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 Rpgistas e suas mancadas

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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 2:31

Kerdied escreveu:
BK, a Licensa Aberta exige que você tenha uma cópia da licensa no final do livro, em inglês e deixando bem claro que o sistema está dentro do OGL criado pela Wizards of the Coast.

Ou seja, está assegurado a autoria inicial no nome da empresa.

Mesma coisa do Creative Commons! Dã!
Depois eu não sei o que é...

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Clanker
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 2:58

B.K. escreveu:
Kerdied escreveu:
BK, a Licensa Aberta exige que você tenha uma cópia da licensa no final do livro, em inglês e deixando bem claro que o sistema está dentro do OGL criado pela Wizards of the Coast.

Ou seja, está assegurado a autoria inicial no nome da empresa.

Mesma coisa do Creative Commons! Dã!
Depois eu não sei o que é...


Mas é, ué. Rolling Eyes

E queria entrar em contato com tua patroa, BK.
Se ela tem olho clínico para jogos e talento para tal, seria uma boa para mim trocar idéias com ela sobre isso.
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B.K.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 11:41

Kerdied escreveu:
Se ela tem olho clínico para jogos e talento para tal, seria uma boa para mim trocar idéias com ela sobre isso.

Não.
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Clanker
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 12:24

B.K. escreveu:
Kerdied escreveu:
Se ela tem olho clínico para jogos e talento para tal, seria uma boa para mim trocar idéias com ela sobre isso.

Não.

Como quiser então. Neutral
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Kamen Rider
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 17:28

B.K. escreveu:
Kerdied escreveu:
Se ela tem olho clínico para jogos e talento para tal, seria uma boa para mim trocar idéias com ela sobre isso.

Não.

Real Cool Face

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"Quando ouço falar da cultura brasileira, já saco meu rolo de papel higiênico"

Olavo de Carvalho.


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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 18:25

BK. Quando esse card game do Mil Nomes ficar pronto, vamos fazer um play test.
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Clanker
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 19:13

Mohamed escreveu:
BK. Quando esse card game do Mil Nomes ficar pronto, vamos fazer um play test.

É, vambora, agora fiquei com vontade de jogar.
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SuperSentai Saruman
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 19:57

B.K. escreveu:
Obrigado pela dica mas não, não vou pesquisar

A OGL foi uma tentativa de reformular a área do RPG e deu certo por muito tempo, dando a tônica que as empresas de RPG tomaram por muito tempo. Lá fora isso foi visível, aqui dentro teve certa repercussão.

Se mesmo assim não lhe interessa saber o que foi, evite emitir opiniões de coisas que não conhece muito bem e arrogar uma postura de "pesquisador do mercado".

Profissionalismo é isso?

Citação :
As vezes respondo, as vezes não respondo.

às vezes há argumentos, às vezes não.

[quote]

Citação :
Tudo acaba sendo uma sombra do que foi e mimimi.

O que interessa é que a Marvel aprende com seus erros porque é movida pelo lucro. E, por aprender, ela se renova.

A Marvel e DC vendem tanto hoje quanto venderam no passado, então? Quadrinhos de super heróis são sucesso de público? Não é o que vemos, com a Marvel dispendendo forças em tantas iniciativas (que assim como no RPG, funcionam só por algum tempo, como a linha Ultimate, ou o aumento de páginas em alguns títulos da DC). Mas você que é o profissional de quadrinhos, e deve saber muito bem disso. Só não quer dar o braço a torcer.

Citação :
A questão maior é essa: enquanto que a Marvel se fodeu indo pras livrarias, depois voltando aos quadrinhos populares, o RPG se estagnou exatamente por não ser IDEALIZADO pra ser popular.

Então chegamos a um consenso; o problema do RPG antes está na base - com seus livros imensos e regras complicadas. Que, porém, foi idealizado assim. Uma mudança nisso, seria mexer nessa estrutura "ideal" e fundar algo novo. Pode resultar algo muito interessante daí, algo muito melhor do que o que temos: mas aí seria outra coisa. não RPG como conhecemos.

E você se contradiz: primeiro disse que o RPG é "um produto popular que foi elitizado" agora diz que ele nunca foi idealizado para ser popular. Decida-se.

Citação :
Tanto que bastou eu citar o cardgame pra vir o nojinho porque, de novo, o cara que curte RPG tem um Xuxa preconceito sobre os cards...

Sendo que esses são excelentes modelos de produtos pra se reestruturar o RPG e trazer novos aficcionados.

Não é nojinho. É que sua concepção dos cards em relação ao RPG não fica clara. Podem ser um excelente modelo para reestruturar o RPG? Claro! Mas por si só os cards não reestruturam o RPG, e gostaria mais de saber como você (ou sua patroa, whatever) pretendem fazer esse intercâmbio.

Citação :
Porra, nem minha filha que é alucinada por jogos se interessou por guerras táuricas!

Exemplos subjetivos (o gosto de sua filha) para ratificar uma asserção objetiva não são lá muito profissionais:´é só retrucar que "fulano, aficcionado por jogos/literatura/etc se interessou por guerras táuricas"

Citação :
Não por causa das regras em si mas pela TEMÁTICA IMBECIL!

A temática não é ruim. É, na verdade, um tópos literário que encontramos já na primeira obra literária do mundo ocidental. O confronto de dois exércitos, cada um com suas prerrogativas e valores morais, onde as noções de certo e errado não estão bem delimitadas.

O minotauro é uma figura mitológica que vem lá dos gregos e tradicional em histórias de fantasia.

O problema do Guerras Táuricas não está nem na temática, tampouco nas regras: mas na execução.

Citação :
"Ah, mas eu gosto."
Beleza, eu gosto de Ultraman mas o mercado não quer Ultraman, porque as pessoas não querem Ultraman.
Da mesma maneira que as pessoas não querem RPG.

O grande público não quer RPG, Ultraman, quadrinhos, literatura...mas para cada uma dessas coisas, há público.

Citação :
Eu creio que não funcionou exatamente porque se desprezou o binômio "HISTÓRIA + JOGO".
Então você caiu em contradição de novo. Pois lá em cima você disse que "funcionou para a sua época"
Os editores desse segmento, por serem fãs e não empresários, lançaram um olhar... De fã! E fizeram aquilo que todo fã curte: trabalharam em cima das regras, êêêêêêêêêê, regras, dadinhos, êêêêêêêê!

