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 Quadrinhos Nacionais

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werrel
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 8 Maio - 11:26

Oh! Enquanto isso no twitter...

fiq_bh FIQ

Preparem seus portfolios! @CBCebulski editor e caça-talentos da Marvel, em novembro, no FIQ.

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Kamen Rider
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 8 Maio - 11:50

Vagas abertas para peão de obras.

_________________
"Quando ouço falar da cultura brasileira, já saco meu rolo de papel higiênico"

Olavo de Carvalho.


Compre aqui sua camiseta de tokusatsu

http://www.vitrinepix.com.br/clockup
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Ter 10 Maio - 17:55



Tchan!
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Quiof
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Ter 10 Maio - 19:37

Citação :
Lançamento Tormenta # 6
A revista Tormenta # 6 acaba de ser lançada pela editora independente Júpiter II. A publicação possui 32 páginas, em preto e branco, formato meio ofício, capa couchê colorida e custa R$ 4,00. Essa edição, Tormenta, personagem criado por Edu Manzano, tem a história narrado por José Salles (roteiro) e José Menezes (desenhos). Mais informações e pedidos pelo email smeditora@yahoo.com.br



http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1303270661

Citação :
Fernando Ikoma volta a produzir quadrinhos
Após ser redescoberto pela mídia especializada e pelas novas gerações, o mestre da HQB Fernando Ikoma (saiba mais aqui) ficou tão animado que, após 40 anos, voltou a produzir quadrinhos. Fernando foi um dos pilares da histórica editora Edrel nos anos 60 e 70 e produziu mais de 4.000 (quatro mil) páginas do gênero aventuras, terror, humor, super heróis e ficção, entre eles suas duas obras máximas, os personagens Fikom e Cibele, a espiã de Vênus.

Depois que abandonou os quadrinhos no início dos anos 70, Ikoma tornou-se artista plástico conceituado e nunca mais sequer leu um gibi na vida, quanto mais desenhá-los. Agora, revitalizado pelo carinho dos fãs e amigos, o Mestre volta a criar personagens, desta vez infantis, e se adapta as novas tecnologias, trocando os pincéis e tintas pelo Photoshop. Para conferir sua volta aos quadrinhos visite os blogs HQs Entre Amigos e Quadrinhos de Brincadeiras.
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1303879037

Citação :
Artes Originais a venda na Bodega do Leo

A loja virtual, especializada em HQBs, Bodega do Leo passa a vender obras originais de quadrinhistas brasileiros. A primeira leva conta com artes originais do Mestre Julio Shimamoto e dos novos talentos Carlos Brandino e Daniel Brandão. Oa preços variam de R$ 60,00 a R$ 300,00 por peça, dependendo do artista, técnica e formato.

Para visualizar todas as artes a venda ou fazer seu pedido visite a Bodega do Leo ou escreva para email contato@bodegadoleo.com.
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1303879064

Citação :
Conheça a Paper 4 Web, plataforma para publicações on-line
Para quem busca espaços para publicar seu trabalho no meio virtual com qualidade e sem custos, uma boa opção é a Paper 4 Web. Com uma plataforma simples e intuitiva, editoras e autores profissionais e amadores podem publicar seus arquivos gratuitamente.

Há uma seção dedicada a quadrinhos e ilustrações, com duas séries em andamento: o humor da Família Falcote e as aventuras da Fábrica de Monstros.
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1304998058

Citação :
Votu – Um personagem brasileiro com uma proposta diferente
Os quadrinhistas Mario Lima Cavalcanti e Leo Silva lançaram um projeto de um herói brasileiro com uma proposta diferente com relação ao uso de sua imagem.

O anabolizado Votu, um misterioso guardião da floresta, é apresentado como um personagem que pode ser usado livremente em projetos não-comerciais, seja em HQs, livros, sites ou jogos de RPG. Projetos comerciais também podem ser negociados, sendo consta no FAQ do site. Os autores divulgaram características de Votu, fragmentos de história e algumas imagens, à espera de roteiristas e desenhistas que criem aventuras para o personagem.

