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 A globalização da Turma da Mônica

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Kamen Rider
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MensagemAssunto: A globalização da Turma da Mônica   Sex 22 Out - 23:55

Entrevistado: Maurício de Souza


Só com as revistinhas (um bilhão já publicadas), ele se comunica com 15 milhões de pessoas mensalmente, sem contar outros milhões que assistem aos desenhos animados em mais de 30 países. Já criou mais de 200 personagens em diversos idiomas e detém o maior estúdio de quadrinhos do Brasil. Outra mina de ouro: possui mais de 2,5 mil itens de produtos licenciados. Um patrimônio invejável, que há muito o conserva no radar dos investidores.

`Agora estamos preparados para colher os frutos. Existe uma forte demanda internacional pelos nossos produtos`, comemora o criador da Turma da Mônica, cujos personagens emocionam as pessoas de todas idades há 4 gerações.

A hipótese de ter parceiros financeiros de peso para suportar a expansão da Maurício de Sousa Produções (MSP) passou a integrar os seus planos, em decorrência das novas demandas em diversas frentes de negócios. Se tudo caminhar conforme esperam, em breve teremos a primeira multinacional brasileira na geração de conteúdo infanto-juvenil, a partir da globalização da Turma da Mônica. A dona da rua, personagem vivida pela espevitada Mônica das histórias em quadrinhos, quer ser dona do mundo. `Conseguimos vencer a barreira cultural`, comemora.

O desembarque começou mais forte pela China. Como tudo por lá atinge números superlativos, o primeiro teste não poderia ser mais animador: 180 milhões acessaram pela Internet uma revista digital, em mandarim, criada para auxiliar na alfabetização das crianças. Um alívio para a sustentabilidade do Planeta, imaginem a quantidade de árvores que seriam ceifadas para imprimir tantas revistas. Outra iniciativa na China será ingressar no milionário mercado de games, bem como produzir livros e revistas.

O franchising é outra frente de negócios. Maurício foi pioneiro na área de franquias. A primeira experiência, porém, enfrentou o desafio de não existir um modelo formatado na época, no início dos anos 80. `Os concorrentes das lojas franqueadas podiam comprar diretamente os produtos fabricados e conseguiam vender mais a preços menores`, lembra o desenhista. Agora ele escolheu um investidor para abrir lojas da Turma da Mônica nas principais capitais brasileiras. E está em tratativas com investidores para abrir o Parque da Mônica no Brasil e Exterior.

Como será feita a internacionalização da empresa?

Nosso planejamento prevê a internacionalização da empresa e, assim, colher o que plantamos ao longo dos últimos 50 anos. Nosso escritório de Nova Iorque sempre manteve contatos com agentes comerciais que cuidam de licenciamentos, interesses de governos e organismos internacionais. Fizemos um grande trabalho de divulgação em feiras, montamos estandes e o mercado já responde de forma positiva. A demanda é tão grande que surpreendeu a ponto de perguntar, `e agora? Ganhamos a guerra e como iremos atender o povo todo que quer nossas revistas, desenho animado e produtos?`.

Fizemos ainda alguns ajustes na estratégia. Produzir desenho animado é vital para a internacionalização. Assim, alterei o processo de produção, ao tirar do nosso estúdio a responsabilidade exclusiva de nossos desenhos animados. Fechamos parcerias com estúdios de fora mediante um sistema em que fazemos a pré-produção, ou seja criamos as histórias, a mensagem e passamos a pós-produção para os estúdios da China, Índia, Itália, Argentina. Sem montar, formalmente, novas empresas, criamos um esquema que permite trabalhar diversos produtos diferenciados ao mesmo tempo. Antes tínhamos apenas um estúdio capaz de trabalhar um produto por vez. Se durante um ano fazia a Mônica, o Chico Bento tinha que esperar na fila. Se produzia o Chico Bento, o Penadinho tinha que esperar. Era inviável. Hoje o Ronaldinho Gaúcho é feito na Índia, o Penadinho em São Paulo, Turma da Mônica será feito na China, uma parte na Argentina, outra no Rio de Janeiro. Assim vamos conseguir atender a demanda que nos espera.

Também sofisticamos o processo de produção das histórias em quadrinhos e, ao mesmo tempo, incluímos um publico maior com a criação da Turma da Mônica Jovem. Antes só tínhamos material infantil. Com a mudança para a Editora Panini, que é multinacional, colocamos em marcha o plano de ter um parceiro com presença no Exterior. Em 2011 iremos entrar em pelo menos 6 países pela Panini: Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha e Suíça. Vou montar um esquema de licenciamento para cada região. Eles poderão comprar do Brasil ou produzir sob licenciamento.

