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 Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado

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Mohamed
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MensagemAssunto: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 12 Maio - 14:30

Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado

Livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC (Ministério da Educação) ensina aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa".



O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, mostra ao aluno que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância. Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”. Em um outro exemplo, os autores mostram que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.

Ao defender o uso da língua popular, os autores afirmam que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva. E destacam em um dos trechos do livro: “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas lingüísticas”.

E mais: segundo os autores, o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito linguístico” caso não use a norma culta. O livro da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático.


http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/05/12/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-a-falar-errado/?allcomments#comments


Livro do PT pra todo mundo falar igual ao Lula!
AÊEEEEEEE !
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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 12 Maio - 19:29

Agora o Brasil descambou de vez... Vamos ensinar viadagem e ignorancia nas escolas... Bom, não que já não ensinassem antes, mas assim, na cara de pau, pra todo mundo ver!!! Esse é meu brasilzão de L'os
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Kamen Rider
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 12 Maio - 21:02

Daqui a pouco vai ter livro ensinando internetes.

_________________
"Quando ouço falar da cultura brasileira, já saco meu rolo de papel higiênico"

Olavo de Carvalho.


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Svarog
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 12 Maio - 21:42

Cara o que dizer? Cada povo tem o que merece, ninguém lê por aqui mesmo. O povo merece exatamente isto, temos uma ministra da cultura VAGABUNDA que apenas por militar a favor de meia duzia de filhos da putas agora tornou-se ministra, e ela nao é a UNICA. Temos o mensalao cultural, subsidiando atores, escritores, musicos, etc.
O pais torna-se cada vez mais uniforme e os "diferentes" serão criminalizados. Se você pensa ou ousa apenas expor sua opinião, cuidado.
Vindo do MEC não é surpresa nenhuma essa bosta está cheio de bandidos, filhos da putas, parasitas que não conseguem o minimo de produtividade ou melhor até conseguem quando trata-se de cartilhas pro-viadagem e merdas semelhantes torrando milhoes e milhoes em dinheiro publico. Mal conseguem elaborar e manter no sigilo uma bosta de prova ridicula igual o ENEM e sem mencionar os dados falsos e as estatisticas mais do que bizarras acerca da (des)educação brasileira.
Juntem-se a mediocridade ou serão devorados.
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Dr-Peste
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Sex 13 Maio - 1:30

Na boa, desconfio destas matérias que já lançam um julgamento no título, mas que na sequência do texto não apresentam elementos de maior embasamento, além da tradicional e capciosa pincelada de trechos ali e aqui , feita ao gosto de quem elaborou a matéria e já tem o veredito em mente, como me parece este texto do Ig. Suspect

Pois analisemos o proposto:
Citação :
“Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado”
É a alegação da referida matéria, que deve ser justificada pelo jornalista
Citação :
O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, mostra ao aluno que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância.
Apenas outra alegação

Citação :
Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”.
E os autores estão certos , pois a linguagem popular é a que se fala nas ruas, inclui gírias, varia pelos fatores sócio econômicos e pela formalidade ou não da ocasião. Um autor erudito que escreva num conto uma fala de um marginal da Favela do Buraco Quente gritando para sua gangue :” Corram, amigos ! Os policiais estão chegando até nós...” Soará artificial e fajuto, quando se for um autor com um mínimo de discernimento colocará : “ Vamu rapá fora , macacada. Os “ homi’ tão chegando de sola “

Neste último caso soará mais natural e o leitor não terá dificuldade de compreender que não se trata de um único policial , entendendo a mensagem, como cotidianamente ocorre no universo da linguagem popular, pois os manos da gangue também compreendem o recado. Quem já não saiu à noite pra catar umas "mina',umas buceta,umas gata,umas guria,umas chinoca, no singular mesmo(torcendo pra ser no plural )

Citação :
Em um outro exemplo, os autores mostram que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.
Como os autores demonstram esta ausência de problema, e em qual sentido, só o jornalista da matéria sabe . Suspect
Citação :
Ao defender o uso da língua popular...
,A matéria não especifica como é feita a defesa
Citação :
os autores afirmam que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva
.