A proposta e maiores detalhes do projeto, bem como os contatos dos idealizadores de Votu, podem ser encontrados no site oficial.



http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1304568448
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 11 Maio - 8:59

Cacilda.
Só coisa fina...
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werrel
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 15 Maio - 21:02

Indicação do Prático, em http://sobreofim.wordpress.com/2010/04/28/a-felicidade-estampada-em-uma-arvore-de-natal/

Notas sobre o fim
A FELICIDADE ESTAMPADA EM UMA ÁRVORE DE NATAL

Publicado em Uncategorized por pedrofranz em 28/04/2010
Essa semana enviei por email as respostas a uma entrevista. Uma das questões perguntava: ” Como você vê o mercado de quadrinhos brasileiros? Procurou alguma editora antes de lançar a HQ de forma independente? Como está distribuindo a revista?”

A resposta era maior e um pouco ácida, mas foi bom editá-la. Havia muito mais coisa para dizer sobre isso que chamam de mercado de quadrinhos, mas acabei enviando as seguintes linhas.


“Acho que em algum momento decidi não me preocupar muito com isso. Com as regras do mercado, pela maneira como ele funciona. Pelo que vejo, a maioria dos autores que vivem dos quadrinhos trabalham pra fora ou precisam migrar para outras áreas, realizar trabalhos com ilustração, com design, ou quadrinhos comerciais – coisas infantis, aquelas adaptações literárias. Eu não sei se isso realmente é um MERCADO. Com pessoas desenvolvendo trabalhos autorais e conseguindo viver nele. Eu me sinto completamente distante disso. O que eu vejo dos autores novos é uma preocupação enorme em como publicar seu trabalho e não de encontrar as condições corretas para executar o trabalho que é o que me parece mais importante, acho que é o que traria novos lugares para os quadrinhos. Quando fui ao FIQ em Belo Horizonte para ver melhor como funcionavam as coisas, o que mais ouvi é que não dá pra viver de quadrinhos no Brasil. Então eu não sei se isso é um mercado…ou talvez seja um mercado pequeno, ou um mercado restrito. E eu provavelmente deveria estar preocupado com o “mercado de quadrinhos” mas não sei…existem outras coisas que me preocupam mais. Você vai a uma livraria, mesmo uma especializada em quadrinhos e pergunta sobre livros teóricos e há apenas manuais, aqueles livros do Eisner e do McCloud, uns livros de História das história dos quadrinhos que parecem repetir quase sempre as mesmas coisas, mostrar sempre os mesmos autores…isso me preocupa mais. O fato de a maioria dos “críticos”, dos jornalistas que falam sobre quadrinhos, que mantém sites sobre quadrinhos e parecem influenciar o entendimento das pessoas sobre quadrinhos estarem tão interessados em comentar a revolução editorial da Panini ou o beijo do Cebolinha e da Mônica ou algum filme baseado em algum super-herói. Isso é o mercado de quadrinhos que existe, acho. Nos últimos anos, surgiu isso de ver tão repetidamente a importância do Maurício de Souza pros quadrinhos brasileiros, autores dizendo como Turma da Mônica é uma influência no trabalho deles. Eu li Mônica. E ouvi Trem da Alegria, li aqueles livros da Vaga-Lume, vi Caverna do Dragão, achava legal as aberturas do Hans Donner. Eu era criança. Talvez algo daquilo permaneça comigo, é claro, você realmente não consegue medir essas coisas…mas você cresceu. Está em outro lugar agora. Há muita nostalgia nos quadrinhos, tanto por parte do público e da crítica, quanto de muitos profissionais. Uma nostalgia que não se vê em nenhuma outra área artística. E por outro lado, certos autores do passado que deveriam sem melhor estudados, melhor divulgados, melhor entendidos, acabam esquecidos. Fazer as coisas do jeito “certo”, bem contado, bem desenhado, do jeito que o leitor entenda, é ainda a maior qualidade de uma “boa história em quadrinhos”. Essas coisas me preocupam mais neste momento do que o “mercado” propriamente dito”.

Ainda sobre isso, vez ou outra, recebo algum email de alguém que parece estar começando a fazer quadrinhos e que me pergunta sobre o processo de criação de uma HQ. Dúvidas sobre a maneira correta de desenvolver um roteiro, sobre quais os materiais pra desenhar, tamanho de papel, como escanear…esse tipo de questão.