Mas uma vez que os caras foram pra essa direção, o público novo, comum e normal, ao se deparar com uma história imbecil, cheia de baboseira, tolice e bobagem...

Largou mão e foi pra outro lado.

Então você caiu em contradição de novo, pois disse, há um post atrás que "funcionou para a época".

Citação :
Porque-vocês-não-objetivam-a-história!
Vocês-objetivam-as-regras.


Mas o público quer história, meu nego!
Uma vez que a qualidade da história cai, pode deixar as regras em aberto, pode dar o jogo de graça que ninguém quer essa bosta.

É nisso que você deveria pensar.

Seu pressuposto está errado. Deve haver um equilíbrio básico entre a história e as regras, pois uma condiciona a outra. Nenhum RPG subsiste apenas de regras, mas tudo é ambientação -- as regras vêm depois. Mesmo um RPG como 3D&T, que é um livro "só de regras", carece de uma base criativa para elaborar opções para os personagens (poderes, defeitos, raças, estas coisas).

Citação :
Eu tenho uma visão universalista.
Eu não vejo diferença entre Par-Ou-Ímpar e AD&D.
Pois ambos são sistemas matemáticos de confronto de dados.

Porra, BK.

O Par-Ou-Ímpar então é um sistema matemático de confronto de dados???? Porra

Mas bem, o RPG usa um sistema matemático de confronto de dados. Mas não é só isso. Falei exatamente sobre isso lá em cima, naquele post que você não respondeu. Dá uma olhada lá.

Citação :
É só pegar um universo ficcional excelente e jogar regrinhas em cima.

Eu concordo.

Citação :
Uai! Não fizeram isso com Senhor dos Anéis, com boa parte da Literatura de Fantasia?

Não.

Citação :
E não foi o sucesso que foi?

Nenhum RPG de Senhor dos Anéis funcionou.

Citação :
Então não tem jeito, RPG sem boa história só resta regras.
Os fãs adoram regras mas o público comum PRIMEIRO começa coma história, DEPOIS vai pras regras.

Eu concordo com você, mas infelizmente o problema não está aí. Há RPGs com excelentes histórias, ótimas temáticas, e nem por isso saem do nicho. Houve RPG do Senhor dos Anéis (que sabemos bem da qualidade do universo de Tolkien) e foram todos cancelados.

Citação :
Isso já foi feito um dia com o 3D&T em seus primórdios; Com First Quest, que o Kerdied lembrou; Até com revistinhas em quadrinhos.

Citação :
Não foi o suficiente. Porque foi, de novo, uma visão elitista.
Só o termo 3D&T dá urticária em qualquer editor popular.
Frases em inglês, terminologia complicada...

Aqui você faz sentido. Só uma ressalva: "3D&T" foi o modo como o jogo ficou conhecido depois de um tempo. No começo, era uma revistinha chamada "Defensores de Tóquio", e depois, eram revistas da linha "Dragão Brasil" enfatizando o universo criativo em questão: Street Fighter, Mortal Kombat, etc.

Só mais tarde sairia o Manual 3D&T - um compêndio com todas as regras apresentadas até então - E este veio encartado em uma revista Dragão Brasil.

Citação :
Ih, meu nego, eu não tô nem aí pra essas coisas!

Olha a contradição, BK:
Primeiro você acompanha o RPG desde os anos 80 e se considera um pesquisador da área. Agora, você" não tá nem aí pra essas coisas". Decida-se.

Citação :
Mas a verdade é que a IMAGEM que o RPG tem é extremamente desagradável, rançosa, fresca.

Infelizmente, e concordo que isso deveria mudar.


Citação :

Mano!
Mata essa merda!

Quando ninguém mais se interessar pelo RPG como ele é hoje, ele morrerá. Por ora, o público consumidor (ainda que pequeno, infelizmente) está bem servido.

Citação :
Exclui.
Porque as pessoas não querem enrolação.
As pessoas são simples e querem diversão simples.
Monopoly tem uma versão em cartas! Porque a Hasbro percebeu que o público quer mais simplicidade.
O único segmento de jogos que vai contra a simplicidade é o RPG!

D&D 4º edição é mais simples que seus antecessores, pois tem uma outra dinâmica, mais afim ao que se imagina do público hoje, mais ligado em MMORPGs (e está, igualmente, nas mãos da Hasbro). 3D&T é simples, sem enrolação. Falta, como eu disse, acessibilidade.

Citação :
Não.
Pode te parecer surpreendente...
Mas o público é condicionado a gostar das mesmas coisas.
Gostam dos mesmos temas, das mesmas histórias, dos mesmos arquétipos.
Essa sua idéia de "universalismo de percepções e gostos" é balela.

Não discordo. Qualquer obra é um desenvolvimento de lugares-comuns, mas é o modo como esse lugar-comum é trabalhado que garante a apreciação de um trabalho ou não. Não é meramente o uso do tema ou do arquétipo que garante uma obra, e sim como o autor - que é uma força individual (na medida em que seu gênio trabalha aquilo que é coletivo) vai trabalhar essas coisas.

No limite, você pode dizer que a Ilíada e Dragon Ball Z trabalham os mesmos arquétipos. Mas a abordagem, que depende do autor, é completamente diferente.


Citação :
Prazer é um polvo com muitos braços mas todos levam a um lugar só: sexo. E todo ser humano adora sexo.

Se padrão de gosto não é universal, como é que o sexo vende tanto? Hm?

Boas histórias mexem com emoções humanas como medo, piedade, libido, que são emoções subjetivas e interiores. Mas uma história com sexo pode ser tanto boa quanto ruim. Não é a presença de sexo que determina a qualidade em uma história, mas sim como o sexo é trabalhado.

E vender, já diz você, não é sinônimo de qualidade.

Citação :
Seu gosto não é subjetivo. É objetivo. Eu digo o que você gosta só de saber sua classe-social, formação e raça.

Discordo, pelo que já expus acima.

