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 Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia

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Kamen Rider
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MensagemAssunto: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Ter 16 Nov - 22:35

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das maiores instituições particulares de ensino em São Paulo, causou a revolta de membros da comunidade gay por causa de um artigo assinado pelo seu chanceler e reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes.

O texto, publicado no site do Mackenzie nesta terça (16) e retirado logo depois, diante da polêmica no Twitter, se mostra contra a aprovação da lei "anti-homofobia" - ou seja, pleiteia o direito de continuar se posicionando contra o homossexualismo.

Gomes Lopes diz que a comunidade presbiteriana respeita "todas as pessoas", mas que também defende o direito de poder criticar estilos de vida que estejam em desacordo com as ideias da igreja.

A assessoria de imprensa do Mackenzie não soube explicar o motivo de o texto ter sido retirado do site poucas horas depois de publicado, limitando-se a dizer, em nota: "O Mackenzie se posiciona contra qualquer tipo de violência e descriminação (sic) feitas ao ser humano, como também se posiciona contra qualquer tentativa de se tolher a liberdade de consciência e de expressão garantidas pela Constituição."

Intitulado "Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia", o texto assinado pelo reverendo Gomes Lopes se propõe a "servir de orientação à comunidade acadêmica." Ele se baseia no Salmo 1, que, "juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão."

Leia abaixo a carta na íntegra, que foi retirada do site do Mackenzie pouco depois de sua publicação:

"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia

Leitura: Salmo
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.

Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:

"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de L'os, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.

Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que L'os criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, "desde o princípio da criação, L'os os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de L'os (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).

A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.

Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"
http://br.noticias.yahoo.com/s/16112010/48/manchetes-universidade-sao-paulo-irrita-comunidade.html

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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qua 17 Nov - 19:15

Porra!!!

Esse negocio de proteção aos homosexuais já passou muito dos limites do que é racional.... Com essas leis será criado não uma proteção a um grupo inferiorizado, mas sim dará quase que imunidade a eles, ninguem podé mais nem ser contra homosexualismo, daqui a pouco se eu falar que sou heterossexual eu vou para a cadeia....

Não sou a favor de preconceito nenhum, mas a criação de leis como essas só almentam o preconceito, criam proibições absurdas e limam a liberdade de expressão...

Mas é como sempre né... Homossexuais votam e consomem.... Interresses...

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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qua 17 Nov - 19:44

Depois eu digo que é uma coisa muito bem pensada, porque tá cheio de viado nos meios de comunicação, mas o povo não me acredita.

Está claro que a comunidade baitola está fazendo pressão na sociedade.
Primeiro foi o politicamente correto.

Agora que não pode mais rir de viado, as portas estão abertas pra eles fazerem as exigências mais esdrúxulas.
E ninguém pode criticar, senão é preconceituoso.

Falei lá no trampo isso e repito aqui:
É direito do cara, mas eu não sou obrigado a achar bonito não.

Dizem que o amor entre homens é lindo, mas tem cheiro de cocô.
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Svarog
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qua 17 Nov - 20:22

Ativistas Homossexuais geram polêmica e horror ao tratarem da Pedofilia

Comportamento Homossexual & Pedofilia

ATIVISTAS HOMOSSEXUAIS TRABALHAM PARA NORMALIZAR O SEXO COM GAROTOS
Por Frank V. York e Robert H. Knight

INTRODUÇÃO
Embora a maioria dos ativistas homossexuais neguem publicamente que eles queiram ter acesso aos garotos, muitos grupos homossexuais em torno do mundo estão trabalhando agressivamente para reduzir a idade de consenso sexual. Sua causa está sendo ajudada pelas associações psiquiátricas profissionais e psicológicas, que se mobilizaram nos recentes anos rumo à normalização da pedofilia, tanto quanto eles fizeram com a homossexualidade no começo dos anos 70.
Kevin Bishop, um pederasta admitido (pedófilo), está promovendo o trabalho da Associação Norte Americana Amor Homem-Menino (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que foi molestado na idade dos seis, é também um homossexual admitido que está insensível com relação ao relacionamento entre homossexualidade e pedofilia. ?Vasculhe a estimativa dos homossexuais e você encontrará um pedófilo,? disse Bishop em uma entretivsta com o Eletronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997).
Esse ativista omeçou a estudar a pedofilia enquanto estudante na Universidade de Rhodes. Ele também descobriu Karl Marx ali, assim como outra literatura que ajudou a formar sua visão de mundo. Suas visões estão sendo ecoadas em torno do mundo por ativistas homossexuais que estão procurando o que eles chamam de liberdade sexual? para as crianças.
Bishop está em uma cruzada na África do Sul para ter a idade de leis de consenso sexual? abolidas, e ele está procurando pela ajuda do NAMBLA para efetuar esse objetivo. Ele diz que as crianças devem ser fortalecidas ?ensinando-as sobre viver relacionamentos em uma idade mais precoce, e dando-lhes a oportunidade de tomar uma decisão informada a respeito de ter sexo. Ele também aprova o incesto, registrando que ?duas mulheres psicólogas na América contam que a mais saudável introdução ao sexo para uma criança deveria ser através de seus pais, porque é menos ameaçador e intimidade emocional mais confortável.

LIBERAÇÃO SEXUAL - E ISSO VEM OCORRENDO NO BRASIL HÁ ANOS , VIDE LUIZ MOTT CHEFE MOR DO MOVIEMNTO GAY BRASILEIRO.

Grupos ativistas homossexuais por todo o mundo estão trabalhando para reduzir ou abolir a idade de leis de consenso etário com vistas a liberar as crianças dos constrangimentos de uma sociedade patriarcal.
Kate Millettt, uma feminista radical descreveu sua filosofia em uma entrevista primeiro publicada em Garotos que se amam em 1980. Posteriormente, foi reimpressa em The Age Taboo, publicado pela Alyson Publishers, uma casa de publicação em Boston. Millet declara, Um dos direitos essenciais das crianças é expressar-se sexualmente, provavelmente primordialmente com cada um, mas com adultos também. Então a liberdade sexual das crianças é uma parte importante de uma revolução sexual.? Millet declara que a revolução sexual começa com a emancipação das mulheres e também inclui findar a opressão homossexual.
Ela vê o tabu do incesto como um instrumento de opressão. ?O tabu do incesto sempre foi uma das pedras angulares da mentalidade patriarcal, declara Millet. Jim Hanes, diretor administrativo dos Americanos pela Verdade a respeito da Homossexualidade, visitou Amsterdam na Holanda em Novembro de 1998. Depois de contactar várias livrarias homossexuais e o departamento de estudos homossexuais da Universidade de Amsterdam, a respeito de material pedófilo, este foi entregue à Livraria Intermale, que retratou uma ampla seleção de pedofilia em uma seção chamada ?Padeo?. O administrador da livraria dirigiu-o às publicações anteriores de Paidika, o jornal de pedofilia, em adição à Anatomy of a Media Attack (publicado pelo NAMBLA), Varieties of Man/Boy Love de Wallace Hamilton Press, Crime Without Victims por Preben Hertoft, The Sexual Life of Children by Floyd M Martinson e muitos livros de ficção a respeito de abuso sexual infantil com adultos. O material foi principalmente revelado e pode ser ordenado pelo website http://www.intermale.nl, na Livraria Intermale, que apresenta uma seção chamada Garotos e Adolescentes?. Nós temos que ter uma proclamação de emancipação para as crianças. O que está realmente em discussão são os direitos das crianças ou não, como foi formulado até hoje, simplesmente o direito de acesso sexual às crianças?. Millet crê que o acesso sexual às crianças é apenas uma parte de um objetivo maior de liberação das crianças de todas as formas de opressão parental.
Esse tema de liberação sexual apareceu recentemente em uma Conferência de População das Nações Unidas de 1999, na Holanda, onde delegados adolescentes intercederam pelo direito dos adolescentes e crianças tão jovens quanto 10 anos para ter prazer sexual e liberdade sexual. Aproximadamente 130 jovens de 111 países assinaram o documento dos direitos sexuais. Eles também pediram o direito ao aborto no pedido sem consenso ou conhecimento parental.
Jim Hanes, diretor administrativo dos Americanos pela Verdade a respeito da Homossexualidade, visitou Amsterdam na Holanda em Novembro de 1998. Depois de contactar várias livrarias homossexuais e o departamento de estudos homossexuais da Universidade de Amsterdam, a respeito de material pedófilo, este foi entregue à Livraria Intermale, que retratou uma ampla seleção de pedofilia em uma seção chamada ?Padeo?. O administrador da livraria dirigiu-o às publicações anteriores de Paidika, o jornal de pedofilia, em adição à Anatomy of a Media Attack (publicado pelo NAMBLA), Varieties of Man/Boy Love de Wallace Hamilton Press, Crime Without Victims por Preben Hertoft, The Sexual Life of Children by Floyd M Martinson e muitos livros de ficção a respeito de abuso sexual infantil com adultos. O material foi principalmente revelado e pode ser ordenado pelo website http://www.intermale.nl, na Livraria Intermale, que apresenta uma seção chamada Garotos e Adolescentes.