Sei que várias editoras (estrangeiras) trabalham com “regras” específicas, com um tamanho de papel, até mesmo um tipo de traço, com um processo de trabalho, uma logística, já que desenvolve o trabalho com uma equipe. Mas eu não vejo porque, alguém fazendo quadrinhos “independentes” no Brasil precisa seguir essas especificações. Ou esse tipo de estética. É como esses filmes nacionais que parecem beber apenas das novelas das oito e de comédia romântica de hollywood e acaba criando uma coisa meio estranha, meio boba, um pastiche esquisito que você já sabe o final.

Se alguém me perguntar: esqueça essas regras. Esqueça o número de quadrinhos numa página a que você está acostumado, esqueça o formato do balão, esqueça qual o material adequado pra se desenhar, qual a fonte você deve utilizar. Encontre sua maneira própria de fazer quadrinhos. Os materiais que mais se adaptam ao trabalho que você quer fazer, o tamanho de papel no qual consegue desenvolver melhor suas ideias. E a maneira como você prefere escrever um roteiro também. Vale para o formato que você vai imprimir o trabalho, o papel que você vai escolher.
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Quiof
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Seg 16 Maio - 21:50

Citação :
Velta e Mirza em um encontro inédito
Por Alexandre Nagado
16/05/2011


A editora Júpiter II, do batalhador a HQ nacional José Salles, está lançando um especial para colecionadores. Trata-se do encontro inédito entre Velta e Mirza, duas personagens clássicas dos quadrinhos brasileiros. O roteiro é do criador de Velta, Emir Ribeiro, que também fez os desenhos, trabalhando sobre esboços de William Cabral. A trama se passa em outra dimensão, onde a heroína de Emir se encontra com a vampira criada pelo falecido Eugenio Colonnese em uma aventura onde irão enfrentar Desmodo, vampiro que fora capaz de vencer o próprio Drácula.

A edição é cheia de referências a grandes nomes da HQ nacional e tem um artigo de Marconi Lapada, que conta sobre a carreira do grande Eugenio Colonnese, um dos maiores nomes da história dos quadrinhos brasileiros. Velta & Mirza tem 64 páginas em p/b, formato 21 x 15 cm e custa R$ 8,00.

Maiores informações: smeditora@yahoo.com.br


http://bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1305516435
Citação :
Desenhando Piadas - Nova revista independente
Por Alexandre Nagado
16/05/2011

Mais uma publicação independente busca seu lugar ao sol. É “Desenhando Piadas”, do cartunista Lucasi, uma edição produzida e vendida pelo autor. Com 24 páginas em preto e branco com capa colorida, a revista sai por apenas R$ 4,00 (frete incluso). Pedidos diretamente com o autor através do e-mail lucasihq@gmail.com



http://bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1305516267
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 11:26

VELTA e MIRZA?

PQP, quase solto o juco no teclado.
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Clanker
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 12:01

Fábio Leite escreveu:
VELTA e MIRZA?

PQP, quase solto o juco no teclado.

...denovo?

Já tivemos Velta contra Doroti, que segundo Rod Gonzalez é mais importante para a humanidade do que Watchmen.

E Velta e Raio Negro...

Agora, Velta e Mirza!

Qual será o próximo? VELTA & BLENQ?
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 12:14

É impressionante.
Comentei um lançamento lá no papo de quadrinhos:

http://www.papodequadrinho.com/2011/05/leyabarba-negra-lanca-o-morro-da-favela.html

E o cara mexeu no sistema de postagem pra evitar comentário de anônimo.
Se o cara tem medo de comentário, pra que soltar notícia?

Aliás, é noticinha de assessoria de imprensa, com farta distribuição na "mídia especializada"
Noticicinha irrelevante que todos os blogs de quadrinhos publicaram.

Depois eu olho o blog do cara com mais atenção e vejo que ele ganhou o "prêmio" Bigorna.

Pulta que o pariu, prêmio brasileiro de quadrinhos só serve pra queimar o filme do jornalista.
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Quiof
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 16:24

Mohamed escreveu:
É impressionante.
Comentei um lançamento lá no papo de quadrinhos:

http://www.papodequadrinho.com/2011/05/leyabarba-negra-lanca-o-morro-da-favela.html

E o cara mexeu no sistema de postagem pra evitar comentário de anônimo.
Se o cara tem medo de comentário, pra que soltar notícia?