Citação :
A conta bancária do autor representa que ele obteve independência financeira e, portanto, seu produto funcionou. Significando, no Capitalismo, que ele obteve sucesso. Não é nada "externo" ao produto pois um carpinteiro que faz uma linda cadeira tem sua paga.
Um autor de merda tem uma paga de merda. Lamento, mas o Capitalismo é assim.

O exemplo do carpinteiro que faz uma cadeira é pragmatista. A arte não é por definição pragmática. No dia em que for, ela morre.

Citação :
Eu te aponto uns 4, 5 autores que estão publicando há mais de 30 anos e suas publicações não são lidas. É incrível mas isso acontece.
Eu te aponto, na banca, um gibi que está sendo vendido há mais de 15 anos e que não dá lucro. Se paga. Mas não dá lucro.

Dê nome aos bois.

Citação :
Não rola Funk Carioca nas FMs aqui de SP. Mas TODO MUNDO na minha rua ouve direto.

Eu não ouço funk carioca, porque não é um produto destinado para mim. Se somos condicionados a ter o mesmo gosto, se o gosto é imposto, porque eu não gosto de funk carioca?

Ser ouvido por todos em sua rua, pelo grande público, é indício da qualidade do funk carioca?


Citação :
O meu livrinho vendeu 70% da tiragem sem que os "grande sites especializados" dessem uma linha que fosse a respeito dele. Mas vendeu, tive lucro e estou aumentando meus trabalhos.

Então um livro que esgota sua tiragem - ainda que baixa - é sinal de sucesso? É sinal de que o grande público está consumindo?

[quote]Ora, mas isso é muito fácil!

Citação :
O defeito técnico MORTAL do RPG é sua INACESSIBILIDADE! Sua COMPLEXIDADE enche o saco. Não digo isso pela minha opinião pessoal mas pela minha visão de editor mesmo. Isso é um defeito mortal no RPG.

Eu concordo.

Citação :
E na parte autoral... Fala sério, você quer MESMO que eu comente?
Guerreiros estúpidos, armaduras idiotas, ausência de pesquisa, elementos de junção do plot, personagens sem a menor Unidade Aristotélica... (estou falando dos quadrinhos e textos que tive acesso).

Podemos discutir caso a caso aqui. A quais quadrinhos ou livros de RPG você teve acesso? Sem detalhes não tem como debater, posso concordar ou não com as coisas que você diz, mas sem detalhe é difícil.

O conceito de unidade aristotélica se refere à unidade de ação ou de personagem? Há textos que prescindem dessa unidade em vista de uma narrativa assumidamente fragmentada (textos dialógicos, polifônicos, como Dostoiéviski, por exemplo)


Citação :
E o design porco.

É foda, eu vi um desenho aí, nacional, em que umna guerreirinha medieval fazia pose.
Beleza.
Ela usava calcinha. E mini-saia.
Ambas foram inventada nos anos 50/60.
As espadas tem design arrojado, pedras de não-sei-o-que, mas a FORJA da desgraçada demandaria uma tecnologia ABSURDA!


É o conceito de verossimilhança interna que está em jogo aqui: por exemplo, pega um gibi do Batman. Um ser humano pode fazer tudo aquilo que faz o Batman? Não. Por isso, rola uma “suspensão da descrença”. Você sabe que aquilo não é possível – que na idade média nada daquilo existia – mas o que media aquilo não é a verossimilhança com a realidade, mas a verossimilhança que o autor constrói com o leitor e seu (dele) tempo.

Daí o lugar desses anacronismos: o autor de ficção não tem (necessariamente) compromisso com a História, pois sua obra aspira universais e não particulares (e isso também é aristotélico). Tudo depende do enfoque narrativo que ele quer dar.

Citação :
Enfim, eu vi tanta cagada que joguei as tralhas longe mas essa falta de cuidado, coerência e VEROSSIMILHANÇA é que fode essa parte autoral da brincadeira.

Coerência e verossimilhança são internas à obra, como eu disse.

Citação :
Entendo que é Fantasia, entendo que há "licença poética"

É tudo uma questão do pacto implícito que há entre todo o autor e leitor. Você pode aceitar cidades voadoras ou homens lançando bolas de fogo das pontas dos dedos, tanto quanto pode aceitar minissaias na idade média ou tavernas que mais parecem restaurantes.

Lida-se com outro universo, outro contexto, com sua própria verossimilhança interna – que depende do acordo não com a realidade factual (como era a Idade média real) mas com elementos que a própria obra engendra.

Citação :
Eu não acredito em nada. Eu SEI, é diferente.

Ok. Continue.

Citação :
No seu caso, você é fã de RPG. O que não te torna diferente de um fã do BBB ou Turma da Mônica.

Porque o fã é um fanático. E o fanático, lamento, nunca tem razão.

Ainda que eu discorde, e haja uma diferença entre “fã” e “fanático”, fica a pergunta: o que torna “o fã” um “fã”? Por que as pessoas lêem Turma da Mônica, assistem a BBB ou jogam RPG?

Citação :

Gosto não é subjetivo.
Gosto é IMPOSTO!
Somos bombardeados propaganda, por apelos de cores, luzes, sons e erotismo.
Somos guiados a acreditarmos em L\'os, Estado, política, vendas, comércio, RPG.

Concordo que gosto é imposição, mas ainda assim há margem para a atuação do sujeito. Se gosto é objetivo, então basta uma equação matemática para definir o que as pessoas gostam.
Mas não é bem assim: tem gente que gosta de novela, tem quem odeie, tem gente que lê Turma da Mônica, tem gente que recusa, tem gente indo ao cinema pra ver Tropa de Elite e Bruna Surfistinha só porque estão todos indo... e tem gente que joga RPG.

A imposição existe. ACEITAR o que é imposto, depende do sujeito.


Citação :
Uma das barras de sua prisão é o RPG. Porque desde que ele te dê o auto-reconhecimento que precisa, e que seja parte de sua "cultura" de "outsider", todo o resto não lhe interessa.

Você é um típico brasileiro e, portanto, ingênuo e iludido até o talo.

Como eu disse antes, você faz inferências demais, porque não crê em algo muito mais simples: que gosto é uma questão subjetiva.

Pode-se simplesmente gostar de RPG porque se vê qualidades intrínsecas a ele. Seu problema é achar que uma obra de arte para ter sentido, tem que ser “formativa de caráter”. Quando as pessoas comuns buscam apenas diversão. Você é um romântico.