INDO ALÉM DAS CRIANÇAS

Pat Califia é uma defensora americana da liberdade sexual total. Ela é uma auto-proclamada radical lésbica que esreveu extensivamente sobre a importância da liberação das crianças de opressão sexual. Seu livro, Public Sex, contém dois ensaios sobre a idade de leis de consenso. The Age of Consent: The Great Kiddy-Porn Panic e The Atfermath of the Great Kiddy-Porn Panic of 77. Califia argumenta que todas as leis de consenso deveriam ser abolidas e apóia os esforços do NAMBLA para legalizar o sexo entre adultos e crianças. Califia é um colunista do The Advocate, uma revista da cúpula homossexual.
Ganhar acesso às crianças foi um objetivo de longo prazo do movimento homossexual. Em 1972, a Coalizão Nacional das Organizações Gays adotou uma ?Plataforma dos Direitos dos Gays? que inclui o seguinte pedido: ?Repelir todas as leis que governam a idade de consenso sexual.? David Thorstad, um porta-voz pelo movimento dos direitos dos homossexuais e NAMBLA, declara claramente os objetivos: ?O objetivo final do movimento de liberação gay é a realização de liberdade sexual para todos não apenas direitos iguais para lésbicas e gays, mas também liberdade de expressão sexual para jovens e crianças. Esse objetivo não mudou desde que foi articulado em 1972.?6
Em 1982, o Instituto Internacional dos Homofílicos, uma organização homossexual produzindo biografias homossexuais e materiais históricos homossexuais, votou por apoiar uma mundialmente idade de consenso para atos sexuais, primeiro para menstruação para meninas e primeira ejaculação para machos. De acordo com Gary A. McIntyre, um membro do IHI?s ?comitê de ética?, a organização manteve sua posição em 1997.
Em 1985, o Segundo Congresso Juvenil da Internacional Gay se encontrou em Dublin e publicou uma declaração que expressou em parte que: ?Como pessoas jovens, nós devemos estar livres para escolher nossas próprias identidades e estilos de vida. Nós nos opomos às leis de idades de consenso e todas as demais que restringem atividade sexual porque, como gente jovem, elas limitam nossa liberdade sexual e nos negam o direito de escolher quem nós nos relacionamos sexualmente.
Como parte do esforço para normalizar o sexo com crianças, alguns ativistas homossexuais estão promovendo a idéia que sustar as crianças da atividade sexual é realmente uma forma de abuso sexual. Com efeito, uma revista homossexual saudou pedófilos como profetas da liberdade sexual. Um editorial da publicação de Julho de 1995 da revista Guide declarou que:
Às crianças ainda estão sendo ensinadas mentiras destrutivas a respeito de sexo. A elas são contadas que até elas estarem com 16 (ou 14 ou alguma outra idade arbitrária que varia de estado para estado) ... qualquer expressão sexual em sua parte significa um crime que está sendo cometido. Nós podemos nos orgulhar que o movimento gay sente-se à vontade para as poucas vozes que tem tido coragem de dizer sonoramente que as crianças são naturalmente sexuais, que elas merecem o direito de expressão sexual com quem quer que desejam. ... Nós não podemos, porém, sempre nos orgulharmos do caminho como nós enquanto uma comunidade temos tratado nossos profetas. .... Nós devemos escutar nossos profetas. ... Ao invés de temer sermos rotulados de pedófilos, nós devemos ficar orgulhosos de proclamarmos que o sexo é bom, incluindo sexualidade das crianças. ... Cercado de moralistas com regras anti-sexuais enfraquecidas, nós devemos ficar sem vergonha de sermos quebradores de regras, demonstrando nossa lealdade a um mais alto conceito de amor. Nós devemos fazer isso pela causa das crianças.

ETARISMO SEXUAL E LEIS DE IDADE DE CONSENSO - CASO RECENTE OCORRIDO NO BRASIL ENTRE 2 GAROTOS PEGOS EM UM CINEMA EM SP.

Organizações homossexuais por todo o mundo têm embarcado em uma vigorosa campanha para reduzir a idade sexual de leis de consenso reclamando que as atuais leis são discriminatórias contra os homossexuais.