Aliás, é noticinha de assessoria de imprensa, com farta distribuição na "mídia especializada"
Noticicinha irrelevante que todos os blogs de quadrinhos publicaram.

Depois eu olho o blog do cara com mais atenção e vejo que ele ganhou o "prêmio" Bigorna.

Pulta que o pariu, prêmio brasileiro de quadrinhos só serve pra queimar o filme do jornalista.

esqueram de Velta e Raio Negro vs Garra Cinzenta

falando em Garra Cinzenta:
Citação :
Garra Cinzenta pela Conrad


Durante mais de 70 anos, A Garra Cinzenta permaneceu como uma das obras mais cultuadas, discutidas e pouco conhecidas da história dos quadrinhos no Brasil. Lançada em 1937, no jornal paulistano A Gazeta, tornou-se um sucesso imediato, não só no Brasil como também no exterior, tanto que chegou a ser publicada no México
e na Europa. E teria, segundo vários estudiosos, influenciado HQs italianas e até a editora norte-americana Marvel Comics. No entanto, em meio a esse sucesso, a série deixou de ser produzida, deixando alguns mistérios: por que a paralisação? Quem seria Francisco Armond, que assinava os roteiros?
Agora a série volta a ser publicada, em uma edição de luxo, integral, pela Editora Conrad. Além de diversão garantida, é uma HQ com valor de documento histórico,um retrato especial da transformação pela qual passava a cidade de São Paulo na década de 1930.




http://comix.com.br/blog/?p=11346

outras notícias:
Citação :
Já me confessei algumas vezes, e o farei quantas forem preciso, de que fui um facínora das letras. Já fui facínora de várias formas: da grosseria, da indiferença, da raiva, dos baixos instintos – e consegui reunir todos esses defeitos lamentáveis em diversos textos e etc. que escrevi durante minha vida, por uns vários anos. Ainda pior do que repassar aos leitores as energias negativas, derrotistas, amarguradas de um (ex) espírito melancólico, escrevi e publiquei textos ainda mais vexatórios, onde cheguei a ofender diretamente algum irmão de caminhada, apontando-lhe o dedo em riste e ainda soltando fagulhas de ódio. Que sabedoria formidável a do cristianismo, impedindo as pessoas de julgar moralmente o próximo, de julgar quem quer que seja, pois ninguém é melhor que ninguém, cada um de nós temos nossos defeitos, nossas monstruosidades interiores, e uma auto análise sincera de nossa parte, o reconhecimento de nossas fraquezas nos fará entender que não temos autoridade moral para julgar ninguém! As traves que carregamos em nossos olhos são mesmo muito maiores do que os ciscos que se encontram nos olhos dos outros...