Os autores estão certos outra vez, já que a linguagem Culta ,regida por regras ,é apenas uma parte( Há a coloquial) já que nasce a partir da linguagem viva, que está sempre em transformação, sem falar que o primeiro hominídeo não nasceu recitando Camões )

Citação :
E destacam em um dos trechos do livro: “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas lingüísticas”.
os autores novamente falaram a verdade ,inclusive com quiproquós do Aurélio vs Houaiss a cada reedição, para decidir o que vai sair da indigência vocabular para ser alçado ao Olimpo do léxico. Neutral
Citação :
E mais:
notem o “e mais”, com o qual o jornalista dá a entender que está apresentando uma enxurradas de argumentos
Citação :
segundo os autores, o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito linguístico” caso não use a norma culta.
Mais uma verdade irrefutável apresentada pelos autores. Não só sofrerá preconceito dos talibãs da norma culta, como serão visto por menosprezo pelos “pau no cool e descolados” que também espicaçam a norma culta com seu chiquê up-date : “Vou pagar meu Ipod no “cash’, não estou na “vibe’ de usar cartão”.
Citação :
O livro da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático.
Com esta última linha nosso intrépido gutemberguiano pretende escancarar o absurdo de uma obra que prejudica a formação educacional da molecada ter sido aprovada por um órgão que devia zelar pela educação.
No frigir dos ovos , todas as citações atribuídas aos autores estão munidas de coerência e verdade.

Qual é o contexto do livro, sua proposta , não sabemos e temos que acreditar, na base da fé, no julgamento moral do título da reportagem e análise do jornalista. Os autores incentivaram os alunos a usar está linguagem não culta no ENEM ? Em provas para concurso público ? Não sabemos e a reportagem se cala sobre o assunto. Também é omisso com relação à qual estudante/faixa etária se destina , o que pode ouriçar a turba de pedagogos que urrava contra a fala do Chico Bento e eu já vejo as tochas sendo acesas .E se for para alfabetização de adultos que já falam a linguagem popular?Um complemento de reforço, debate ou discussão em classe a partir do ensino médio e não para petizes do maternal ?A notícia informa isso ?... silent Lhufas

Tudo o que ficou claro na reportagem é que os autores mencionam que a norma culta não é a única, e de que a linguagem viva é importante, o que são duas verdade auto evidentes, além de que a linguagem culta nasce da linguagem viva, outra obviedade.
Ou será que o dito jornalista ainda chama seus conhecidos, parentes e amigos de Vossa mercedes , ao invés de você, ignorando que o “você” nasceu do “inculto’ e despreocupado vosmicê ? Se há uma proposta pedagógica por trás da obra, ela não é mencionada pela superficialidade da matéria que já encaçapa a bola da certeza na caçapa do canto, sem dar vez para maiores aprofundamentos.

O livro, vai se saber, pode até ser o “atentado ao pudor” sugerido pelo jornalista no título da reportagem.
Mas não será esta matéria tão "tuiuiú" que me convencerá disto.
Mas a reportagem realmente deixa patente que o MEC anda pisando na bola nas suas funções de manter o nível educacional em grau elevado...
ao menos nas "faculdadi" de jornalismo,sô ! Orly
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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 9:58

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Quando se abre mão de padrões de qualidade na linguagem, inevitavelmente você acaba sendo permissivo com os erros apenas por condescendência ao "pobre".

A linguagem popular infringe as regras.
Há que se ter compreensão por isso mas vai um caminhão de distância a anuência ou mesmo concordância com sua utilização.

Quem fala ou escreve errado é porque pensa errado.
A comunicação é a concretização do pensamento da pessoa.
Se ela desobedece as regras por desconhecimento é uma coisa.

Se ela desobedece as regras por OPÇÃO, aí é burrice.