Na Inglaterra, por exemplo, um maior propulsão está rumando à redução da idade de consenso sexual para homossexuais até 14 anos. OutRage!, uma organização homossexual que opera de modo bastante parecido com a ACT UP nos Estados Unidos, tem liderado a empreitada. Em um enunciado publicado no Queer Intelligence Service Website, OutRage! declara que ?os homossexuais também têm direitos. Eles são alguns dos membros mais vulneráveis de nossa comunidade. Nós temos uma especial responsabilidade para proteger interesses e bem-estar.
O objetivo de reduzir a idade de consenso sexual é formular em termos de direitos humanos mascarados com uma preocupação por membros ?vulneráveis? da comunidade homossexual. O OutRage! está propondo que o sexo entre homossexuais fosse permitido entre crianças de 14 anos e mais velhas, desde que não haja uma diferença de idade de mais de três anos.O grupo internacional britânico homossexual Stonewall lançou sua campanha para reduzir a idade de consenso sexual em 1992. Veio um caso antes da Corte Européia de Direitos Humanos, argumentando que as diferenças nas leis de consenso etário entre heterossexuais e homossexuais fossem uma infração fundamental nos direitos do povo homossexual.
Em Julho de 1998, membros do parlamento britânico se engajaram em um debate esquentado a respeito da redução da idade de consenso para homossexuais de 18 à 16. O esforço foi desmoronado na Casa dos Lordes, mas a Casa dos Comuns em novembro de 1998 novamente aprovou uma cartilha que reduz a idade para 16. Como uma tentativa de apaziguar críticas, a cartilha também fornece linhas de direção para proteger os adolescentes que estão nas escolas de base ou nas forças armadas. Através do emprego de políticas de mudanças graduais, ativistas homossexuais continuarão a rumar à abolição de todas as leis governando o consenso sexual.
Um artigo no British Daily Mail de Outubro de 1998 indicou que o governo estava considerando reduzir a idade de consenso para 1 4 e não tem planos para fazer isso no futuro.? Foi Straw quem introduziu a medida destinada a reduzir a idade homossexual de consenso para 16. A idade de consenso para homossexuais foi reduzida de 21 para 18 mais ou menos quatro anos atrás.
Até o venerável The Times de London publicou uma coluna simpática à agenda pedófila. Em 30 de março de 1999, um artigo pelo Dr. Gary Slapper da Open University atacou um projeto de lei para criminalizar estupro estatuído envolvendo ?pessoas que abusam de posições de confiança?, tais como professores. Slapper, que chamou a proposta de ?bastante dacroniana?, escreveu que:
No passado tal lei tem adotado uma atitude de visão limitada, sem complacência às relações sexuais, até o ponto que nós estamos agora em processo de liberalização de muitas leis, não tornando-as mais intolerantes ... A supressão da imoralidade não é assunto da lei criminal.13
Homossexuais holandeses alcançaram extraordinário sucesso normalizando o comportamento homossexual. Eles também têm sido bem sucedidos em lutar ?por leis de consenso etário?. Na Holanda, a idade de consenso sexual é hoje de 12, a menos que os pré-adolescentes se queixem às autoridades a respeito de encontro sexual.
A Associação Holandesa para a Integração da Homossexualidade (DAIH) toma confiança para ajudar a mudar as leis na Holanda. Ela intercedeu bem sucessivamente para lutar pelas ?leis de consenso etário?. Na Holanda, a idade de consenso sexual é hoje 12 a menos que os pré-adolescentes queixem-se às autoridades a respeito de encontro sexual.
A Associação Holandesa para a Integração da Homossexualidade (DAIH) toma o crédito para ajudar a mudar as leis na Holanda. Ele se articula bem sucedidamente para a abolição de uma lei de 1971 proibindo contato sexual entre aqueles mais velhos que 21 e aqueles mais jovens que 21. As leis foram emendadas em 1987 e novamente em 1991. A lei atual permite sexo entre uma criança e adulto se os pais da criança aprovam. De acordo com o DAIH, a nova idade de leis de consenso?, a nova idade de leis de consenso ?permite maior espaço às pessoas jovens, os pais e os amigos adultos virem a um satisfatório arranjo de um contato sexual. A ninguém é permitido interferir enquanto a situação está mutualmente agradável.
Ativistas homossexuais na Holanda conseguiram uma outra vitória em meados de novembro de 1998, quando o gabinete holandês aprovou um plano para permitir que homossexuais adotassem crianças, se os homossexuais tivessem vivido juntos por três anos e tivessem cuidado das crianças por pelo menos um ano.15
Vários websites homossexuais e pedófilos mantêm extensivas listas de leis de ?idade de consenso? com vistas a manter suas manter seus clientes atualizadas em mudanças de leis

OBS - Duvidou de tudo isto ? Entao toma ...

Pedofilia já !!
Luiz Mott: Pedofilia já! Enquanto ainda estou com tudo em cima...
http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/06/luiz-mott-pedofilia-j-enquanto-ainda.html

Meu Menino Lindo por Luiz Mott RETIRADO DE SEU SITE OFICIAL !
http://br.oocities.com/luizmottbr/artigos04.html


Luiz Mott é o mentor e principal articulador do Projeto de Lei 122/2006, a chamada Lei Anti-Homofobia, aguardando aprovação pelo Senado, e de inúmeras leis semelhantes que estão sendo votadas e aprovadas nos estados e municípios da União, sem alarde: "Já há quase 80 municípios que proíbem a discriminação contra os homossexuais. Em São Paulo, além da capital, Cabreúva e São Bernardo do Campo. Lutamos para que seja incluída na Constituição Federal a proibição de discriminar por "orientação sexual", como acontece na Constituição da África do Sul" -
http://br.geocities.com/luizmottbr/entrev13.html

Mais artigos "interessantes"
http://br.oocities.com/luizmottbr/artigos.html

Desculpem pelo longo post.
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BarryAllen
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qui 18 Nov - 10:53

Sou contra qualquer tipo de discriminaçao...ainda sim, cresci um pouco racista. Eu tenho o pé atrás com gente branca da classe média. Um pé atrás.... pronto pra ir na orelha deles. Com o tempo parei de querer agredi-los e xingá-los, e até cumprimento alguns na rua....mas de vez em quando mordo a mão, pra nao bater a cabeça de alguns na parede. É raro....tem que ser muito boy e muito filho da puta pra eu ter essa vontade.
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Mohamed
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sex 19 Nov - 20:09

Eu sou branco, branquelo mesmo.
Nunca me disseram que ser branco é bonito.
Muito pelo contrário, sempre me diziam pra eu pegar uma cor. Que se eu fosse mais moreno, seria mais bonito e tals.

Normalmente sou a pessoa mais branca de qualquer lugar que eu for, a não ser que tenha um albino.

Já sofri preconceito racial. E o negrão ainda falou: sou racista mesmo!

Eu já prefiro me relacionar com pessoas de classe média.
Geralmente pobre só sabe falar de novala e futebol. E fila. E ônibus. E mortadela.

Não que a classe média seja muito diferente, mas é muito mais fácil encontrar um apreciador de ficção científica pra trocar umas idéias.
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BarryAllen
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sex 19 Nov - 22:01

Eu sou mestiço, quando eu trabalhei pra familia de Boy, tinham mais um corno com o mesmo nome que o meu e para diferenciar, me chamavam de "Moreno" e o outro de branco. Já fui em feira da comunidade negra, mas só alguns me reconhecem como "negro"...me chamam de "18:40", ou quase pardo. Até zuavam por ser o mais claro do grupo, que se a policia visse, iria tentar me resgatar da tentativa de sequestro.

Mas sou mestiço, não só de branco e preto, mas de "índio"....e pela minha árvore genética, segundo vovô Darwin e vovô Mendel, eu tenho permissão de mandar as três etnias a puta que o pariu...e continuo não gostando de boy...bom nem tanto, tem alguns que sao ligados no mundo e tem certa capacidade de entender o que existe no mundo pensar, não só falar sobre Sci-fi, ou a viagem na adolescência pra dIsney.