Citação :

Citando o filósofo contemporâneo Sergio Peixoto

Deveria ter parado de ler aqui, mas continuo.

Citação :
"mentes simples, prazeres simples"
Você é um cara que se acha complexo. E pede, portanto, produtos complexos.

Só que 98% da população do mundo é composta de pessoas simples.
Que querem prazeres simples.

O RPG, pra ser popular de novo, precisa DESAPRENDER a ser complexo.

Só que isso não vai rolar porque as editoras, autores e turminha que consome essa tralha PRECISAM do RPG complexo.

Concordo até aqui. Como eu disse, muitas vezes os RPGs simples, vendidos em banca de jornal, não excluiriam os RPGs complicados, cheios de regras. Porque tem um público que consome esses RPGs.

Se não tivesse, não seriam vendidos.

O problema é que SÓ há esse tipo de RPG hoje em dia, não se vê iniciativas para chamar um novo público para o RPG, esses 98% que você diz.

Citação :
Não porque ele dá lucro ou não, mas porque eles querem se sentir exclusivos.

Sua inferência.

Citação :


O prazer que ele proporciona.

Porque tantos gostam de cerveja? Porque é gostosa!
Porque tantos gostam de cocaína, mesmo sendo crime? Porque alguma coisa de boa ela deve dar.

Porque você gosta de RPG? Porque, além de te dar prazer, existe nele um VALOR ADICIONAL!

Que valor é esse?

É o seu ouro.
É onde você deposita o seu valor maior, aquilo que lhe é mais precioso: seu Ego.

A propaganda tem muito disso. Ela puxa o Ego das pessoas: seja mais bonita, tenha o melhor carro, estude na melhor escola, seja especial, mais forte, mais rápido, sucesso.

Você encontrou no RPG a qualidade que queria...

Só que, infelizmente tenho que lhe dizer, essa qualidade é FALSA!
Porque é seu Ego te dizendo que há valores ali.

Pois seu Ego tem prazer com o RPG.

Citação :
Cara!
Não tem nada a ver com gosto pessoal!
Vaca brigando, cara!
É ridículo!
Tu gosta de coisa ridícula!
Beleza, eu também gosto. Gosto menos, mas gosto.
Mas até eu tenho meu limite.

Já expus minha opinião sobre as Guerras Táuricas em algum lugar.

Citação :
Caralho! E pare de se doer por uma bosta dum brinquedo! Assuma que é uma merda, SAIBA que é uma merda mas não me acuse de preconceito só pra livrar o seu prazer pessoal!

Pelo que você expõem até agora, concluo: RPG uma merda porque o público é um nicho, funk carioca é ótimo porque o público é enorme.

Respeito a sua opinião, é um indício – quanto mais pessoas gostam, melhor deve ser, não é? – mas eu penso diversamente.

Eu penso que o preconceito não passa de um pré-julgamento que fazemos das coisas. Em nenhum momento você fala do produto em si, trata de RPG e de suas temáticas sem conhecê-las ao certo (confunde conceitos a todo tempo, dá definições erradas) e diz que nem se interessa em conhecê-las (pois a OGL é uma iniciativa falida).

É pré-julgamento, sim, e, justamente por isso, em nenhum momento eu me doo pelas coisas que você fala.

Citação :

Porque não sairam do meínho dos fãs! Ficaram ali, no fiofó dos fãs!
Todo artista tem de ir aonde o povo está e essa merda não vai, mano!

Concordo com a segunda afirmativa, mas a primeira não incorre necessariamente que o produto é ruim.

Citação :

Ambientação É o jogo, mano!

Não, não é.

Citação :

Nem vem com esse papo de que "é só um hobbie", que não é!

Eu escrevo meus livros porque eles são a razão da minha Vida. Ninguém vai tão a fundo num tema por "hobbie".

Lamento, BK, é um hobby.

Não atuo profissionalmente na área, a razão de minha vida é outra. RPG é uma diversão de domingo, e que sim, gosto muito, porque mescla com outras coisas que gosto em minha vida: ler e contar histórias.

Se vou a fundo na área, é tanto quanto vai um bom jogador de damas, xadrez ou gamão. Nem mais, nem menos.
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SuperSentai Saruman
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qua 9 Mar - 19:57

Kerdied escreveu:
Mohamed escreveu:
BK. Quando esse card game do Mil Nomes ficar pronto, vamos fazer um play test.

É, vambora, agora fiquei com vontade de jogar.

Ôpa, também quero!
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Dr-Peste
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 1:13

Interessante o embate nos primeiros posts entre vídeo games e RPGs.
São diferentes é claro, mas competem por um público que em tese é o mesmo.
O mesmo já foi dito entre vídeo Games e Hqs, embora nunca alguém tenha apresentado um dado mais substancial do que a velha correlação do: “um foi pro alto e avante e o outro despencou”.

Na minha opinião, num malthusianismo de boteco produtores de hqs, games,cinema, putaria, marofa , jererê , pinga , todos competem entre si , direta e indiretamente, pela mesma porção de recursos variável e finita, que é o dinheiro/tempo de uma determinada faixa de consumidores dos 10 aos 30 anos(genericamente falando) .

Logicamente há vários fatores na equação, já que a priori vendedores de vídeo de sacanagem do Buttman não vão tirar professorinhas evangélicas das lojas de material gospel.(A posteriori pode ser que as professorinhas sejam ávidas consumidoras do Buttman). Mas antes que entre em campo todo o jargão marqueteiro do : " pesquisa de mercado, público alvo, plano de negócios e o escambau", estes recursos jazem numa imensa represa que alimentará os diversos veios do consumo.

Pra saber quanto destes recursos são passiveis de encher sua caçamba o produtor deverá empreender esforços para saber onde, quando e como jogá-la, sendo que também influi a qualidade da corda e respectiva caçamba. (aí entra a pesquisa, divulgação, etc,etc)

Nisto os games, seja para consoles ou pcs, se saem bem melhor que os rpgs, por diversos motivos.
Por exemplo, o vídeo game não precisa empreender tanto esforço na divulgação de si mesmo enquanto modalidade de diversão.
O que se divulga não é O vídeo game enquanto diversão, mas sim aquele jogo “tal”, aquele console” qual”.