O MEC quer ser condescendente com o erro, enquanto enaltece uma atitude baixa e vil, contrariando a moral e a ética do ensino.
Tudo isso pra seguir a cartilha do PT que enaltece a pobreza.

É a ditadura do academicismo.
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 11:17

B.K. escreveu:

Se ela desobedece as regras por OPÇÃO, aí é burrice.

Ou ESTILO. Cool FACE

Eu só estudei em escola FUDIDA (com U que é pra denunciar a precariedade da coisa), mas uma coisa que eu aprendi foi diferenciar muito bem "linguagem padrão" (ou "norma culta", como quiserem) e "linguagem coloquial" - e SABER USUFRUIR de cada uma delas de acordo com o contexto.

Na rua, no Clock-Up, no Foro de SP, no MSN e no Formspring, escrever como a gente fala, usar gíria, palavrão e se aproximar da linguagem coloquial é ótimo. Porém desde cedo a escola (mesmo capenga) e meus pais me ensinaram "olha filho, você pode até falar 'mió', 'pió', 'us hômi', 'as quiança', 'tá rekalkada comiguh num fódi' etc. na rua e com os amigos, mas na hora de pedir emprego, assinar contratos, trocar correspondência empresarial, recorrer à justiça, ler leis e comunicados do governo, enfim, quando for se comunicar formalmente, você TEM QUE conhecer e usar a norma padrão, senão você vai ser feito de bobo, ser visto como gente inferior e pior, não vai saber do que se trata o texto. E quando você não sabe do significado das coisas, as pessoas com mais conhecimento te manipularão e botarão no seu CU."

Se essa diferenciação não for feita (ou melhor, se a escola e os pais não mostrarem logo pra meninada a importância de conhecer e usar as duas linguagens no contexto certo), aí fode tudo mesmo, e teremos um Foro de São Pauloês.
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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 12:20

Aí que está, excelente colocação.

DIFERENCIAÇÃO!

O acadêmico parte do princípio de que as pessoas são diferentes.
Ele as separa entre cultos e incultos, entre pobres e ricos, entre bem nascidos e favelados.

Só que ao invés de levantar o favelado e trazer ele pro seu (deles) nível, ao invés de elevar a peãozada para que TODOS sejam acadêmicos, o que eles fazem?

Não apenas ENDOSSAM mas ENALTECEM a pobreza!

Daí vem a justificativa de que tem que se "respeitar as diferenças", tem que "aceitar" o pobre como sendo o que é, um fodido e, por isso, nós temos que ser tão fodidos e merdolentos quanto eles!
E quem não for é porque quer acabar com os pobres, quer acabar com a miséria...

Porque a miséria é autêntica!

Cara! Acho que tirando a Índia, o Brasil deve ser um dos únicos países do mundo em que quer manter o pobre pobre, o ignorante ignorante e, pior ainda, quer trazer a ignorância para todos!
Porque a burrice é um "estado natural do ser humano", que só poderemos ser iguais se todo mundo estiver na bosta!

Ou seja, o acadêmico quer que todo muno seja imbecil pois, assim, ele pode ditar, lá do seu Olimpo, as regras que bem entender.
Mantendo, para si, todo o conhecimento, todo o cabidal de informações.

Toda a Verdade.

Isso tem um nome: golpe.
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Crocodilo
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 13:33

[quote="B.K."n]
Só que ao invés de levantar o favelado e trazer ele pro seu (deles) nível, ao invés de elevar a peãozada para que TODOS sejam acadêmicos, o que eles fazem?

Não apenas ENDOSSAM mas ENALTECEM a pobreza!

Daí vem a justificativa de que tem que se "respeitar as diferenças", tem que "aceitar" o pobre como sendo o que é, um fodido e, por isso, nós temos que ser tão fodidos e merdolentos quanto eles!
E quem não for é porque quer acabar com os pobres, quer acabar com a miséria...
[/quote]

Exatamente isso! Existe hoje uma demagogia desgraçada pregada principalmente pela esquerda em torno da desigualdade social...