Hoje em dia, mais maduro e sereno, aceitando a sabedoria cristã e me esforçando para pô-la em prática, que remorsos terríveis me provocam as lembranças do passado. Se por um lado é muito difícil evitar remorso em demasia, dar-me conta de minhas próprias mazelas e reconhecer o triste animal furioso que já fui (e, vez por outra, talvez ainda o seja...), são atitudes que podem ser vistas como duros e entusiasmantes desafios para o esforço no aperfeiçoamento moral. Desta forma, venho mais uma vez aqui apresentar um pedido de desculpas, por condutas equivocadas de minha parte. Algo que se deu quando conheci mais detalhadamente o público da internet, notadamente do Foro de São Paulo. Até então, eu era um genuíno “fanzineiro de papel” – e agora o sou oficialmente, graças a série de documentários produzidos por Márcio Sno – e quem viveu a camaradagem, o clima de amizade e companheirismo dos tempos dos fanzines de papel, pré-internet, jamais se esquece. Que ótimo o bom Márcio Sno ter registrado tantos depoimentos importantes & emocionantes dos veteranos fanzineiros do século passado. Pois o que encontrei no Foro de São Paulo foi algo totalmente diferente, oposto mesmo, ao que se via no universo dos fanzines. Claro que vez por outra havia alguma discussão, alguma briga, mas o respeito e a amizade imperavam, fácil, fácil. No Foro de São Paulo, ao contrário, ofensas e xingamentos escabrosos são disparados sem qualquer pudor, muitas vezes por pessoas ocultas sob o anonimato dos perfis falsos. Naquela ocasião, eu dava os primeiros passos como editor do selo “sm editora” (que depois se tornaria Júpiter II), e tentei divulgar os primeiros gibis que vínhamos editando, nas comunidades sobre Quadrinhos. A mais famosa até então era a comunidade no Foro de São Paulo do Universo HQ, o famoso sítio da internet. Pois bem, qual foi minha estupefação, qual foi meu espanto e perplexidade ao me deparar com todos aqueles xingamentos, todas aquelas ofensas, especialmente contra os autores brasileiros dos Quadrinhos e seus personagens. Com meu orgulho ferido, saí falando e escrevendo mal a respeito daquela comunidade, e também contra o dono daquela comunidade, sr. Sidney Gusman, e por fim falando mal do Universo HQ de forma geral. Mas creio que a maior implicância tenha sido mesmo com o sr. Gusman. Desse eu critiquei até algumas coisas que ele disse num programa de televisão. Claro que uma grosseria como esta não se justifica, mas ainda assim tento justificar o injustificável: antes desses eventos, eu só conhecia o sr. Gusman de uma entrevista escrita feita por Henrique Magalhães (outro “fanzineiro de papel”, editor da Marca de Fantasia, um reconhecido editor que defende e publica autores brasileiros). E foi uma entrevista simpática! Tão logo li e pensei que, na certa, tratava-se de uma boa figura, alguém que, assim como Magalhães, também defendesse os artistas brasileiros. Quando descobri que ele é quem comandava aquela comunidade no Foro de São Paulo, e permitia tudo aquilo, então é que comecei escrever coisas mais indelicadas a respeito do sr. Gusman. De qualquer forma, é evidente que, se pretendo ser sincero com quem está lendo isso, devo admitir que eu é quem sou o maior responsável por aqueles textos lamentáveis que escrevi, não só neste caso específico, mas tudo que escrevi ofendendo as pessoas. Por isso devo ao sr. Gusman e a seus parceiros do Universo HQ um pedido de desculpas, que adianto aqui e o qual farei novamente se um dia estivermos frente a frente. Eu é que tive meu orgulho ferido, e acabei me deixando levar por críticas negativas. Cada um tem o direito de ser amigo de quem quiser ser, e mais ainda, gostar daquilo de que quiser gostar, seja uma HQ, estilos de HQ ou o que quer que seja. Andei discutindo com aqueles que defendem o atual estilo da Marvel/DC, que eu acho uma porcaria, mas e daí? Só por que eu não gosto mais disso, devo obrigar os outros a desgostarem também? Entrando neste tipo de debate, só desperdiço meu tempo – que deve ser cada vez mais dedicado ao bom trabalho editorial da Júpiter II, ajudando e sendo ajudado por parceiros, colegas, leitores e fãs.


E minhas agressões verbais ao Universo HQ parecem ainda mais ridículas hoje, quando chegamos ao sexto ano de publicações ininterruptas, mais de uma centena de gibis. E o Universo HQ, mostrando grandeza, mesmo diante de meu destempero verbal acabou divulgando alguns lançamentos nossos (como o faz atualmente com Velta & Mirza). Dentre os vários pedidos e encomendas de gibis feitos nestes seis anos, sempre existe a curiosidade em saber de sua procedência – quem é, de onde fala e onde viu o anúncio de nossas revistas. Pois nenhum cliente ou freguês dos nossas publicações disse ter visto divulgação no Universo HQ. Não porque o Universo HQ não o fizesse, mas pelo fato de que os leitores da Júpiter II em sua maioria não frequenta o sítio Universo HQ, que é notoriamente o preferido pela marvetes e decenautas (que, por sua vez, odeiam e/ou desprezam nossos gibis). O que estou querendo dizer, ressaltando meu próprio ridículo ao escrever ofensas ao Universo HQ, é que, para nossa História, quero dizer, para a História da nossa cooperativa smeditora/Júpiter II, não faria a menor diferença se o Univeso HQ existisse ou não! Por isso venho constantemente insistindo para que nos esforçemos em criar um público novo de leitores de Quadrinhos, dei até alguns exemplos práticos, como o Dia do Gibi Grátis aqui em Jaú. Ou antes disso, quando dava gibis gratuitos para a garotada vizinha da rua. Numa próxima crônica, falarei mais detalhadamente de como podemos fazer crescer a Júpiter II. (JS)


http://jupiter2hq.blogspot.com/2011/05/conversa-com-o-editor-retratacao-ao.html
Citação :
Morre em Portugal o desenhista brasileiro Alain Voss
Morreu na última sexta-feira (13), aos 65 anos, o desenhista brasileiro Alain Voss. Ele estava internado em um hospital de Lisboa, em Portugual, onde morava. Faleceu em decorrência de um AVC.
Quadrinista e ilustrador, Voss publicou alguns de seus principais trabalhos nos anos 1970 e 1980. Venceu na Europa o prêmio "álbum do ano" com a revista "Adrénaline", de 1982.