Já o RPG ainda encontra a necessidade de ser explicado enquanto tal , ao menos fora dos “círculos”.
Além do manual( que RPGs também possuem) muitos games, mesmo sendo mais complexos que vários Rpgs, fornecem uma fase tutorial que permite aprender na prática, ou seja jogando, enquanto que em sua maioria os sistemas de rpg possuem uma curva de aprendizado comparativamente longa antes que todos possam botar o pé na diversão.

Rpgs sempre foram um jogo social, mas hoje com o avanço da internet, com os Mmorpg, os RTS(dá pra formar allys e bater altos papos enquanto se bombardeia o oponente), e até as patotas dos Counter-Strikes da vida, os games foram muito além do segundo jogador plugando o controle no console. É possível jogar com pessoas do mundo inteiro, sem ter que esperar uma convenção patrocinada pela Devir para isso.

Claro, nada se compara com a presença física dos jogadores e também ao prazer de participar de algo que não existiria tal como é se não fosse sua presença, não como consumidor, mas como coautor, pois é essa a sensação de quem participou de uma boa seção de RPG, que vai além do prazer da interatividade que os games oferecem , pois trata-se do prazer da criação.

E nesta diferença que torna o Rpg tão fascinante também está a dificuldade na popularização do mesmo .
Pois existe nele uma figura singular de jogador, a qual eu não conheço nenhum paralelo em nenhum outro jogo, que é o mestre do jogo(GM).

Imagine uma roda de carteado com os jogadores segurando cartões em branco pois os naipes e números das cartas só se revelarão após a chegada de um jogador “x”.
Ou um bando de jogadores uniformizados flutuando no vazio, pois tanto a bola quanto a quadra só se materializariam após a chegada deste jogador “x”.

O GM é esse jogador “x” e sua curva de aprendizado sempre será maior que a dos demais jogadores, não importando o quão simples , fácil, acessível e até mesmo babão seja o sistema, pois ela vai além dos manuais.

A simples existência deste jogador especializado já é algo excludente, pois qualquer um pode , se lhe apetecer, jogar um card game, bocha, gamão , par ou impar, batletech, cuspe a distância e até mesmo RPG, mas neste último caso, não como mestre. Assim como não é qualquer um que sabe contar piadas, mesmo gostando delas.

É um jogador que além de imaginação e criatividade, deve ter qualidades que por elas só já excluiriam uma grande parte da patotada, como certa maturidade, malemolência, muita paciência e até mesmo generosidade.
É muito fácil para iniciantes confundir a função do GM com um cargo de autoridade, ou como o dono da bola e até mesmo oponente dos demais, quando ele é o jogador que deve extrair diversão do fato de permitir que todos consigam se divertir.

Seria legal um sistema dinâmico, simples , que possa ser sacado da mochila e em 5 minutos ser posto pra funcionar, mesmo com um grupo de jogadores que nunca ouviu falar em RPG. Mas isso só não bastaria.
Seria preciso investimento na figura do mestre, ao menos bom suporte, com mais aventuras do tipo “pronto para uso,agite e beba”. Sim o conceito de aventuras prontas já é velho, mas a dinâmica como um todo precisaria ser renovada, com algo tão ágil e simples quanto uma ficha do jogo ScotlandYard...bem, talvez não tão simples, mas ao menos tão dinâmica.

Sem falar em investimento na atratividade como um todo, que era algo que as miniaturas, convenções, encartes e demais colecionáveis traziam, pois tinham um impacto visual para a garotada. Seria preciso investir em um marketing inteligente que criasse um apelo que funcionasse como estas coisas já fizeram antes, colocando o jogo novamente na agenda pop e de preferencia longe das páginas policiais sobre assassinos nerds satanistas What a Face .

Minhas observações também são bem no estilo : “assim é se lhe parece”, pois joguei RPG muito pouco, lá nos perdidos anos 90

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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 9:28

No RPG, regras são um mal necessário. Quanto menos regras melhor.
Crianças se prendem às regras e afastam novos jogadores.

Deixam complicado o que deveria ser divertido.
Foi essa a nova postura que o D&D criou nas suas reformulações comerciais e foi isso que acabou com o RPG.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 16:10

A opinião do Dr-Peste é exata e sucinta. É assim mesmo a mecânica do RPG, e é nessa estrutura que estão suas maiores complicações. Fiquei impressionado e admirado com a sua percepção das coisas, mesmo tendo (como vc disse) tão pouco contato com o RPG. Sabe mais que muitos "pesquisadores da área".

Mohamed escreveu:
No RPG, regras são um mal necessário. Quanto menos regras melhor.

Crianças se prendem às regras e afastam novos jogadores.

Deixam complicado o que deveria ser divertido.

Não necessariamente. RPG precisa de regras, como todo o jogo. Isso é fato. Mas as regras em um RPG não servem para determinar quais as condições para vencer ou perder, pq ninguém termina uma partida de RPG vitorioso ou derrotado. O GM não joga contra os jogadores, os jogadores não jogam contra o GM. Viitória e derrota assume um papel secundário para esse jogador diferente, que ao mesmo tempo é, ironicamente, quem tem de dominar a maior parte das regras.

É como se os jogadores fossem os players de um game, e o GM fosse o próprio console.

As regras servem então, por assim dizer, para regular a criação do universo que permeia uma seção de RPG. E nesse sentido, há das regras mais complexas (GURPS e cia.) às mais simples (3D&T de novo, e até um outro sistema que usa uma simples moeda!).

Regras não são o problema. Como eu disse, o problema é divulgação tanto do RPG em si como de seus produtos.

Citação :
Foi essa a nova postura que o D&D criou nas suas reformulações comerciais e foi isso que acabou com o RPG.

Você fala muitas bobagens ("RPG se sustenta de ilustrações", Dragon Dice" que nada tem a ver com RPG, entre outras) que só demonstram sua opinião pessoal, e não conhecimento do que está falando. Mas quanto a esta sua última bobagem aqui, vale um comentário:

D&D foi deixando de ser mais complexo ao longo dos anos. A terceira edição (a famigerada D20) chegou em algo ideal: a mecânica é simples (jogar um dado para obter um número-alvo) mas há diversas regras opcionais que podem ser colocadas, dependendo do nível de realismo ou acurácia que cada grupo deseja ter.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 18:01

Resumindo.
Se você for visitar uma mesa de RPG, só vai ver personagens apelões.
A diversão virou tunar os personagens.