Numa comunidade no Foro de São Paulo tinha um tópico sobre o que melhorou e piorou no Rio de Janeiro, daí um cara colocou uma foto dos morros cidade nos anos 60
e uma foto atual com os mesmos entupidos de favelas, e citou sobre os rumos da cultura, criticando a espansão do funk carioca.

Logo a turma começou a linchar o cara , taxando o cara de nazista, intolerente, fã do BOPE, que o sonho dele era jogar uma bomba na favela e mimimi...
O cara então tenta explicar, que não é bem assim, e citou que não só basta eles sair da favela como a favela tem que sair deles, citando os "novos ricos".
Logo a turma vem com a pérola que o cara quer elitizar as pessoas humildes, que isso é papo de Prates, Mainardi e essas merdas, que é o direito deles
que funk carioca é patrimônio cultural e auuuuuuu....

Isso que eu chamo de Regina Caselização da cultura brasileira... o engraçado que esse pessoal que faz pose de defensores dos excluídos, são ricos que se cagam de medo de cruzar em
uma rua cheio de esmolés, se recusam a botar seus filhos numa escola pública, e reprime seus filhos quando descobre que tem um colega favelado...


Fora que da outra ponta tem a turma geralmente de direita, que realmente pensa que "favela só se entra atirando" "É tudo bandido!" "Pobre é assim por que merece!",
que quando é contestado vem com essa de "Terrorista" "Defensor de bandido" "Diretos Humanos o cacete", enfim...

O Brasil tá mesmo rumando a Índia...
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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 17:19

Aí está, senhores, o maior de todos os entraves que arrebentam de vez toda e qualquer tentativa de se tirar o país do atoleiro.
Essa divisão interna que o país possui, digo, que o povo em geral possuí, ao se ver como "nós" e "eles."

Quando deveriam se ver como "todos".

Fodeu, não vai pra frente, não.
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qua 18 Maio - 21:05

Os autores não estão certos.
O cúmulo da imbecilidade é ensinar o que não se deve fazer.

Ensina-se o que se deve fazer. O que não se deve fazer deve ser ignorado ou enflueniará o aprendiz.

O cúmulo da imbeilidade é perder tempo de aprendizado na escola com coisa que se aprende na rua.
Não se aprende o português correto na rua, nem matemática, nem filosofia.
Na rua só se aprende o que não presta. Precisamos que a escola também ensine o que não presta?

Perde-se tempo precioso de educação de verdade, com o que o pequeno pode aprender com a empregada, com os coleguinhas ou até mesmo com seus pais.

Estupidez total e completa ensinar o que já se sabe.
Ou melhor, o que 'não se sabe".

Esse tipo de coisa jamais deveria fazer parte de um livro didático.

Temos que ensinar algo que possa agregar valor, não o que todo mundo já sabe.

Isso, meus amigos, é apenas mais uma faceta dessa onda do politicamente correto.
Isso é pra ninguém mais rir daquele que fala tudo errado.


Caralho. Daqui a pouco, quem fala e escreve corretamente, e acha isso importante, será taxado de esnobe, de metido.
Igual essas pessoas "que leem livros".
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Dr-Peste
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 19 Maio - 1:54

A “divina” Tv globo exibiu uma matéria sobre o caso no Jornal Nacional, oportunamente, já que estavam emplacando uma série sobre educação. Infelizmente, com todo o rigor técnico , não conseguiu ir muito mais fundo que a matéria da Ig. Teve um rapidíssimo aparte de uma das responsáveis pela obra( uma tiazinha com aquele ar intimidado do “tô na tv, qualquer escorregão e viro chacota no youtube pelos séculos afora”

E fora o cenho profissionalmente franzido do “Will” Bonner que ele costumeiramente reserva para mostrar a “gravidade da situação”, a notícia foi a mesma água rala, se restringindo a 2 páginas da obra, citando praticamente as mesmas frases do Ig.

Gostaria de frisar que não estou defendendo a referida apostila, o que seria cair no contraditório, já que defender algo base baseado em parcas informações não é lá muito diferente de bater o martelo da acusação usando os mesmos critérios.