Lançada em 1978, "Heilman" chegou a ser proibida na Alemanha por tratar de assuntos polêmicos, como o nazismo.

Ele publicava na prestigiosa revista francesa "Métal Hurlant". Ligado à banda paulistana Mutantes, Voss também foi responsável pela arte da capa do disco "Mutantes e seus cometas no País do Baurets", de 1972.

O corpo de Voss será cremado nesta segunda (16), em Lisboa.


http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/05/morre-em-portugal-o-desenhista-brasileiro-alain-voss.html

Citação :
Nemo: Nova editora de HQs
18/05/2011
Integrante do Grupo Editorial Autêntica, a Editora Nemo anunciou dias atrás sua chegada ao mercado de quadrinhos. Coordenada pelo premiado roteirista Wellington Srbek, a Nemo começará a lançar seus álbuns de HQ em julho. Trabalhos inéditos se misturarão a clássicos, bem como autores nacionais terão espaço ao lado de internacionais. Entre os títulos anunciados, Arzach (de Möebius), Ciranda Coraci (Wellington Srbek e Will), Corto Maltese (Hugo Pratt), Dom Casmurro (Wellington Srbek e José Aguiar sobre obra de Machado de Assis), Romeu e Julieta (de Marcela Godoy e Roberta Pares, sobre a obra de Shakespeare), Otelo (de Jozz e Akira Sanoki, sobre obra de Shakespeare), entre outros.

A Nemo também está preparando conteúdo digital para iOS (iPhone, iPad) e Android, nas versões português, inglês, espanhol e francês. Visite o site.

http://bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1305693312
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 16:48

Quiof escreveu:

esqueram de Velta e Raio Negro vs Garra Cinzenta

E, ao que parece, um cross-over com os X-Men.
Olha o Ciclope ae.
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 18 Maio - 16:59

"Nemo: Nova editora de HQs"

Mas não é uma magavilha?
Nova editora que vai lançar material de 30 anos.

E um monte de adaptação literária ninguém lê.

Vamos fazer um bolão pra ver quanto tempo dura essa "nova editora" ?
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Fábio Leite
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Seg 23 Maio - 10:02

Citação :
E minhas agressões verbais ao Universo HQ parecem ainda mais ridículas hoje, quando chegamos ao sexto ano de publicações ininterruptas, mais de uma centena de gibis. E o Universo HQ, mostrando grandeza, mesmo diante de meu destempero verbal acabou divulgando alguns lançamentos nossos (como o faz atualmente com Velta & Mirza).

mimimimimimimimimimimimi

Mohamed escreveu:

Vamos fazer um bolão pra ver quanto tempo dura essa "nova editora" ?

Vamos. Eu aposto em 1 (hum) ano. Mas qual vai ser o prêmio? Um Banana Split?
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Ter 24 Maio - 23:40

Citação :
Meteoro, de Roberto Guedes, ganha nova edição


Já está programado para a segunda semana de junho o lançamento do terceiro número do Almanaque Meteoro, publicação independente do selo Guedes Manifesto, editada pelo escritor, editor e pesquisador Roberto Guedes (A Era de Bronze dos Super Heróis, HQM), trazendo as novíssimas aventuras de seu personagem, além de várias outras novidades.

Na história de abertura, “Doce Beijo, Amarga Decepção”, Roger Mandari, alterego do Meteoro, e a turma do Colégio Central vão assistir a um show aparentemente imperdível em uma badalada casa de espetáculos, porém, as coisas não são o que realmente aparentam e o Mascarado Voador se envolve numa grande “gelada”. O roteiro é do próprio Guedes, com arte de Claudio Vieira e Emir Ribeiro (Velta). Já na segunda aventura, “Zax, O Meteoro Humano”, Guedes escreve um divertido roteiro, com a arte cartunesca de Marcelo Borba.

