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 EUA quebra e o merdil como fica?

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Svarog
Imperador Sécular Gorgom
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Data de inscrição : 12/10/2010

MensagemAssunto: EUA quebra e o merdil como fica?   Dom 31 Jul - 17:57

Acredito que todos acompanharam nos ultimos dias o fantoche de Wall Street, o boneco nº 1 da Goldman Sachs, Bobama Hussein vomitando lixo em rede nacional sobre os EUA quebrarem e causando toda aquela histeria irracional graças ao empurraozinho midiatico.
A divida interna dos EUA aumenta sem precedentes e o Bobama vem falar em aumentar impostos? E cortar gastos hein fdp, fecha o cu da banqueirada ai negao!
Enfim toda esse "medo" criado pelo governo (banqueiros) e a midia tem como desculpa para aprovarem o orçamento da divida interna acima dos 100% no senado e com ctz conseguiram de um jeito ou de outro. É passado pela midia que há uma briguinha entre republicanos e democratas, qndo na verdade estes 2 grupelhos sao financiados pelas mesmas instituicoes hehehe, as mesmas que lucraram absurdos na crise hipotecaria dos Eua e a mesma que lucrará exorbitantes dividendos com essa "bolha" criada pelos especulistas financeiros.

Nao descarto a real possibilidade dos EUA quebrarem mas NAO agora, os EUA irão quebrar e isto já esta sendo tramado a muito tempo. E advinhem quem vai estender a maozinha para ajudar ????

Mas deixando de lado um pouco os EUA e o Mérdil como fica? Bom o merdil tb corre riscos, se os Eua entrarem em crise entrará uma trolha em nossa BUNDA prostituida tb. Se o dolar for para o espaço tomaremos rola tb o merdil assim como a China, Japao, Suiça, Canada e todo o Reino Unido são os principais portadores dos títulos do tesouro americano.
Alem disso a divida interna brasileira CRESCE assustadoramente, fora a divida externa tb. Segue um grafico com o crescimento da divida interna brasileira desde 1995:

[img]http://www.mises.org.br/images/articles/2010/Dezembro/cewolf%20%281%29.png/img]
Mesmo com todo o bla bla do ManTEGA e da propaganda governamental o pais corre serios riscos SIM.

Olhem o que estes banqueiros fdps fizeram na Europa e o quanto lucraram por lá. Alias meia duzia lucrou com a bancarrota grega e é exatamente por isto que os gregos estão saindo as ruas e quebrando tudo a populacao sabe que o governo nada fez para conter o problema fiscal do pais e deu nisto. A uniao europeia, euro tb estao frageis há um risco tremendo de mais paises quebrarem.
Só relembrando que alem da Grecia tomaram no rabo tb Portugal, Hungria, Romenia, Polonia e a merda já esta começando a feder na Espanha pra valer.
Percebam tb quanto o ouro está valorizando mais ainda quem detêm e onde estão as maiores reservas!!

Maiores detalhes sobre o risco da divida interna brasileira:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=851
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Svarog
Imperador Sécular Gorgom
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MensagemAssunto: Re: EUA quebra e o merdil como fica?   Dom 31 Jul - 18:00

"Só é dinheiro aquilo que posso imprimir"