Nem todo mundo acha isso legal.
Muito pelo contrário, o que atrai em primeiro lugar é o universo fantástico.

O novato se descepciona porque o jogo se resume a números.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 18:46

Mohamed escreveu:
Resumindo.
Se você for visitar uma mesa de RPG, só vai ver personagens apelões.
A diversão virou tunar os personagens.

Errado de novo. Na verdade, o que se verifica é o contrário. O jogador novato vai aos RPGs acreditando que é como um videogame: vencer inimigos, ficar mais forte, adquirir novos poderes, ficar invencível.

Mas ele acredita nisso porque, como você, ele acha que o RPG se resume a números, regras, bônus e modificadores, que é um "sistema matemático de emular batalhas".

Há essa face, claro, mas ela é uma dentre outras que o RPG oferece. O aspecto de co-criação, teatro improvisado, é o que acaba cativando quem joga há mais tempo.

Um grupo de RPG clássico, se você analisar a fundo, não tem personagens apelões, mas se funda numa dinâmica de cooperação, onde cada um tem um papel prescrito: segue uma dinâmica onde todos tem o que fazer: o Guerreiro, bate e é o "tanque" do grupo, que toma à frente nos combates. o Mago, lança magias e age onde a força bruta falha; o ladino, desativa armadilhas, encontra passagens secretas e é o "relações públicas" de um grupo; o Clérigo, lança magias de cura e proteção.

No meu último grupo de RPG, o melhor personagem era um bardo - uma espécie de músico que cria cantos inspiradores - não por ele ser o mais apelão(ele tinha as piores características, na verdade) mas simplesmente porque era o personagem mais divertido, que deliberadamente criava situações engraçadas na mesa de jogo. E para isso, ele não precisava de regras - quando muito, uma ou outra rolagem de dado.

Você deveria jogar uma boa seção de RPG, antes de sair generalizando ou fazendo comentários a respeito do que desconhece.

Citação :
Muito pelo contrário, o que atrai em primeiro lugar é o universo fantástico.

Sem dúvida.

Citação :
O novato se descepciona porque o jogo se resume a números.

Não poderia estar mais errado.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 19:17

Uma opinião de quem atua (de fato) no meio. Similar à do BK, com a diferença de que conhece a área em questão. Vale a pena transcrever. Gostaria muito de ver a opinião do BK sobre opiniões levantadas aqui.

Marcelo Catarro, em DragonSlayer nº09 escreveu:


Ali [sc. evento de RPG em Teresina], a maioria esmagadora dos RPGistas - na verdade, quase todos que conheci 0 começou a jogar através de Tormenta ou 3D&T. Este tipo de situação (além, é claro, de elevar ainda mais meu ego) revela que muitos autores ainda não aceitam: o Brasil precisa de títulos mais simples, baratos e acessíveis. Precisa de mais RPGs distribuídos em bancas.

Embora o Sistema D20 seja decisivo para atrair e manter jogadores (mais pessoas podem jogar mais cenários diferentes, e por mais tempo), este sistema ainda depende dos onerosos livros básicos de Dungeons & Dragons. O Livro do jogador, O Livro do Mestre e o Livro dos Monstros somam mais de mil páginas, atingem juntos o preço de um bom videogame (de geração passada, mas mesmo assim...), e não podem ser adquiridos facilmente fora do eixo São Paulo/Rio.

Além destes empecilhos, temos ainda a própria origem deste tipo de jogo. Os Estados Unidos tem uma tradição de wargames, de jogos com regras complexas - seus jogadores gostam de estudar manuais imensos enquanto neva lá fora. Em sua terceira edição, D&D tornou-se um jogo muito complexo. Ataques de oportunidade, tipos variados de ações, modificadores que não se acumulam, fabricação de itens mágicos....tudo isso troxue riqueza, mas também complicação. Há quem diga (não sem boas razções) que, hoje, D&D 3.5 consegue ser mais complicado que o lendário GURPS.

Nós, jogadores, sabemos que essa complicação vale a pena. Sabemos filtrar, separar aquilo que queremos, daquilo que não precisamos (muitos amigos meus nunca leram o Livro do Jogador D&D iointeiro, e mesmo assim jogam regularmente). Mas e quanto a um novato? Você seria facilmente convencido a ler centenas e páginas e gastar centenas de reais, para conhecer um jogo que nem sabe direito como funciona?

Aqui entram em cena jogos como Ação!!!, Primeira Aventura, Manual 4D&T e também outros que não pertençam ao sistema D20. Preços menores, regras mais enxutas, mas ainda as MESMAS regras. Mesmo um jogo totalmente diferente, como Paranoia ou Castelo Falkensteins ainda contribui para ensinar os fundamentos da coisa.

Basta lembrar, Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z representam, até hoje, as maiores vendas em mangás e audiências em anime no Brasil. São histórias de ação simples e divertidas, sem grande profundidade ou sofisticação - mas reúnem legiões de fãs. Enquanto isso, o excelente e complexo Fullmetal Alchemist (um dos maiores sucessos do Japão nos últimos anos) tem uma audiência apenas modesta na tv aberta.

Não caia na armadilha de acusar o público de "medíocre" ou culpar "a crise" por seus fracassos. Não se trata de dar preferencia a jogos ruins, pobres - mas , sim, jogos acessíveis, mais fáceis de assimilar.

É uma verdade básica de mercado: títulos sofisticados (mesmo quando conseguem essa façanha - e muitos poucos fazem) são elogiados, mas agradam poucos, podem não sobreviver comercialmente:títulos simples e acessiveis não ganham a simpatia imediata de jogadores avançados, mas interessam a novoatos e a umentam o público.

Parece incrível, mas há jogadores que protestam contra RPGs simples. Na maioria dos casos, são veteranos ressentidos com a "vulgarização" de seu precioso hobby - não acham que sua "arte sofisticada" deveria estar disponível para qualquer um. Outros acham que "não é sacrifício algum fazer um esforçõ para comprar um livro básico decente" ou, pior ainda, baixar uma cópia clandestina na internet. São pessoas totalmente sem contato com a realidade brasileira - onde muitas cidades não possuem nem mesmo energia elétrica, o que dizer então de conexão banda larga?