Mantendo a tradição de sempre trazer personagens convidados em suas páginas, este número apresenta duas HQs inéditas produzidas especialmente para a revista. Uma delas é “Jonni Star”, produzida pela dupla John G. Pierce e Emir Ribeiro, protagonizada pela super-heroína homônima do circuito independente americano criada por Pierce, um dos mais respeitados estudiosos dos Quadrinhos da Era de Ouro, com artigos publicados em revistas como Alter Ego e Comic Buyer´s Guide. A outra é “O Natal de Chet”, com o clássico caubói dos tempos da saudosa Editora Vecchi (Tex), assinada pelo jornalista e roteirista Wilde Portella, com arte de A-Lima.

Encerrando a parte de quadrinhos, o cigano Zan-Garr da Valakia enfrenta a sensual e mortífera Lilith, a Rainha Vampira, em “O Templo da Morte”, com arte de Fabio Cerqueira.

Completando a edição, Cesar Brito entrevista o ítalo-brasileiro Primaggio Mantovi, criador do palhaço Sacarrolha, autor de livros sobre faroeste, de incontáveis HQs Disney e de personagens como Topo Gigio, Recruta Zero, entre outros. Steve Englehart, o mais aclamado roteirista de super-heróis dos anos 1970, faz muitas revelações surpreendentes a Roberto Guedes a respeito de seu período à frente dos principais títulos da Marvel e DC Comics. Por fim, para quem gosta de visitar sebos de revistas, a coluna de Gérson Fasano fornece muitas informações importantes sobre o formatinho Speed Racer, com histórias de um magazine argentino, raridade dos anos 1970.

Com capa ilustrada pelo veterano Sebastião Seabra e colorida por Zé Borba, o Almanaque Meteoro #3 tem 52 páginas, formato 16 x 23 cm e custa R$ 7,00.

Os 50 primeiros leitores que adquirirem este número receberão, inteiramente grátis, um exemplar da revista Meteoro Comics, título com reedições das primeiríssimas histórias do personagem, publicadas originalmente na década de 1990.

Os pedidos podem ser feitos diretamente com Roberto Guedes através de seu blog http://guedes-manifesto.blogspot.com/ ou pelo e-mail guedesbook@gmail.com. O preço é o mesmo para qualquer parte do Brasil, com frete já incluso.


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Quiof
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Ter 24 Maio - 23:41

Citação :
Meteoro, de Roberto Guedes, ganha nova edição


Já está programado para a segunda semana de junho o lançamento do terceiro número do Almanaque Meteoro, publicação independente do selo Guedes Manifesto, editada pelo escritor, editor e pesquisador Roberto Guedes (A Era de Bronze dos Super Heróis, HQM), trazendo as novíssimas aventuras de seu personagem, além de várias outras novidades.

Na história de abertura, “Doce Beijo, Amarga Decepção”, Roger Mandari, alterego do Meteoro, e a turma do Colégio Central vão assistir a um show aparentemente imperdível em uma badalada casa de espetáculos, porém, as coisas não são o que realmente aparentam e o Mascarado Voador se envolve numa grande “gelada”. O roteiro é do próprio Guedes, com arte de Claudio Vieira e Emir Ribeiro (Velta). Já na segunda aventura, “Zax, O Meteoro Humano”, Guedes escreve um divertido roteiro, com a arte cartunesca de Marcelo Borba.

Mantendo a tradição de sempre trazer personagens convidados em suas páginas, este número apresenta duas HQs inéditas produzidas especialmente para a revista. Uma delas é “Jonni Star”, produzida pela dupla John G. Pierce e Emir Ribeiro, protagonizada pela super-heroína homônima do circuito independente americano criada por Pierce, um dos mais respeitados estudiosos dos Quadrinhos da Era de Ouro, com artigos publicados em revistas como Alter Ego e Comic Buyer´s Guide. A outra é “O Natal de Chet”, com o clássico caubói dos tempos da saudosa Editora Vecchi (Tex), assinada pelo jornalista e roteirista Wilde Portella, com arte de A-Lima.

Encerrando a parte de quadrinhos, o cigano Zan-Garr da Valakia enfrenta a sensual e mortífera Lilith, a Rainha Vampira, em “O Templo da Morte”, com arte de Fabio Cerqueira.