Os dados recentes sobre a economia americana, acentuados pelos recentes e desanimadores números sobre o emprego no país, confirmam o cada vez mais decrescente impacto dos estímulos fiscal e monetário orquestrados pelo governo Obama e pelo Banco Central americano, o Federal Reserve. No que deve ter sido um enorme desapontamento para os entusiastas keynesianos, as doses recordes dos narcóticos fiscal e monetário não produziram os resultados desejados. Com efeito, a "recuperação" econômica dos últimos dois anos foi bem mais fraca do que a recuperação que tipicamente ocorreria em um cenário recessivo que não recebesse qualquer tipo de estímulo governamental. O fato é que a atual "recuperação" econômica americana é a mais fraca da história do país, não obstante o pacote de estímulos governamentais implementado ter sido o maior e mais agressivo de todos os tempos.
Nos últimos meses, venho prevendo com quase certeza que o QE2 [Quantitative Easing 2 — "Afrouxamento Quantitativo", eufemismo tecnocrático moderno para "imprimir dinheiro"] não seria o último dos programas de maciça impressão de dinheiro criados pelo Fed. Minhas suspeitas foram confirmadas tanto pelo último relatório do Fed quanto pelo depoimento semestral dado pelo presidente do Fed, Ben Bernanke, à comissão monetária do Congresso, ambos ocorridos na primeira quinzena de julho. O relatório explicitou as condições sob as quais uma nova rodada de inflação monetária seria lançada, e o depoimento de Bernanke reenfatizou — caso ainda restasse alguma dúvida — que o indigitado não tem nenhuma consideração pelos princípios de um sistema monetário sólido.
As atas do Fed continham a primeira indicação de que uma terceira rodada de afrouxamento quantitativo (QE3) já está sendo considerada. As notas descreviam uma concordância unânime quanto ao fato de que o QE2 deveria ser integralizado, e foram complementadas com o seguinte comentário: "dependendo de como as condições econômicas evoluam, o Comitê pode vir a considerar o fornecimento de estímulos monetários adicionais, especialmente caso o crescimento econômico permaneça muito lento e não reduza significativamente a taxa de desemprego no médio prazo".
Dado que o desemprego está se deteriorando, e, de acordo com a opinião geral, continuará assim por um bom tempo, o Fed basicamente está prometendo que irá manter as torneiras abertas. O comitê de política monetária do Fed também decidiu levar em consideração apenas o atual "índice de inflação geral" para fazer seus julgamentos, e não as "tendências inflacionárias". Considerando-se que os novos dólares criados levam algum tempo para circular pela economia e elevar os preços, isso significa que o Fed estará muito atrasado para restringir a política monetária quando a inflação de preços começar a ficar fora do controle, causando ainda mais descoordenação na economia americana.
Se ainda havia algum resquício de fé de que o senhor Bernanke tem um plano para acabar com o vício do governo americano no dinheiro fácil criado pelo Fed, seu depoimento semestral ao Congresso já deveria ter eliminado por completo essa ilusão. Além de alegar que suas injeções monetárias ajudaram a economia americana, Bernanke, ao responder a uma pergunta feita pelo congressista Ron Paul, disse que "ouro não é dinheiro", que as pessoas que hoje estão comprando ouro não estão preocupadas com a inflação, e que o valor do dólar nos mercados internacionais de câmbio não possui nenhuma influência no poder de compra da moeda no mercado interno dos EUA. Ele até dedicou alguns minutos para discursar em favor do plano de Obama para elevar o teto da dívida americana.
Ao alegar que ouro não é dinheiro o presidente do Fed demonstrou toda a sua ignorância acerca de grande parte da história monetária do mundo. Ele disse a Ron Paul que não tem a menor ideia do motivo de os bancos centrais mundiais estocaram ouro, e completou dizendo que deve ter algo a ver com a tradição. Sim, tradicionalmente ouro é dinheiro, sempre foi dinheiro, e é exatamente por isso que os bancos centrais têm ouro em seus ativos. E ouro é dinheiro porque as pessoas sabem que jamais devem confiar na capacidade de banqueiros centrais, como o senhor Bernanke, gerirem de maneira decente um dinheiro de papel.
Bernanke prosseguiu contestando os fatos ao alegar que a única razão por que as pessoas estão comprando ouro é para se protegerem contra incertezas, ou "riscos de cauda" [distúrbio financeiro cuja probabilidade de acontecer é inferior a 1%], como ele nomeia tal fenômeno. Meu conselho ao presidente Bernanke: pergunte às pessoas por que elas estão comprando ouro, e aí o senhor começará a ter alguma idéia do motivo de o metal já estar acima dos US$ 1.600 a onça. Como alguém que vem comprando ouro há uma década, posso assegurar que essas minhas compras de ouro nada têm a ver com "incerteza". Na realidade, é exatamente o oposto. Estou comprando ouro por causa daquilo que é certo, e não do que é incerto. Estou certo de que a incompetência de Bernanke irá destruir o valor do dólar e desencadear uma inflação descontrolada.
Se fosse verdade que as pessoas compram ouro para se proteger contra as incertezas do mercado, como Bernanke alega, então o metal deveria ter disparado no ápice da crise financeira de 2008. No entanto, ocorreu o contrário, e o ouro caiu junto com a maioria dos outros ativos. As pessoas instintivamente correram para o dólar e para os títulos do Tesouro americano por causa do seu histórico de estabilidade. O que Bernanke parece não entender é que sua política monetária irresponsável está solapando a fé das pessoas nos ativos americanos, que foram arduamente construídos ao longo de gerações. É isso que está valorizando o ouro: crédito fácil, taxas de juros reais negativas e afrouxamento quantitativo.
Finalmente, ao alegar que o valor do dólar no mercado internacional de câmbio não gera efeitos sobre os preços dentro dos EUA, Bernanke demonstra não ter sequer a competência para ser um caixa de banco, muito menos o presidente do Banco Central americano. Um dólar desvalorizado significa que os preços dos bens importados pelos americanos serão mais altos. Significa também que os produtores americanos terão de pagar mais por matérias-primas, insumos e outros componentes importados, o que também eleva os custos da produção doméstica nos EUA. E também significa que mais bens produzidos nos EUA serão exportados, o que irá reduzir a oferta de produtos na economia americana, gerando uma elevação dos preços daquilo que sobrar para os americanos. Isso é economia introdutória.
Dado que Bernanke não sabe nem mesmo economia básica, não é surpresa alguma que ele tenha voltado a considerar uma nova rodada de afrouxamento quantitativo — o qual, apesar de toda a retórica moderada, vem ocorrendo ininterruptamente. O Fed sempre esteve disposto a manter o programa; está apenas em busca de uma desculpa plausível para poder "implementá-lo" novamente.
O problema é que combater uma recessão imprimindo dinheiro é como combater um incêndio jogando gasolina. À medida que as chamas da recessão são revigoradas, mais impressão monetária, embora encharquem momentaneamente o cenário, irão apenas produzir um inferno econômico ainda maior.
Em um dado momento do depoimento, Bernanke diz que "A analogia correta para o não aumento do teto da dívida é ir às compras, fazer uma gastança com seu cartão de crédito e depois se recusar a pagar a fatura." A analogia até esta correta, mas a conclusão está completamente errada. Sim, o Congresso americano incorreu em uma gastança profusa e chegou a hora de pagar a conta. Mas elevar o teto da dívida é o equivalente a utilizar um Mastercard para pagar a fatura do Visa — apenas piora o problema. Se você e eu resolvemos sair todas as noites para a farra, nos embebedarmos constantemente e falarmos para o garçom não economizar na comida e na bebida, sendo que, ao final da cada noite pagamos tudo no cartão de crédito, quando a fatura chegar no final do mês o valor será assustador. E aí saberemos que a maneira de corrigir essa situação e não ficar com o nome sujo será apertando os cintos e pagando a fatura. Talvez tenhamos de adiar os planos de férias, deixar de trocar de carro, cancelar a assinatura da TV a cabo e da academia de ginástica. O fato é que teremos de reduzir o consumo presente para podermos pagar o consumo excessivo do passado.
Obama alega que elevar o teto da dívida americana é o equivalente a controlar a dívida do governo federal. Você conhece alguém que acha inteligente se endividar mais para sair de uma dívida atual? Conhece alguém que já reduziu seu endividamento sem ter reduzido o consumo? Como pode o presidente do Banco Central americano defender uma ideia tão ilógica e afrontosa?
Bernanke, na verdade, foi ainda mais longe e alertou contra a redução dos gastos federais atuais, alegando que, caso sejam reduzidos, isso poderia impedir a "recuperação". Ele aparentemente acredita que a função do Congresso americano é cair na gastança, e que a função dele, Bernanke, é pagar as contas que vão se avolumando com dinheiro recém-criado pelo Fed. O fato de que esta fórmula vem, ao longo do tempo, produzindo crises econômicas cada vez mais severas não parece incomodá-lo. A ignorância é de fato uma benção.