Por isso ,meu profundo enfado mental diante de materiazinhas rasteiras como da Ig acaba anulando qualquer abalo emocional ante o alegado atentando ao pudor “cultural”. Até porque a matéria falhou em me convencer que o atentado indubitavelmente ocorreu .
Longe de mim contestar a importância da linguagem culta, que engloba o vocábulo técnico, fundamental para a comunicação entre os profissionais e para o bom exercício de suas funções.

Exemplos na história de grandes civilizações cuja ascensão também evoca a formação de uma linguagem elaborada são abundantes.
Mas o que perturba é certa mistificação que às vezes faz parecer que a linguagem culta surgiu quando L\'os entregou a Moisés, junto das tábuas da lei, uma edição do Aurélio.

Algo tão estranho quanto supor que é a banana que sustenta o peso da bananeira, que dá a impressão de que não só qualquer mijada pra fora da língua culta é pecado mortal, como a língua popular só existe porque bárbaros impuros invadiram o templo do saber e raptaram a belas ninfas do vocábulo, para violenta-las e arrastá-las na sarjeta das gírias, estrangeirismos, e na lama dos maneirismos dos líderes sindicais em cima do carro de som: “Cumpánheros !”

Dá a entender que a cultura nasce sempre num processo de cima para baixo. O que é uma fajutice, ainda mais se tratando da linguagem. Os primeiros hominídeos devem ter começado a se comunicar com algo não muito diverso de um “mix” entre gargalhada de hiena e um arroto.

Mas , a duras penas, a humanidade e a linguagem evoluem, até chegarmos num patamar em que surgem supra-homens da sabedoria, que organizam a linguagem num sistema belo e coerente.
Tal sistema é importante e deve ser respeitado, mas sem cair em extremos, a ponto de que tais supra-homens declarem tal sistema estanque, cortando as amarras com o mundo, partindo para os céus do Valhalla, como a luminária universal da verdadeira sabedoria.(Pois é aí que o balãozinho murcha, encarquilha e cai)

O processo da línguagem é um processo de mão dupla, com a língua culta e a popular se influenciando mutuamente. Mas sua base se originou de baixo para cima, sendo pouco salutar tentar cortar o cordão umbilical com a tesoura dourada do academismo. E tentativas não faltaram de fazer o povão ir assistir a uma partida de ludopédio ou balípodo ,ao invés do futebolzinho.
Esse ilai-hê sobre o “trecho” da obra poderia levantar essa questão de desmistificação.

Porém não sou ingênuo, e desconfio que a obra cai mesmo para o lado “chororô” do “ vamos integrar todas as comunidades oprimidas da galáxia”, e do tal “enaltecimento da pobreza” e outra “mirabolices” pedagógicas e “sócio-bem-intencionadas-pero-duvidosas” , que se tornaram o topo do top nos últimos tempos.
Picard

Mas desconfiança não é certeza, e muito menos se tornará via esse texto muxiba do IG.

O MEC deveria liberar o download do texto na íntegra para que eu tirasse conclusões mais acuradas sobre qual era a proposta pedagógica da bagaça sem ter que recorrer à careta de “minha cueca tá apertada” do William Bonner.

Mas isso não faz a menor diferença , pois em cem anos estaremos todos mortos. What a Face

Por isso, quem tiver pressa em ascender à elite linguística sem passar vergonha e impressionando pedagogos e traçando bibliotecárias :

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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 19 Maio - 2:13

Foda-se Globo, foda-se IG, pau no cu do Bonner.

A verdade é que os caras lá querem enaltecer o erro e incentivar a burrice.

Quem deveria educar, deseduca.

Imagine se esse papo absurdo rolasse no Japão, Suécia ou mesmo nos EUA, a pátria do politicamente correto.

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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   Qui 19 Maio - 19:40

É pra todo mundo começar a falar igual ao Lula.
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MensagemAssunto: Re: Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado   

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