Completando a edição, Cesar Brito entrevista o ítalo-brasileiro Primaggio Mantovi, criador do palhaço Sacarrolha, autor de livros sobre faroeste, de incontáveis HQs Disney e de personagens como Topo Gigio, Recruta Zero, entre outros. Steve Englehart, o mais aclamado roteirista de super-heróis dos anos 1970, faz muitas revelações surpreendentes a Roberto Guedes a respeito de seu período à frente dos principais títulos da Marvel e DC Comics. Por fim, para quem gosta de visitar sebos de revistas, a coluna de Gérson Fasano fornece muitas informações importantes sobre o formatinho Speed Racer, com histórias de um magazine argentino, raridade dos anos 1970.

Com capa ilustrada pelo veterano Sebastião Seabra e colorida por Zé Borba, o Almanaque Meteoro #3 tem 52 páginas, formato 16 x 23 cm e custa R$ 7,00.

Os 50 primeiros leitores que adquirirem este número receberão, inteiramente grátis, um exemplar da revista Meteoro Comics, título com reedições das primeiríssimas histórias do personagem, publicadas originalmente na década de 1990.

Os pedidos podem ser feitos diretamente com Roberto Guedes através de seu blog http://guedes-manifesto.blogspot.com/ ou pelo e-mail guedesbook@gmail.com. O preço é o mesmo para qualquer parte do Brasil, com frete já incluso.


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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 25 Maio - 12:21

Desenho tosco do caraio...
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Maggot
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 25 Maio - 16:44

Seabra, Emir Ribeiro, Renato Guedes... Perceba que só gente VELHA e desatualizada insiste nessa merda de "super-herói brasileiro, au au"!
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qua 25 Maio - 18:15

E é uma merda justamente por causa desses caras.
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qui 26 Maio - 18:04

Esqueceu a senha meu filho?

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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qui 26 Maio - 19:49

Não, velho....
É que no trampo o Clock Up tá bloqueado.
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Quiof
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Qui 26 Maio - 23:25

o Guedes como jornalista manda bem, só que como roteirista copia muito Stan Lee e Roy Thomas, o que era inovador fica clichê.
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 29 Maio - 1:51

Mais alguns lancamentos de hqs nacionais e estes confesso a voces q me chamaram atencao:


Guerra - 1939-1945 marca a retomada da tradição de HQs de guerra produzidas no Brasil, que teve a revista Combate, publicada nas décadas de 1960 e 1970, como grande expoente.
O álbum retrata a Segunda Guerra Mundial com desenhos extremamente realistas. Compõe-se de seis histórias, cada uma delas introduzida por um texto de contextualização e narrada sob o ponto de vista de personagens que participaram do conflito: soldados, pilotos de avião, kamikazes e prisioneiros de campos de concentração. O resultado final é um panorama singular e realista da Segunda Guerra, que certamente agradará os amantes de quadrinhos e de narrativas bélicas.


Em seu novo trabalho, Marcello Quintanilha, autor premiado com o HQMix de melhor desenhista nacional por Sábado dos Meus Amores, revela aos leitores mais crônicas visuais do Brasil e, em especial, do Rio de Janeiro. Em narrativas que mesclam o trágico e o cômico, acompanhamos pequenos momentos da vida de uma costureira, de um jogador de futebol, de um folião, de um sambista, de um motorista de lotação, entre outros. Juntos, esses personagens e suas histórias compõem um retrato em que o Rio de Janeiro atual se mescla ao Rio de Janeiro nostálgico de meados do século XX.

Alguem ai conhece algo sobre estas duas hqs, recomendariam?? Vo esperar algum tempo e fuçar em algum sebo por elas.
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Kamen Rider
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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 29 Maio - 10:34

O foda da Conrad é que ela so lança hq nacional cabeça, porra eu quero um gibizinho mais comercial r não essas porras ai.

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MensagemAssunto: Re: Quadrinhos Nacionais   Dom 29 Maio - 14:21

Citação :
O álbum retrata a Segunda Guerra Mundial com desenhos extremamente realistas.
Por isso que achei estranho a capa parecendo de livro.
Se a arte é tão boa assim, porque não tem um exemplo disso na capa?
Chegou a folhear esse produto, svarog?
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