E mortadela?
Porra, só se for de padoca, porque de supermercado nunca tem aquele mofo especial que dá o gostinho mega hiper plus. O pão com mortadela poderia acabar com a fome global! E por si só, já é assunto de importância intríseca na conjuntura da catilogência e rumo das ciências inexatas da existência insapiente dos seres matutos, que perpetuam a existência com coito insubstancial e escatológico.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sex 19 Nov - 22:56

O pessoal NO BRASIL PRINCIPALMENTE, PRA VARIAR, confunde tudo mas TUDO MESMO.
Primeiro cor de pele NAO SIGNIFICA NADA! Vejo antas acreditando que pele clara é sinonimo de uma herança 100% europeia , MENTIRA.
Tem muito negro, negro mesmo, com mais genes europeus (halogrupos e o kct a 4) do que muito "branquinho".
No brasil é tudo zoado o pessoal confunde CU com BUNDA.
Mas uma coisa tenho de concordar há uma crescente e profunda "culpa" por quem é branco, por ser branco ou seja descendente direto de europeus. Principalmente pela escravidão POREM, o mais engraçado é que nenhum mas nenhum livro, professor de nenhuma escolinha brazuca cita que muito antes de qualquer europeu malvadao pisar na africa a escravidao já existia por lá.
Além do mais uma porra de muculmanos oriundos da Africa escravizaram milhoes de europeus, principalmente de onde hj é Malta, Italia, Espanha e Portugal. E isto tudo, senao me falha a memoria há 4 seculos antes de qualquer branquelo europeu pisar no continente africano.
Existem livros, artigos e estudos serios sobre isto nos EUA e Europa.
ALias outra coisa que tb nao é muito divulgada, NAO ENTENDO PQ, é que muito proprietario/comerciante negreiro era judeu ou de origem judia. Nao vejo a mesma perseguição dos mesmos por causa disto com relacao a europeus.
E outra coisa mais engraçada ainda, tudo mundo diz que nao existe raças: negros, brancos e asiaticos TODAVIA quando mexem no respectivo bolsinho ou na famosa lei de jerson, levar vantagem em tudo, ai todo mundo diz que é X ou Y ai todas as teorias, leis, ideologos, partidecos e afins aparecem levantando a respectiva bandeira.
É tanta mas tanta hipocrisia e demagogia, chega a dar nojo.
Pra mim nao existem diferenças todos somos seres humanos e ponto final.
Faço biologia mas desejo um grande e forte PAU NO CU do Darwin e do seu primo, aquela bichona eugenista do Galton. Que alias em muitos cursos ninguem fala do tal priminho do Darwin, nao entendo o pq tb...
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BarryAllen
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sex 19 Nov - 23:18

Escravidão sempre existiu como espólio de guerra. Entre diversas civilizações. Existiu escravidão na américa pré-colombiana, na Grecia, Roma, em parte da Ásia.
Escravidão existe desde a época do egito...num é questão dos muçulmanos escravizando europeus...isso ocorreu até antes! É só voltar algumas páginas nos livros de História e ve, osr que viriam a ser Judeus foram escravizados por Egipcios.A escravidão deixou de ser simples espolio de guerra para se tornar puro mecanismo de comercio onde se sustentou praticamente toda a base da exportação e cultura de grãos e mineração no Brasil, e em alguns países da América central, do Sul e na costa africana.

O que pegou na questão da escravidão nas américas, é que ela persistiu até mesmo quando em outros lugares já haviam sido abolida (não toleravam negros, mas não queriam escravos pois emperravam a dinãmica do consumo e trabalho assalariado, que movimenta até hoje a engrenagem da ideologia que se consome).

Mas no Brasil, o maior país escravista das américas e talvez do Mundo, persistiu com essa ideologia até não poder aguentar mais, foram 4 séculos...depois disso veio a exclusão social, e marginalização de negros...hj reclamam de favelas no Rio, mas não lembram de que forma ela foi criada há 130 anos atrás. Preto era subgente. Sub-raça. E por mais estranho que pareça, a população do Brasil no começo do século era de maioria mestiça, parda, de " pele marrom", dai veio a importação da ideologia de "embranquecimento" ou darwinismo social que já contornava diversos setores da Europa e foi trazido de lá ganhando muita força entre a elite cafeira e os que controlavam o meio politico, exportando europeus, queriam que o Brasil ficasse mais "branco".

Eu tenho num curto ouvir "raça"....isso num é bom nem pros cachorros. Mas não discuto, pois sei que é em vão, discutir que somos uma raça só, e uma pequena diferenciação na pigmentação da cutis, nos confere uma etnia diferente...mas até já houve guerra, gritos, e desespero...e tudo fica em vão.
Para vc ver, o Neguinho da Beija-flor que é azul anil, tem mais "sangue europeu" que africano...http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/05/29/295942786.asp
Eu brinco bastante, com negro, branco, até pego pesado com meio jeito joselito de ser...mas quando vejo alguém destratando de forma "séria" uma outra pessoa, eu tomo as dores naturalmente...
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sab 20 Nov - 15:29

Citação :
Escravidão sempre existiu como espólio de guerra. Entre diversas civilizações. Existiu escravidão na américa pré-colombiana, na Grecia, Roma, em parte da Ásia.
Pois é concordo. Mas parece que o pessoal daqui e de outros paises insistem na vitimizacao e na demonizacao de algumas etnias. Como se existissem mocinhos e bandinhos.

Sobre a escravidão no brasil nao foi diferente de qualquer outro lugar onde houve escravidao, afinal os muculmanos nao raptaram milhares de europeus para eles passearem de barco ou irem conhecer o belo continente africano. O lance persistiu no brasil pq aqui era uma colonia e nada mais, logo nao poderia haver nenhum tipo de desenvolvimento LOCAL o lucro era todo enviado a Portugal. Depois da revolucao industrial na Inglaterra, os ingleses comecaram a bater o pezinho nas americas pedindo o fim da escravidao.
No brasil o lance persistiu pq aqui ainda era colonia e convinha manter esse tipo de sistema pq gerava grande dividendos a metropole. O fim deu-se quando rolou a revolucao francesa na Europa e todos os reinos absolutistas comecaram a cair. Assim a familia real portuguesa veio cagando-se para o brasil e aqui instalaram-se a partir dai rumamos para o fim da escravidao e finalmente algum desenvolvimento foi tolerado para essa pobre terra.
Em todos lugares onde existiram escravos e posterior abolicao, todos eles ficaram a margem da sociedade. Isso em todos os lugares do mundo nao apenas aqui no brasil. Inclusive lá na Africa isso tb rolava, quando uma tribo subjulgava a outra.
A ideologia do "embranquecimento" cuminou por todas as americas, nao apenas no brasil, por exemplo na Argentina apos abolicao os negros e indigenas praticamente foram exterminados, mortos mesmo ou entao enviados para posteriores guerras.
Através do Darwinismo e difusoes de teorias evolucionistas e eugenistas surgiram por todo o mundo ideologos e teoricos racistas, racismo cientifico, dentre eles o conde de Gobineau foi uma figura importante para o cenario nacional. Este figurao acredita que brancos misturando-se com negros por varias e varias geracoes iriam embranquecer, eles foi a base da politica de embranquecimento do brasil. A partir dai a migração europeia comecou a ser incentivada. MAs apenas reforçando isto aconteceu em todos os paises americanos nao apenas no brasil.
O brasil apenas tardou para abolir a escravidao pq era colonia e nao conseguiu sua emancipacao mais cedo como a grande maioria dos paises das americas

Citação :
Para vc ver, o Neguinho da Beija-flor que é azul anil, tem mais "sangue europeu" que africano...http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/05/29/295942786.asp
Pra voce ver que esse lance de negro ou branco é pura palanque politico, cotas e outras baboseiras é pura enchecao de linguiça pois nao tem como mensurar quem é branco, amarelo ou negro.
Ou iremos fazer a todos um teste minucioso de genealogia por DNA e traçar todo o passado genetico de cada individuo, o governo vai bancar isto? Ou é mais facil apontar um culpado e dai aproveitar-se de toda uma massa através de votos e outras falcatruas.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sab 20 Nov - 16:03