E a China?

Na Ásia, estamos firmes com o projeto China. Nossa entrada foi diferente, começamos pela escola.

Já atingimos 180 milhões de crianças pela web.

Eles chamaram para visitar as escolas primárias, para sentirem se tinha sinergia com a criançada. Não foi acidental. Fui procurado na Feira de Bolonha, há 3 anos, pelos donos da OEC - On Line Education China Ltd.- para fazer uma espécie de teste. A empresa foi contratada pelo governo chinês para auxiliar em um projeto de alfabetização de crianças. Eles pesquisaram antes quem poderia participar deste projeto. Escolheram material da BBC, Discovery e personagens do Maurício de Sousa, pelo conteúdo, proposta filosófica das histórias, os valores de família, solidariedade, respeito ao próximo, por não ser monetarista, fazer o bem e ao mesmo tempo por mostrar a união de meninas e meninos, no momento em que a China começa a defender maior integração das mulheres. Tudo interessa na alfabetização da criançada. Agora a editora do governo chinês começa a fazer livros com nossos personagens.

O ministro da Cultura, quando viu nossos gibis, comentou que os personagens pareciam chineses e nem precisariam mudar nada. Só pediram para alterar levemente as casinhas, para ficarem mais parecidas com a arquitetura deles.

Em setembro iremos participar da Feira de Xangai junto com a agência brasileira Apex. Após as revistas paradidáticas, teremos Alice Tang, maior especialista da Ásia em sistemas de licenciamento. Ela irá cuidar da expansão de nossos produtos na região. O plano de expansão na China prevê material escolar, parte editorial (livros), desenhos animados, e quero ainda lançar revista de historia em quadrinho. Isto já está sendo estudado pela mesma editora, que é especializada em games. Também vamos entrar no mercado de games.

Para suportar tantas iniciativas no Exterior, não seria preciso contar com investidores estratégicos?

Eu não estou precisando ainda. Mas vai ter que ser, faz parte. Se vamos crescer teremos que contar com parcerias, logicamente, estratégicas, financeiras, filosóficas. Nesse momento cuido do projeto de sucessão da família nos negócios.

A ideia é inventar uma grande multinacional, do jeito brasileiro. O desenho do Ronaldinho Gaúcho sai em 32 idiomas. Já que criamos, como somos um bom negócio, quero inventar um processo que possa manter o clima que temos aqui, de liberdade de criação, de ousadia e inovação. Temos que respeitar culturas, as pessoas, não podemos chegar num país qualquer e querer ganhar o dinheiro de lá.

Eu quero reinvestir no país, em cada região que eu estiver e, ao mesmo tempo, obrigar o Brasil a se sustentar. Eu não quero depender do dinheiro de fora. O Brasil tem condições de fazer com que a gente cresça e apareça. Então são coisas que às vezes eu brigo um pouquinho com os acadêmicos que falam comigo. Eu quero continuar com esse clima gostoso.

Qual o modelo que irá seguir para a construção de parques temáticos?

Iremos contar com parceiros, associados ou sócios. Por exemplo, não é sabido, mas eu tenho uma fábrica de brinquedos. Eu fabrico os nossos brinquedos. Então, nessas pracinhas que percorrem o país todo, nós que fabricamos tudo. Por segurança, eu sei o que estou usando, a qualidade, o grafismo, a tinta, o material. Vou fazer parques temáticos com parceiros. Quero que investidores entrem, façam o pesado, ganhem o pesado, eu não quero volume, eu quero a filosofia. Vamos ter os parques, provavelmente com americanos e canadenses. Parceria com investidores. Eu não preciso ser dono, posso ter um contrato, receber na forma de royalties, e ao mesmo tempo vão fazer o parque com os meus personagens com exclusividade, com o meu desenho. O comando gráfico e de funcionamento do parque, o comando filosófico é nosso. O dinheiro, administração, é com eles. Enquanto isso as pracinhas são um produto que me interessam diretamente, porque é mais vivo, mais barato, eu posso cuidar disso, tenho condições e pode obedecer aos nossos objetivos imediatos de marketing. Eu preciso entrar mais forte no Nordeste. Eu jogo um monte de pracinhas nos shoppings, feiras do Nordeste, então a gente está lá diluído nas pracinhas, com os brinquedos que eu produzo, com segurança e que têm a minha cara. Temos as pracinhas tematizadas com diversos assuntos, percorrendo o país inteiro.