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MensagemAssunto: Re: EUA quebra e o merdil como fica?   Dom 31 Jul - 19:14

Isso é lamentável! D:
Colocaram um imbecil a frente do Federal Reserve, ele tá fazendo merda e o Obama ainda dá endosso pro cara?
MEU!
Não, não, não...lá vamos nós pra mais uma crise global!
Imbecis, que pensam que estão fazendo??
Ótimo post Svarog.
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Svarog
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MensagemAssunto: Re: EUA quebra e o merdil como fica?   Dom 31 Jul - 20:00

O FED (Federal Reserve) nao é uma instituicao nacional é UM BANCO PRIVADO!
Ou seja para cada moedinha ou pedaço de papel (dinheiro) que é impresso existe um imposto, divida, sobre isto. Entao nem precisa ser muito inteligente pra perceber onde isto irá chegar. Divida eterna!

Deixo mais um post aqui e peço que assistam essa entrevista atentamente:


A entrevista foi realizada em 2007, alguns meses apos a entrevista Aaron Russo morreu supostamente de um cancer na bexiga.
O interessante notar nessa entrevista são as coisas que o Aaron fala sobre atentado nos Eua, cultura/polica do medo, crise do euro ( o que vem acontecendo), invasao do Iraque (que ja rolou), problemas com o Ira (q vem acontecendo).
Sobre os chips que ele menciona parece exagero nao é? Mas apos o ataque as torres gemeas uma serie de medidas foram aprovadas no senado ato patriota, etc. Dentre estas uma que através de um chip, puxa toda a informacao do invididuo (mas ate entao nao tao preocupante assim).
Outro ponto a destacar é o financiamento de movimentos minoritarios: etnicos, sexuais, liberacao de drogas, etc. Por grandes bilhionarios vide George Soros, Rockefeller, etc.

Agora peço aos senhores liguem tudo isso que foi postado aqui por mim neste tópico com esta palestra no ano de 1983:
http://clock-up.forum-livre.com/t366-palestra-interessante

Talvez com uns erros para mais ou para menos e até mesmo alguns exageros. Mas vemos no mundo que existem forças que colaboram sim para que a instabilidade e o medo constante sejam sempre mantidos.


ATENCAO essas coisas aqui postadas por mim nao tem nada a ver com a baboseira do Zeitgeist!
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MensagemAssunto: Re: EUA quebra e o merdil como fica?   Dom 31 Jul - 20:12

Svarog escreveu:
ATENCAO essas coisas aqui postadas por mim nao tem nada a ver com a baboseira do Zeitgeist!
Olha, tirando aquela parte no segundo filme em queeles falam do plano de futuro deles, que é realmente uma asneira, o resto é muito aproveitavel inclusive no segundo eles explicam muito bem essa treta do FED.

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