Svarog escreveu:
[quote
MAs apenas reforçando isto aconteceu em todos os paises americanos nao apenas no brasil.
O brasil apenas tardou para abolir a escravidao pq era colonia e nao conseguiu sua emancipacao mais cedo como a grande maioria dos paises das americas
Concordo na maioria do que foi escrito. Só um adendo , Não "apenas" tardou.
...o Brasil foi o maior importador de escravos negros do mundo! Não se emancipou antes, por "n" motivos da elite de plantation do Brasil em conjunto com interesses de Portugal....se colocassem o ideário de "fraternidade" do Iluminismo, o conceito de escravidão ficaria mais dificil de manter, como realmente aconteceu com as revoltas na Bahia , maranhão e em pequenas regiões.
Geraria custos contratar pessoas que faria o que os escravos faziam de graça. A independencia do Brasil foi apenas um golpe.E continuou assim até a república do café com leite. Talvez só não fizeram o mesmo que fizeram na Argentina , porque a maioria da populção era negra, e estava fora do controle tentar controla-los.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sab 20 Nov - 16:28

Pois é, por isso volto a dizer nao adianta o pessoal querer reinvindicar direitos, reparacoes X ou Y, pq todos os povos existentes, todas as etnias, foram ou ainda sao espoliadas, exploradas, surrupiadas, etc.

Citação :
Talvez só não fizeram o mesmo que fizeram na Argentina , porque a maioria da populção era negra, e estava fora do controle tentar controla-los.
Nem viu, era totalmente facil de controlar tanto e´que todas rebelioes foram sufocadas a bala a maioria acabou sendo morto ou preso.
Se a populacao negra tivesse realmente incomodando nao duvido nada, mas em nada mesmo que esse povo nao mataria até o ultimo como fizeram em outros paises da America do Sul. Acredito que nao fizeram isto pq já estavam pensando em mao de obra baratissima (nova forma de escravidao) e tb o medo da Inglaterra se fazia presente o tempo todo.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sab 20 Nov - 16:31

é...há diversas opiniões sobre isso. É um assunto interessante.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Sab 20 Nov - 18:56

Uma noticia que passou despercebida, pq será Exclamation

Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV

Um a cada cinco homens homossexuais nas principais cidades dos Estados Unidos é portador do vírus da Aids, e quase a metade ignora ser soropositivo, revela um estudo publicado nesta sexta-feira.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informa que de 2005 a 2008 a taxa de contágio por HIV entre os homens gays cresceu 17%.
No total, 19% dos "homens que fazem sexo com outros homens" são soropositivos e 44% não sabem que têm o vírus da Aids, assinala o CDC, baseado em um estudo que analisou mais de 8 mil homossexuais.
"A mensagem deste estudo é clara: o HIV registra números devastadores entre homens que mantêm sexo com outros homens nas principais cidades dos Estados Unidos", disse Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/Aids do CDC.
"Precisamos aumentar o acesso aos exames de HIV para que mais pessoas saibam de seu estado".

FOnte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4697830-EI8141,00.html
http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2010/09/24/um-a-cada-cinco-homens-gays-nos-eua-e-portador-do-hiv/

Mas pô só alegria aqui no brasil ainda tem coquetelzinho gratis e sexo sem camisinha com portadores de aids e algo legal, bonito e "moderno" para os praticantes de barebacking. Pq isso ninguem fala na televisao, jornal, paradas gays ou em sessoes extraordinarias na zona (congresso nacional) ?
Ai nao pode né....certas verdades é melhor nao serem questionadas. É melhor impor a força a vontade uma minoria como algo normal e belo, assim democraticamente = )
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Dom 21 Nov - 10:41

Citação :
Palhaçada gay contra o Mackenzie

Julio Severo | 18 Novembro 2010
Artigos - Movimento Revolucionário
Fazer palhaçada gay contra o Mackenzie cristão é motivo de gargalhada para os homofascistas, por causa da real tolerância dos evangélicos. Mas os adoradores do ânus nunca testariam a paciência e tolerância islâmica fazendo palhaçadas contra as mesquitas.

Depois de três anos, a militância gay finalmente notou que há um manifesto anti-PLC 122 no site do Mackenzie, que é a Universidade Mackenzie, com sede em São Paulo e ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil. O manifesto, postado originalmente em 2007, não contém nenhuma incitação à agressão ou assassinato de homossexuais. Mesmo assim, foi agora sentenciado como "homofóbico" - termo usado de modo abundante e puramente ideológico para rotular de assassino ou cúmplice qualquer pessoa que faça qualquer comentário contrário ao ato de um homem enfiar o sexo masculino no ânus de outro homem.
Os homofascistas sabem perfeitamente bem que o Mackenzie, como instituição evangélica, seria incapaz de matar homossexuais. É nessa confiança e segurança que eles estão determinados a realizar uma manifestação na frente do Mackenzie.

Na frente das câmaras das redes de televisão que os adulam, eles gritarão palavras de ordem contra o Mackenzie por seus valores cristãos. Por trás das câmaras, rirão à vontade do Mackenzie e dos evangélicos, por sempre caírem no truque da acusação de "homofobia", que faz os cristãos reagirem com atitudes apavoradas e atrapalhadas de defenderem que não são agressores nem assassinos de homossexuais.

Por mais que os evangélicos defendam amor pelos homossexuais, os militantes gays persistem em acusá-los de "ódio". É um círculo interminável e enfadonho, onde a Gaystapo lança acusações ridículas, e os cristãos ficam acuados em posições defensivas de dar dó.

Contudo, os homofascistas nunca trocariam o Mackenzie por uma mesquita como alvo de suas reais manifestações de ódio. Eles tremeriam de medo só de pensar em fazer um protesto na frente da Embaixada do Irã, país que tradicionalmente mata homossexuais!

Os ativistas gays têm direito de acusar os islâmicos de assassinos de homossexuais? Claro que sim, mas por razões óbvias eles preferem não fazer uso desse direito. Com homofóbicos de verdade não se brinca! Dá para acusar facilmente os cristãos de qualquer mentira e escapar ileso, mas não dá para aplicar semelhante golpe em muçulmanos.

Na Arábia Saudita e em TODOS os países islâmicos não há paradas do orgulho gay e não há projetos de lei anti-"homofobia". Mas há muitas leis contra práticas homossexuais.

No fundo, os militantes gays dizem: "Que alegria o Brasil ser majoritariamente cristão, não muçulmano! Só cristãos trouxas para tolerarem nossas reivindicações birrentas, tirânicas e mentirosas. Só cristãos para abaixarem as orelhas e virarem a outra face enquanto lhes esbofeteamos quantas vezes quisermos". Os malandros acham tão legal a liberdade de acusar, com apoio da mídia esquerdista e oportunista, os inocentes de crimes que nunca cometeram!

Mesmo que a Bíblia e a ciência médica não condenassem a relação sexual anal de homem com homem, ainda assim saberíamos que o estilo de vida homossexual é danoso, anormal e perigoso, pois com suas próprias atitudes sustentadas na base da agressão, mentira, manipulação, ódio, difamação e tirania, os próprios ativistas gays provam o que é a natureza de sua agenda e comportamento. Não existe hoje comportamento social mais fascista do que a imposição da agenda gay sobre toda a sociedade: sobre as inocentes crianças das escolas e agora até sobre uma instituição evangélica de educação.