Quando fechou o parque do Shopping Eldorado, o Shopping Ibirapuera contratou pracinhas para o ano inteiro. A cada 30 dias troca, é variável. Desenvolvemos ainda uma área nova, produções teatrais, shows, espetáculos.

Pensa em retomar as franquias?

Estamos abertos a propostas, primeiro para franquias das pracinhas. Nós já fizemos um contrato para lojas. Considero-me o primeiro franqueador do país, num modelo próprio, nem chamava ainda de franquia.

Desenhava até a loja, era diferente. As lojinhas eram lindas. Só que, quando começou a funcionar, a lojinha comprava direto da fábrica. Mas qualquer pessoa comprava o produto da fábrica. Então, as lojas começaram a vender mais barato que as franqueadas. Eu não tinha o produto exclusivo. O negócio não foi para frente, mas algumas de nossas lojinhas viraram grandes cadeias que estão por aí.

Haverá franquia para as lojas?

Não posso mencionar o grupo, mas já está contratado. Vamos ter lojas no Brasil inteiro, lindas, num sistema semelhante às lojas da Disney, com produtos nossos. A ideia é contar com produtos exclusivos ou não. Teremos lojas nas principais capitais. Quem está por trás deste projeto é um grupo nacional. Eu farei também franquias, só que com alguns cuidados, para não vender para pessoas erradas. As franquias irão vender perfumes, roupas, e até produtos de saúde.

_________________
"Quando ouço falar da cultura brasileira, já saco meu rolo de papel higiênico"

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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Sab 23 Out - 10:57

Isso que eu não gosto no Maurício.
O cara demora demais pra fazer as coisas.

Mas também, tá rico. Ele quer mais é que se foda.

Tinha tudo pra ser o Walt Disney brasileiro, mas prefere ser um babaca.
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Dr-Peste
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Dom 24 Out - 15:55

O nó do gargalo do Mauriça sempre foi e ainda é a animação. O audiovisual continua sendo o melhor pé-de-cabra pra forçar os cadeados da globalização neste setor.

Mauriça também pode investir no design , pois tem muitos personagens que sobrevivem disto, arrastando o resto na garupa. Tal qual Hello kitts , Puccas e outras trolhas. Quando eu era guri nos idos de 80 eu assistia ao desenho da Betty Boop, que na época já era um personagem antigaço e clássico(anos 30 )

Hoje tá cheio de guria dos 12 aos 18 anos que nunca assistiu ou nem sabe que a personagem é oriunda da animação, mas que usa algum acessório da mesma por considerá-la cute-cute.
Mauriça “afofinhou” a turminha ao longo dos anos , mas ainda não rolou algo assim de design de amor a primeira vista. Sem uma animação decente a coisa ainda fica difícil.

O que eu acho “felomenal” é que a turminha de maior potencial em licenciamentos, franquias, seja de parques , animações ou afins, continua às moscas ou explorado de forma semi-amadora , que é a

A maior prova que o empreendedorismo ainda engatinha no Brasil.
Em qualquer outro lugar já teria umas 3 animações 3d e dois live actions para cinema em produçao.

Talvez seja falta de traquejo dos herdeiros do Lobato.
Quem sabe em 2018 quando a turma cair em domínio público as coisas mudem, se o disparo plasmático maia de 2012 não fuder tudo antes. Medo
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Clanker
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Dom 24 Out - 18:40

Sítio do Pica-Pau-Amarelo sofre do mesmo problema da Turma da Mônica: não pode mexer porque é sagrado.

O pessoal que trabalha com criação e arte no Brasil, em sua maioria, tem uma visão tacanha e conservadora.
Pedir para revitalizar Sítio do Pica Pau Amarelo é como você dar um soco na cara deles.

Uma pena porque Monteiro Lobato tinha espírito empreendedor (apesar de ter sido muito conservador no que tangia a arte, basta ver o que ele falou dos quadros da pintora Anita Malfati...) e inovou, de fato, na escrita, transgrediu, incomodou e polemizou de monte em seus livros.

...para, após sua morte, um bando de autores de histórias infantis ficarem nesse pseudo-saudosismo facista e burro.
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The Fool
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Seg 25 Out - 0:54


Para suportar tantas iniciativas no Exterior, não seria preciso contar com investidores estratégicos?

