massa de manobra. Mas no meio dessa lixarada literária tem um ou outro que se salva, mas ter talento reconhecido e outro obstáculo.
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Fernando Aoki
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Sex 1 Ago - 16:13

Cara, este episódio da vida desse sujeito dava um livro ou uma HQ de humor-negro formidável. Mas tem que rolar grana antes para a proteção contra processos de calúnia, injúria e difamação.
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Dr.John
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MensagemAssunto: Re: A Volta de Rudamon   Sex 1 Ago - 20:24

Se fizer com outros nomes e só copiar os acontecimentos não dava?
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