(...)

Autores e ediores de jogos deveriam estar mais antenados com seu público - de forma ampla, geral, não apenas com uma pequena parte dele. Dar atenção a meia dúzia de vozes em um fórum, fazer pesquisas de opinião entre frequentadores de um único site, basear-se nas opiniões de amigos próximos...são erros terríveis. Este país é maior do que se pensa, passa por problemas que muitos não conhecem.

Jogos de RPG são saudáveis e divertidos. Vale a pena qualquer esforço para que mais pessoas joguem. Então parabéns aos realizadores do IRPJI, porque precisamos de mais iniciativas asssim.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 19:35

E para os amigos que não sabem ao certo o que é RPG (BK, Mohamed), transcrevo para dirimir dúvidas e julgamentos equivocados. Uma introdução como essa se encontra em todo o livro de rpg.

Tormenta RPG, pág.17 escreveu:


TORMENTA é um RPG, Role playing game - um jogo de interpretação de papéis. E embora seja constantemente chamado de "jogo", na verdade não é.

Não se pode vencer ou perder um jogo de RPG. Se você vai ao cinema ver uma história de ação, aventura, horror, humor...Não importa o gênero, não existe disputa. Heróis e vilões podem lutar na tela, mas você - o espectador - não "vence" ou "perde". Você apenas se diverte (estamos sendo otimistas e supondo que você gostou do filme).

Assim é também o RPG. Amigos reunidos para participar de uma aventura e vencer um desafio. Vocês podem triundar ou falhar diante desse desafio - isso não é tão importante. O mais importante é contar uma boa história, que entretenha a todos.

(Claro, chutar a bunda de monstros sempre é melhor do que perder para eles).

RPG é muito parecido com um teatro de improviso, uma brincadeira de faz-de-conta, mas com regras. Você e seus amigos controlam, cada um, um personagem. Se você diz "estou atacando o dragão", entaõ seu personagem tenta atacar o dragão.

Para atacar o dragão - ou tentar qualquer outra coisa difícil - você rolará um dado. Quanto mais difícil a tarefa, menores suas chances e melhor o resultado que você precisa conseguir. E se você consegue ou não, também depende do mestre. Esse jogador especial atua como narrador e juiz, decidindo tudo que acontece no mundo de jogo e também controlando todos os outros personagens da história.

Portanto, os jogadores dizem o que desejam fazer, e então rolam dados para descobrir se conseguiram. Suas decisões controlam as ações dos personagens e mudam a história, cujo final pode ser bom ou ruim.

Existem RPGs de todos os gêneros possíveis. TORMENTA RPG é um jogo de espada e magia, sobre equipes de heróis enfrentando desafios - desde caçar tesouros em masmorras até salvar reinos e desafiar deuses.


Seria interessante transcrever também o exemplo de jogo, mas é muito extenso.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 19:49

Errado porra nenhuma, cara.
Na época que eu jogava, RPG era jogo de universitário.

Foi virando essa babaquice que é hoje.
Quando eu jogava AD&D xerocado acho que você não sabia nem ler ainda.

Você tá analizando o que? Dois anos, 3, de mercado?

No "boom" do RPG, o público não tinha nada a ver com esses bundinhas que jogam hoje.
Isso já tem mais de 10 anos.
E eu jogava antes disso. Tinha 18, 20 anos.

Ia em evento e o caraio.
Tenho uma pilha de Dragão Brasil em algum lugar.
E Dragão Dourado e Dragon Magazine.

Já joguei RPG até com baralho em vez de dados.
Usava regra de vampiro como se fosse Gurps, jogava em qualquer cenário de qualquer RPG, com essas regras.

Aqui no Clock Up só tem malandro véio desse mundinho pop, meu caro.
Cada um na sua especialidade.

Isso que você disse sobre novato procurar regras é uma grande besteira.
Você tira isso por você mesmo.
O que leva o novato pro RPG é antes de mais nada as gravuras das capas dos livros.
Depois vem a ambientação. A última coisa que o cara vai pensar é nas regras.

O que eu estou vendo, de sua parte, é o discurso do fabricante, isso sim.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 19:51

Tormenta não é exemplo de merda nenhuma.
É um RPG muito do bobo, isso sim.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 19:57

Sem falar que D&D está (estava) para Tolkien como Tormenta está para Nárnia.
Ou seja, totalmente gay.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 20:30

Mohamed escreveu:
Errado porra nenhuma, cara.
Na época que eu jogava, RPG era jogo de universitário.

Beleza, vovô.

Citação :
Foi virando essa babaquice que é hoje.

Roleplay sempre esteve presente na origem do jogo. A figura do Mestre (ou Narrador também).

É fato que passou a ter mais atenção apenas na década de 90, quando surgiu Vampiro: A máscara e outros títulos da série Storyteller, que privilegiavam esse aspecto. Mas dizer que essas coisas são recentes? Dizer que RPG não tinha nenhuma dessas coisas no seu tempo? Falácia. Se você não usava, é outra questão, é apenas a forma como seu grupo jogava.

Que não é errada também - tá cheio de grupos "hack'n slash" por aí, que prefere regras, números, poderes. Mas dizer que esse era o jeito de se jogar RPG no seu tempo e que o Roleplay e outras coisas vieram depois, é um engano seu.

Sempre estiveram lá.

E seu grupo de RPG não tinha Mestre?

Citação :
Quando eu jogava AD&D xerocado acho que você não sabia nem ler ainda.

Argumento de autoridade não funciona, quando você dispõe uma série de incoerências e preconceitos no que você diz. Isso só é prova de que você é velho.

Citação :
Você tá analizando o que? Dois anos, 3, de mercado?

Nem dois, nem três, nem dez. Estou analisando o que está acontecendo agora. Você que parou lá "há mais de 10 anos atrás".

Citação :
No "boom" do RPG, o público não tinha nada a ver com esses bundinhas que jogam hoje.
Isso já tem mais de 10 anos.
E eu jogava antes disso. Tinha 18, 20 anos.