Eu, como evangélico, digo: "Graças a L'os, o Mackenzie é cristão. Se fosse muçulmano, a manifestação homossexual iria ser tratada a bala e explosivos".

Nesse caso, um Mackenzie islâmico jamais sofreria nenhum incômodo, pois a última coisa que um homofascista quer é insinuar que um muçulmano é "homofóbico".

Entretanto, fazer palhaçada gay contra o Mackenzie cristão é motivo de gargalhada para os homofascistas, por causa da real tolerância dos evangélicos. Mas os adoradores do ânus nunca testariam a paciência e tolerância islâmica fazendo palhaçadas contra as mesquitas.

Os muçulmanos do Irã e da Arábia Saudita matam homossexuais porque têm nojo da idolatria pelo ânus. Os cristãos também têm nojo desse ato patentemente repulsivo, mas não matam homossexuais. Os cristãos preferem ajudar os adoradores do ânus a conhecerem o Evangelho, onde Jesus oferece libertação de todos os pecados, inclusive a homossexualidade.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/11606-palhacada-gay-contra-o-mackenzie.html


Citação :
Universidade Mackenzie: Em defesa da liberdade de expressão religiosa

Vários autores | 19 Novembro 2010
Artigos - Religião

O Mídia Sem Máscara publica o manifesto em defesa do posicionamento da Universidade Mackenzie em relação ao homossexualismo e aos ataques realizados pelo movimento gayzista contra a liberdade de opinião e expressão religiosa. O manifesto, elaborado por cristãos de várias denominações, foi publicado em mais de mil blogs nesta sexta-feira (19).

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente "homofóbico" veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo "homofobia", que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de L'os.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com L'os. Cremos, de acordo com as Escrituras, que "todos pecaram e carecem da glória de L'os" (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre "pecadores" e "não-pecadores". A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de L'os o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: "prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias" (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de L'os, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence "do pecado, da justiça e do juízo" (João 16.Cool.

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que "todos são iguais perante a lei", "estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença" e "estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política". Também nos opomos a qualquer força exterior - intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas - que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de L'os publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de L'os. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/11609-universidade-mackenzie-em-defesa-da-liberdade-de-expressao-religiosa.html


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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Ter 7 Dez - 22:11



Concordo 100% com esse cara.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qua 8 Dez - 1:12

Parabens Bolsonaro, alguem ai nessa bosta chamada congresso nacional, zona, merda enfim ... alguem com bolas pra falar umas verdades para esse bando de filho da PUTA!
E a cartilhinha já foi aprovada junto de mais 300 milhoes de reias para a putada ongueira ligada a movimentos gayzistas, dinheiro publicado torrado ao bel prazer.
Pra vc desempregado, doente, passando fome, miseravel, fodido na vida foda-se ou entao vire-se viado (sem trocadilhos por favor). Vire viado e o governo te subsidiada ainda mais se vc for algum ongueiro vagabundo.
Nao gostou ? FODA- SE!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qua 8 Dez - 13:28

Eu acho que o país relamente precisava rever suas leis sobre homosexualidade...

Mas cartilha sobre o assunto para crianças de 7 anos... Uma criança que nem ao menos tem noção da propria sexualidade, que ta na idade de brincar de Praistaition... Passou de qualquer limite, hoje eu estou me sentindo cada vez mais feliz por não ter um filho ou filha... Imaginem uma criança que nem numca pensou em sexo sendo bombardeada com esse monte de informação... Sinceramente, pode parecer até preconceito, mas a unica coisa que eu consigo ver são um monte de bichas pedofilas babando, usando a porra do preconceito que ela sofreu para fazer essas leis e abusar DOS SEUS FILHOS...

Igual aquela professora lesbica pedofila que tava na midia a algum tempo...


Sinceramente... Leis que vizem a melhoria da qualidade de vida dos homossexuais são bem vindas (pelo menos eles param de encher o saco) Agora, usar de represão contra pessoas que não são a favor, (Daki a pouco quando um gay se engraçar pra mim e eu mandar ele pra casa do caralho eu vou ser preso)... E o pior, colocar nas escolas cartilhas totalmente questionaveis, que além disso são completamente distoantes da idade e mentalidade das crianças das quais elas atingiriam...Essas leis para mim são leis de merda... Tapa buracos feitos por quem não pensa... Ou pensa demais em si mesmos...
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qui 16 Dez - 17:36

Citação :
Papai Noel dos gays

Julio Severo | 13 Dezembro 2010
Artigos - Governo do PT

O velhinho de barba branca da ficção dá presentes inofensivos e inocentes para crianças. O barbudo do PT garante distribuição de kits gays para crianças.

Alunos de 7,8 e 9 anos estarão recebendo DVDs "escolares" com histórias de "amor" homossexual. Numa das histórias, conforme denúncia do Dep. Jair Bolsonaro, "um garoto de mais ou menos 14 anos, de nome Ricardo, vai ao banheiro fazer pipi, olha para o lado, vê um coleguinha dele fazendo pipi também e se apaixona por esse colega". A denúncia completa está aqui:www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4

O kit gay faz parte da campanha estatal "Escola Sem Homofobia", imposta pela SEDH da Presidência da República. A febre governamental de promover a agenda gay a pretexto de combater a "homofobia" está tirando das crianças sua proteção contra uma promoção descarada do homossexualismo e está tirando dos pais o direito e autoridade de proteger seus filhos, sob a ameaça de rotulá-los como "homofóbicos".

Com tal ameaça, o que uma mãe ou pai ouvirão amanhã dos agentes estatais, inclusive professores de escola pública? "Se você não aceitar a doutrinação homossexual de seu filho, vou denunciar você como homofóbica!" "Se você não entregar seu filho para mim, vou processá-lo como homofóbico!"

É verdade que, com a aprovação do PLC 122, os grupos homossexuais de pressão política esperavam esses "avanços". O site da ABGLT, até a data de 13 de dezembro de 2010, estava em plena campanha pelo PLC 122. Sua aprovação, que estava manobrada para ocorrer em 8 e 9 de dezembro, não se concretizou por causa de inúmeras denúncias.

Entretanto, a manobra também tinha um plano de ação paralela. Enquanto os grupos pró-família estavam se concentrando contra o PLC 122, Lula e seu governo estavam dando canetadas. Vejamos o histórico de presentes que o movimento homossexual recebeu do governo, com a cortesia e generosidade dos trabalhadores brasileiros que pagam impostos:

Em novembro de 2010, o Senado aprovou mais de 300 milhões de reais para a "prevenção e combate à homofobia". Será uma chuvarada de kits gays para crianças e adultos de todas as idades! O pedido dessa verba foi feito diretamente pela presidência da República, a qual por sua vez atendeu pedido da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Em 9 de dezembro de 2010 o presidente Lula criou, por meio de decreto presidencial, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD), também chamado de "Conselho Nacional LBGT". Um de seus membros é Luiz Mott, líder máximo do movimento homossexual, que há anos vem sendoacusado de defender a pedofilia. O CNCD, que foi criado a pedido da ABGLT, está ligado diretamente à Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), órgão da Presidência da República responsável pelo programa "Brasil Sem Homofobia".

Em 8 de dezembro de 2010 foi anunciada a nova ministra da SEDH, Maria do Rosário (PT-RS), que ficou famosa por seu projeto de lei que tira dos pais a autoridade de disciplinar os filhos. Uma das ações principais do CNCD, sob a autoridade da SEDH, será fiscalizar e fortalecer a implementação e expansão do programa federal "Brasil Sem Homofobia", que visa remover da população todo sentimento e opinião contrária ao homossexualismo, como resposta radical e decisiva às pesquisas que indicamque 99% da população brasileira de uma forma ou de outra rejeitam esse comportamento.