Eu não estou precisando ainda. Mas vai ter que ser, faz parte. Se vamos crescer teremos que contar com parcerias, logicamente, estratégicas, financeiras, filosóficas. Nesse momento cuido do projeto de sucessão da família nos negócios.


Maurício tá ciente que não vai durar muito tempo nessa vida, mas o ponto é: será que as filhas dele vão seguir o que ele diz ou vão chutar o balde?
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Seg 25 Out - 12:13

O velhote tem mais é que ganhar dinheiro mesmo, como empresário ele tá certo, sempre defendi isso.

Tudo bem que ele deveria pelo menos usar um pouco da grana que ele tem pra dar chance pros bons quadrinistas nacionais, mas enfim, todos sabemos que ética não é o forte do homem.

O que fode, claro, é o tanto de fã idiota e chupador de bolsa escrotal que nem sequer COGITA em criticar, ainda que seja numa boa, o L'os DO QUADRINHO NACIONAL, AUUUUUU (como diz o Bauzento).

Esses idiotas que orbitam ao redor do MAUrício, esses imbecis que têm ataquezinho de moça, que tem faniquito e tonteira, só de alguém mencionar de leve os podres do homem. Um bando de deslumbrados, ou medrosos (não querem contestar o homem com medo dele lascar uma pica PROCESSUAL no rabo deles).

Acho que a filhota dele, a tal da Marina, vai seguir a linha-dura. Dizem até que ela quis processar o Gonçalo Júnior (autor do "Guerra dos Gibis", ótimo livro por sinal) por ele ter levantado alguns pequenos pecados do papaizinho dela. Aliás, alguém tem mais informações sobre isso?
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Seg 25 Out - 13:32

Mohamed escreveu:
Tinha tudo pra ser o Walt Disney brasileiro, mas prefere ser um babaca.

O pior é que ele conseguiu um pouco disso

Se olhar pros podres do Walt Disney cê verá que ele se assemelha muito do MdS

Quanto o gibi da TDM, bem, apesar de seus defeitos, é inegável a qualidade do seus roteiros, ilustrações
fora o carisma dos seus personagens que se conservaram muito bem com o passar dos anos

Foda é o dono que não é bem o que eu achava o que era
e essa aura monstruosa que se fez dele com um monte de tietes malucas...
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Seg 25 Out - 16:07

hehehe....
É crocodilo. mas eu me referia aos acertos e não às falcatruas.

Já viu o parque da Mônica, que merda?
Mas Disney hoje em dia tá caidaço... só bebêzinhos (ou melhor, os pais dos bebezinhos) que consomem Mickey, Donald e demais personagens clássicos.

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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Seg 25 Out - 23:54

Apesar dos pesares, nosso referencial de sucesso AINDA é o Sr. Souza mesmo.
E isso que tu comenta da Disney eu vejo também no Maurício, Mohamed: quem impulsiona as vendas de produtos são os adultos que compram coisas pra crianças que supostamente "gostam" daquilo.
Princesas Disney, maior reciclagem de material da história! Personagem que só vivia em longa-metragem de mais de 40 anos reviveu do nada!
Tudo pra impulsionar vendas!
E o Maurício é a mesma coisa, pra molecada pequena tanto faz turma da mônica pequena ou jovem, agora experimenta tirar um Naruto ou Bakugan deles pra ver a zona que se forma! x)
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Dom 31 Out - 0:16

Maurição tem merchandising, o problema é o homem ser... Mau.
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Dom 31 Out - 1:47

@ Fábio: Mais que isso, Maurício é organizado. Isso faz uma puta diferença. Que eu tenho visto por aí, do povo que faz quadrinhos, a bagunça / desorganização é a palavra de lei.
E não dá pra tu tocar um trabalho fazendo ele de qualquer jeito.
Projeto Excelsior da NHQ é um bom exemplo disso.
É bagunça meu, assim não tem como.
Olha que legal: eu entro no site da Panini Comics, lá tem um link desse tamanho pras coisas da Turma da Mônica, fora o banner no topo da página falando dos 2 anos de Turma jovem.
http://www.paninicomics.com.br/web/guest/home
Organização cara, é isso que os amadores precisam!
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: A globalização da Turma da Mônica   Sab 6 Nov - 13:52

Fabiano Alves escreveu:

Organização cara, é isso que os amadores precisam!
Então... pra ter merchandising, organização é obrigatório. Fica meio que implícito. Smile
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