Ia em evento e o caraio.
Tenho uma pilha de Dragão Brasil em algum lugar.
E Dragão Dourado e Dragon Magazine.

Parabéns, mas isso não é argumento para nada.

Eu só preciso ler o que você escreve, não saber quantas revistas você tem ou quantos eventos você foi.

Já joguei RPG até com baralho em vez de dados.
Usava regra de vampiro como se fosse Gurps, jogava em qualquer cenário de qualquer RPG, com essas regras.

Parabéns, mas isso não é argumento para nada.

Eu só preciso ler o que você escreve, não saber quantas revistas você tem ou quantos eventos você foi ou quantas regras você usava...

Citação :
Aqui no Clock Up só tem malandro véio desse mundinho pop, meu caro.
Cada um na sua especialidade.

Os únicos que apresentaram algum comentário que preste aqui foram o Kerdied e o Dr-Peste.

O BK também fala coisas interessantes, quando se desconta os juízos subjetivos dele, desconhecimentos e "filosofias de botequim" que ele lança pra se justificar. Quando ele faz uma análise objetiva, eu respeito e concordo em muitos pontos. Principalmente sobre o RPG ser acessível.

Você, fala um monte de bobagens.

Cita o Dragon Dice, que nem RPG é, por exemplo.

Fala que RPG é só regras. Quem jogou um pouco sabe que sempre teve ali um elemento de criação que prescinde de regras.

E seu único argumento pra justificar que está certo, é que você é velho.

Argumento de autoridade morreu na idade média, Mohamed.

Citação :
Isso que você disse sobre novato procurar regras é uma grande besteira.
Você tira isso por você mesmo.
O que leva o novato pro RPG é antes de mais nada as gravuras das capas dos livros.
Depois vem a ambientação. A última coisa que o cara vai pensar é nas regras.

O que eu estou vendo, de sua parte, é o discurso do fabricante, isso sim.

Claro que as gravuras nas capas do livro são um chamativo, claro. Como pra qualquer mídia. Não tem aquele ditado pra pessoas que julgam livros pela capa? Pois então. Mas não é o único chamativo!

E o que eu estou dizendo a todo tempo: ambientação e regras caminham lado a lado. Uma excelente ambientação, porém, tem que ter boas regras. Quer um exemplo? O primeiro RPG de Senhor dos Anéis, que usava o Sistema ARDA. A ambientação como sabemos, é ótima. Mas o Sistema era tão ruim de complicado, que hoje ninguém mais ouve falar nesse RPG.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 20:33

[quote="Mohamed"]Tormenta não é exemplo de merda nenhuma.
É um RPG muito do bobo, isso sim.[/quote

Se Tormenta não lhe apetece, meu caro, pego a descrição sobre "O que é RPG" em qualquer outro livro de sua preferência. Mesmo o AD&D que você tanto jogou lá no Período Mesozóico. Mas já vou te avisando: não vai mudar muita coisa do que está dito no Tormenta.

Escolhi o Tormenta por ser o livro mais à mão, e por ser o que - a meu ver - explica melhor e mais sucintamente o que é o jogo.

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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 20:36

Mohamed escreveu:
Sem falar que D&D está (estava) para Tolkien como Tormenta está para Nárnia.
Ou seja, totalmente gay.

D&D é um sistema de regras.

Tormenta é uma ambientação que usa regras do...D&D.

Depois quando eu falo que você não entende nada, você reclama.




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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 21:49

Que mané sistema de regras o quê.
Não me interessa mais o que D&D se tornou.
Isso é decisão empresarial. Não tenho nada com isso.
Quem se liga nisso é moleque. Moleque xarope ainda.

Duvido muito que D&D tenha se resumido a sistema de regras. Mesmo atualmente.
Devem haver ainda algo similar aos mundos com geografia e histórias próprias.
Iam jogar fora as séries de romances baseadas nos mundos temáticos?
Duvido.

Você é um grande blefador, isso sim.
Nem sabe do que está falando, isso se não for colagem de frases feitas.

No mais, veio tentar trollar logo no Clock Up...
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 21:51

Escolheu Tormenta por ser joguinho voltado ao público infantil.
Igual a sua mentalidade e nível de argumentos.
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MensagemAssunto: Re: Rpgistas e suas mancadas   Qui 10 Mar - 22:22

Mohamed escreveu:
Duvido muito que D&D tenha se resumido a sistema de regras. Mesmo atualmente.
Devem haver ainda algo similar aos mundos com geografia e histórias próprias.
Iam jogar fora as séries de romances baseadas nos mundos temáticos?
Duvido.

Você faz uma confusão dos diabos.

Não jogaram fora nada, cara.

D&D em si - os três livros básicos, "O Livro do Jogador", "O Livro do Mestre" e "O Livro dos Monstros" sempre foram livros de regras, que mencionam uma coisa ou outra de ambientação, para adequar certas coisas (Clérigos, que precisam de deuses, monstros que precisam de histórico).

Mas não particularizam histórias e geografias próprias, não fazem menção a um mundo específico.

Só fica convencionado que o mundo citado, ALUDIDO, nos livros básicos é o universo de Greyhawk. Mas para jogar na ambientação de Greyhawk, conhecer a história desse mundo, sua geografia, reinos e personagens importantes é preciso OUTRO livro.

E há ainda outros livros de cenários e que utilizam as regras do D&D: Forgotten Realms, Eberron, Ravenloft, Dragonlance, Dark Sun...e Tormenta. Além disso, nada impede que você simplesmente pegue um livro básico de D&D e comece a jogar, em uma ambientação que você mesmo crie.

Tudo isso é ambientação para D&D.


Citação :
Você é um grande blefador, isso sim.
Nem sabe do que está falando, isso se não for colagem de frases feitas.

Não seja arrogante.

Se acha que eu estou blefando, vá atrás e conheça melhor o RPG.

Se não gosta de Tormenta, procure por outros livros.

Leia e se informe melhor se quer debater, não adianta me chamar de "troll" ou falar que eu estou aqui blefando ou salientar como o Clock-Up é um fórum superior e tudo o mais.

Isso é birra de criança que não admite que se enganou.

E, convenhamos, para um senhor de idade como você, isso pega muito mal.
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