Em 9 de dezembro de 2010, através da Portaria 513, o Ministério Previdência Social garantiu a concessão de pensão e outros privilégios para duplas gays vivendo como se fossem homem e mulher legalmente casados. De acordo com Luiz Mott, essa medida do INSS "reconhece o casal homossexual", deixando as duplas gays a pouquíssimos passos de uma equiparação total ao casamento legal normal entre um homem e uma mulher. O INSS agiu a pedido da ABGLT.

E hoje, 13 de dezembro, Toni Reis estará recebendo da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República o "Prêmio Direitos Humanos", por recomendação direta do ministro Paulo Vannuchi, defensor radical do PNDH-3 e das guerrilhas comunistas do passado do Brasil. Toni Reis, que é presidente da ABGLT, estará recebendo sua condecoração na presença do presidente Lula no Palácio do Planalto.

O PNDH-3, que intitulei Presente das Trevas em meu artigo sobre o assunto, foi uma manobra rasteira e inesperada, lançada bem na época do Natal, não muito diferente dos outros presentes que o governo Lula acabou de dar, a pedido da ABGLT.

Lula teria coragem e honestidade de dar todos esses presentes logo antes de uma eleição presidencial? Como os eleitores reagiriam nas urnas, vendo Lula dar tanto com o dinheiro do bolso deles?

Só dois pedidos da ABGLT ainda não foram atendidos:

1. A aprovação do PLC 122.
2. A criminalização do Blog Julio Severo. Em novembro de 2007, Toni Reis, em nome da ABGLT, solicitou ao Ministério Público Federal medidas criminais contra o Blog Julio Severo e seu dono.

Enquanto aguarda atendimento, a ABGLT conta com o enorme poderio da máquina estatal. A nova ministra da SEDH, Maria do Rosário, de acordo com reportagem do site homossexual A Capa, "reforçou que irá trabalhar com 'empenho' pelos direitos das 'crianças e adolescentes... e pela livre orientação sexual'". Assim, o kit gay para crianças de 7, 8 e 9 anos estará garantido. Tudo por amor à "livre orientação sexual". Disciplina física para as crianças? Rosário responde com um sonoro JAMAIS! Doutrinação homossexual para as crianças na escola? Aí a resposta é: OBRIGATÓRIO! Essa é a ideologia dela, que exige menos autoridade dos pais na vida dos próprios filhos e mais autoridade e intervenção do governo e ativistas gays na vida deles.

O programa "Brasil Sem Homofobia" impõe, em dimensões apocalípticas, a interferência pró-homossexualismo direta do Estado na sociedade, a pretexto de combater crimes violentos, forjados ou não, de "homofobia" - mas sempre acobertando meticulosamente a homossexualidade de autores de crimes violentos, especialmente em casos de abuso sexual de meninos. O Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, alega que pouco mais de uma centena de homossexuais é assassinada por ano. Mas não dá para dizer que a estatística de criminosos gays é assim igualmente pequeno, pois o número de crianças do sexo masculino estupradas e até mortas por ano é consideravelmente volumoso. Só como exemplo, meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998, aponta que os dez maiores assassinos seriais dos EUA eram homossexuais.

Ativistas gays que defendem o sexo entre homossexuais adultos e meninos não estão sendo alvos de nenhum tipo de investigação do governo, que ainda os brinda com o programa "Escola Sem Homofobia", que garante que a influência homossexual não fique limitada apenas às crianças adotadas por duplas gays. Com a interferência pró-homossexualismo do governo nas escolas, todas as crianças serão afetadas, quer seus pais aceitem ou não. A única resposta que os pais poderão dar é "sim". Qualquer outra resposta será considerada "homofóbica".

A mera presença oficial de Luiz Mott no Conselho Nacional de Combate à Discriminação expõe a tendenciosidade do governo. A tirania de Mott ficou conhecida em 2001 quando ele ordenou que uma igreja batista de Campinas removesse de seu site uma pregação, de autoria do próprio pastor da igreja, contra o homossexualismo. A igreja prontamente obedeceu. Aos que não obedecem, Mott manifesta seus chiliques. Em 2008, ele postou em seu site pessoal os nomes e endereços de alguns cristãos - inclusive Julio Severo - que lutam contra a agenda gay.

Com ou sem a aprovação do PLC 122 neste final de ano, os ativistas gays estão felicíssimos com todos os presentes do presidente Lula, que tem sido muito mais do que um tio generoso para o movimento homossexual. Ele na verdade conquistou a posição de Papai Noel dos gays.
Em seus oito anos de governo, Lula garantiu "avanços" decisivos, espetaculares e inimagináveis para a agenda gay, merecendo o prêmio do "Oscar Gay" e tendo motivos de sobra para cacarejar pelo resto da vida.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/11680-papai-noel-dos-gays.html

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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Qui 16 Dez - 18:26

Sei la velho já desencanei de tudo.
Que deem cartilhas, cus, picas, armas, drogas, mordaças, liberdade total, sangue, lixo, dinheiro, doenças, para as crianças, adolescentes, velhos, homens, mulheres e fodam-se.
Esse lugar aqui serve pra isso mesmo, descobri finalmente a finalidade do brasil existir, é pra foder e o significante disto, sei lá, fica a bel prazer a partir da interpretacao de cada um. Ao gosto do mocinho, bandido, puta, politico, vagabundo, malandro, certinho, do fregues e bla bla bla bla bla.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Seg 20 Dez - 22:31

Gayzistas querem "reeducar sensibilidade" de universitária cristã

A estudante de graduação Jen Keeton, da Universidade Estadual de Augusta, afirma que funcionários da instituição exigem que ela se reeduque a respeito da moralidade, tendo que escolher entre abrir mão de suas convicções cristãs a respeito da homossexualidade ou ser expulsa do curso de Aconselhamento Escolar da universidade.

Mas agora, após meses de disputa contra a universidade nos tribunais, duas organizações pela liberdade de expressão juntaram-se a ela nesta luta.

A Fundação pelos Direitos Individuais na Educação e a Associação Nacional dos Bolsistas entraram como uma ação na Corte Federal de Apelações do Décimo Segundo Distrito, afirmando que é uma violação da Primeira Emenda esta universidade da Geórgia exigir que as convicções religiosas de Keeton sejam "influenciadas" por um treinamento de sua sensibilidade a fim de ela não ser expulsa.

De acordo com uma ação impetrada contra a escola no começo deste ano, funcionários de sua faculdade exigiram que Keeton, de 24 anos, passasse por um programa de "reabilitação", após ela afirmar que a homossexualidade é uma escolha comportamental, não um "estado do ser", como disse um professor.

Mais especificamente, o programa de remediação incluía um "treinamento da sensibilidade" a respeito de temas homossexuais, o estudo adicional de literatura de divulgação da homossexualidade e a ida a uma "parada do orgulho gay", sobre a qual ela deveria escrever um relatório.

"Além de violar os próprios direitos de Keeton à Primeira Emenda", diz o professor de Direito Eugene Volokh, da Universidade de Los Angeles, no texto da ação, "a retaliação da universidade também manda uma forte mensagem aos outros alunos: Se você expressar opiniões como as de Keeton, prepare-se para sofrer as consequências - prepare-se para ter de cumprir várias horas de obrigações extras, além de enfrentar o risco de ser expulso."

O processo original de Keeton, movido por advogados trabalhando com o Fundo de Defesa da Aliança, afirmava que a escola não podia violar a Constituição exigindo que as convicções religiosas de uma pessoa fossem mudadas.

"A faculdade prometeu expulsar a Srta. Keeton do programa de pós-graduação em Aconselhamento Educacional, não por mal desempenho acadêmico ou por manifestas deficiências em performance clínica, mas simplesmente porque ela expressou, tanto dentro quanto fora da sala de aula, que possuía convicções éticas cristãs em matéria de sexualidade humana e identidade de gênero," explicou o escritório de advocacia.

O próprio e-mail de Keeton em resposta aos membros da faculdade que supostamente estavam pressionando-a a adotar um sistema de convicções pró-homossexual define a disputa:

"Algumas vezes vocês disseram que devo alterar minhas convicções religiosas porque elas são antiéticas. Em outras, disseram que posso manter minhas convicções, desde que elas sejam pessoais e eu não acredite que ninguém deva crer no que creio. Mas esta é só uma outra maneira de dizer que eu devo alterar minhas convicções religiosas, porque elas são sobre a verdade absoluta... Para que eu possa concluir o curso de Aconselhamento, vocês estão exigindo que eu altere minhas convicções religiosas objetivas e também me comprometa agora a que, se eu algum dia, tiver algum cliente que queira que eu endosse sua decisão de fazer um aborto ou de aderir a um comportamento gay, lésbico ou transgênero, eu farei isto. Eu não posso alterar minha fé bíblica, e não vou afirmar a moralidade destes comportamentos em uma situação de aconselhamento."

De acordo com os documentos do processo, Keaton passa pela exigência de uma "reabilitação" porque ela supostamente (1) 'expressou discordância em várias situações de sala de aula e em trabalhos escritos em relação ao 'estilo de vida' gay e lésbico"; (2) "afirmou em um trabalho que acredita que os estilos de vida GLBTQ são uma confusão de identidade," (3) "compartilhou [com outro estudante] seu interesse em terapia de conversão para as populações GLBTQ" e (4) "tentou convencer outros estudantes a apoiarem sua fé e opiniões."

A direção da faculdade citou o código de ética da American Counseling Association e disse que é obrigatório os alunos seguirem suas regras para poderem obter o diploma de graduação na área.

Os membros da faculdade, portanto, exigiram que Keeton "fosse a três oficinas que enfatizavam... um treinamento em diversidade que fosse sensível ao trabalho com as populações GLBTQ." Eles também queriam que ela "desenvolvesse" seu conhecimento da homossexualidade pela leitura de 10 artigos e aumentasse sua exposição aos homossexuais e lésbicas indo à "Parada do Orgulho Gay."

"Para simplificar, a universidade está impondo uma reforma do pensamento," disse o Diretor da FDA David French. "Abandonar as próprias convicções religiosas não deveria ser uma pré-condição para se obter um diploma em uma universidade pública. Este tipo política de tolerância-zero esquerdista está em vigor em um número de universidades que já passou dos limites e tem que parar. O único crime de Jennifer foi ter as convicções religiosas que ela possui."

Ele acrescentou que um aluno de universidade pública "não deveria ser ameaçado de expulsão por ser cristão e recusar-se a renunciar publicamente a sua fé, mas é o que está acontecendo aqui."

A solicitação original de Keeton por um mandato de segurança para impedir a Universidade Estadual de Augusta de expulsá-la por sua recusa em cumprir o programa de reabilitação foi negado pelo juiz distrital federal J. Randal Hall.

"Este não é um caso opondo o Cristianismo à homossexualidade," Hall escreveu em seu parecer. "Assuntos de política educacional devem ser deixados aos educadores e não é o papel correto de juízes federais dar palpites na avaliação profissional de um educador."

Ele acrescentou que "se eu imporia o plano de reabilitação ou se eu incluiria outra coisa no próprio plano não vem ao caso, porque a Suprema Corte instrui que os educadores, e não os juízes federais, é que decidem qual a abordagem pedagógica."

O texto da ação conjunta da FDIE e da ANB explica, entretanto, que "uma universidade tem, de fato, uma grande liberdade de decisão a respeito do que todos os alunos de um dado programa ou curso em particular devem aprender. Mas ela não tem uma tal liberdade de impor obrigações curriculares especiais a alunos que expressem determinadas opiniões, sejam elas anti-homossexualidade, contra a guerra, a favor dos direitos ao porte de armas, contra a religião ou o que quer que seja."

O texto da ação conclui: "A menos que a decisão da corte distrital seja derrubada, ela representa uma ameaça de tornar-se um aval para outras universidades públicas que queiram restringir uma ampla gama de opiniões (não limitada, de forma alguma, à opinião anti-homossexualidade) a uma ampla gama de alunos (não limitada, de forma alguma, aos estudantes de educação)."
http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/perseguicao-anticrista/11691-gayzistas-querem-qreeducar-sensibilidadeq-de-universitaria-crista.html

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MensagemAssunto: =X   Ter 4 Jan - 1:01

Totalmente ridículo.Incitar os jovens que não tem nem mentalidade do que querem ao Homosexualismos é totalmente absurdo!!!!!
É o mesmo que estar num país em guerra
dar armas a uma criança ensiná-las a usar mandar matar alguém e depois dizer que ela tinha tendência a fazer aquilo
"Era apenas a sociedade que a Reprimia!"
Coisas que só acontecem no Brasil.Eu que não vou ficar calado quando tiver Futuros filhos e derem esse absurdo a seres tão ingênuos!
Vão dar esses kits pros filhos desses politicos que assinaram esse acordo os meus NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Ter 4 Jan - 15:07

Moleque que quer dar a bunda, vai dar a bunda mesmo.
Menina que quer botar a xereca pra brigar, vai botar a xereca pra brigar e pronto.

Reprimir a homossexualidade dá a maior merda. É só ver o que aconteceu com peixoto, nagado, cassaro e todos os administradores e 90% dos usuários do MBB; são tudo gente doente, perturbada, alucinada, fodida e insegura.

Portanto, a molecadinha precisa, sim, entender que sexo heterossexual ou homossexual são praticamente equivalentes e que não há mal nenhum nisso.

E lembre-se sempre: é melhor ter um filho viado mas feliz que um filho quadrinheiro que lê a Velta! lol!
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Ter 4 Jan - 18:26

Tolerar não é o mesmo que aceitar, ou achar bonito.
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MensagemAssunto: Re: Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia    Ter 4 Jan - 19:22

Mohamed escreveu:
Tolerar não é o mesmo que aceitar, ou achar bonito.
Verdade.
Tolerar é compreender.

Mas que problema tem em dar o cu?
ONDE É QUE ESTÁ O FIM DO MUNDO se o cara quer dar o cu?

E moleque dá o cu mesmo. Depois deixa de dar ou dá de uma vez, porra!

Eu ainda não saquei onde é que está a desgraceira que existe entre dar o cu, porque botar as aranhinhas pra brincar NINGUÉM reclama, certo?

Ou uma aranhona vir pra cima do moleque é mó barato, mas o contrário...

Cêis tão ficando tudo louco!
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Universidade irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia

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